Arquivos de tag:

Confira o resultado da eleição para prefeito em Prados, em números

Da Redação

Confirmada a eleição de Juninho do Léster para dar cumprimento ao seu segundo mandato como prefeito de Prados, no Campo das Vertentes, Minas Gerais, alguns dados precisam e devem ser anotados – até como fatos curiosos – para que o eleitorado tome conhecimento dos detalhes e meandros da apuração geral dos votos.

Com 21 urnas espalhadas pelo município, 7.061 eleitores eram esperados para cumprimento do dever cívico de votar para escolher os mandatários – prefeito e vereadores – que serão responsáveis pelo destino de Prado a partir de 2021, seguindo até 2024.

Nem todos compareceram, no entanto. Pelos registros finais do TSE, 14,25% (ou 1.006 eleitores) deixaram de votar. Dos que se apresentaram para votar (na eleição para prefeito), 193 (2,73%) decidiram anular o voto, enquanto 89 (1,26%), optaram por votar em branco.

Como ausências, votos nulos e votos brancos não contam para efeito de contagem efetiva que define o percentual de votos válidos com o qual um candidato ganhou, enquanto outro perdeu (Prados só tinha dois candidatos concorrendo para prefeito), o total de votos apurados, desta sorte, foi de 5.773 votos.

Assim, se do total de eleitores registrados no cartório eleitoral (7.061), Juninho do Léster venceu as eleições com 47,71% do eleitorado; do total de votos válidos (5.773) a eleição do prefeito Juninho foi confirmada como tendo 58,36%. Do outro lado, Gustavo Gastão, o candidato do PT que se opunha ao projeto de reeleição de Juninho, obteve 34,05% do todo, e 41,64% dos votos considerados válidos. Em termos nominais, foram 3.369 votos para Juninho, sendo que Gustavo Gastão teve 2.404 votos.

Votos por seção:

  • Seção 16 (Centro) = Juninho (131 votos) / Gustavo (117 votos)
  • Seção 17 (Centro) = Juninho (132 votos) / Gustavo (110 votos)
  • Seção 19 (Centro) = Juninho (171 votos) / Gustavo (160 votos)
  • Seção 20 (Centro) = Juninho (157 votos) / Gustavo (136 votos)
  • Seção 21 (Centro) = Juninho (170 votos) / Gustavo (145 votos)
  • Seção 22 (Centro) = Juninho (171 votos) / Gustavo (147 votos)
  • Seção 23 (Centro) = Juninho (176 votos) / Gustavo (120 votos)
  • Seção 24 (Centro) = Juninho (194 votos) / Gustavo (156 votos)
  • Seção 25 (Pinheiro) = Juninho (172 votos) / Gustavo (127 votos)
  • Seção 26 (Pinheiro) = Juninho (198 votos) / Gustavo (125 votos)
  • Seção 27 (Bichinho) = Juninho (144 votos) / Gustavo (124 votos)
  • Seção 28 (Bichinho) = Juninho (165 votos) / Gustavo (116 votos)
  • Seção 29 (Estação) = Juninho (54 votos) / Gustavo (33 votos)
  • Seção 31 (Carandaizinho) = Juninho (154 votos) / Gustavo (77 votos)
  • Seção 36 (Centro) = Juninho (182 votos) / Gustavo (130 votos)
  • Seção 37 (Pinheiro) = Juninho (198 votos) / Gustavo (125 votos)
  • Seção 38 (Pitangueiras) = Juninho (190 votos) / Gustavo (93 votos)
  • Seção 41 (Coqueiro) = Juninho (70 votos) / Gustavo (26 votos)
  • Seção 42 (Atalaia) = Juninho (186 votos) / Gustavo (76 votos)
  • Seção 46 (Vila) = Juninho (146 votos) / Gustavo (87 votos)
  • Seção 18/52 (Centro) = Juninho (208 votos) / Gustavo (174 votos)

Curiosidades

  • Juninho ganhou em todas as 21 urnas.
  • A seção onde Juninho teve mais votos nominais (208) foi a 18/52, no Centro.
  • A seção onde Juninho teve menos votos nominais (54) foi a 29, na Estação.
  • A seção onde Gustavo teve mais votos nominais (174) foi a 18/52, no Centro.
  • A seção onde Gustavo teve menos votos nominais (26) foi a 41, no Coqueiro.
  • Em termos percentuais, a seção onde Juninho foi mais bem votado, com 72,92% dos votos, foi a 41, no Coqueiro.
  • Em termos percentuais, a seção onde Juninho foi mais mal votado, com 51,66% dos votos, foi a 19, no Coqueiro.
  • Em termos percentuais, a seção onde Gustavo foi mais bem votado, com 48,34% dos votos, foi a 41, no Coqueiro.
  • Em termos percentuais, a seção onde Juninho foi mais mal votado, com 29,01% dos votos, foi a 42, no Atalaia.
  • Considerando votos nominais, Juninho foi mais bem votado no Centro, com 1.692 votos.
  • Considerando votos nominais, Juninho foi mais mal votado na Estação, com 54 votos.
  • Considerando votos nominais, Gustavo foi mais bem votado no Centro, com 1.395 votos.
  • Considerando votos nominais, Gustavo foi mais mal votado no Coqueiro, com 26 votos.
  • Em termos percentuais, Juninho foi mais bem votado no Coqueiro, com 72,92% dos votos.
  • Em termos percentuais, Juninho foi mais mal votado no Centro, com 54,81% dos votos.
  • Em termos percentuais, Gustavo foi mais bem votado no Centro, com 45,19% dos votos.
  • Em termos percentuais, Gustavo foi mais mal votado no Coqueiro, com 27,08% dos votos.

Eleitorado de Peruíbe vai para as urnas para escolher novo prefeito entre 9 candidatos

Veja relação dos candidatos e evolução patrimonial de cada um deles

Da Redação

Os 59.352 eleitores de Peruíbe seguirão neste domingo próximo para cumprir o dever cívico de escolher o próximo mandatário do executivo municipal, que se sentará na cobiçada cadeira de prefeito por quatros anos, a começar em janeiro de 2021.

A bem da verdade, não se pode dizer que há abnegação plena em qualquer um dos nove candidatos, principalmente quando se sabe que, para uma cidade onde se conseguir um emprego para ganhar um salário mínimo já é um abortivo, um prefeito ganhar algo em torno de R$ 20.000,00 de salário mensais, e assumindo, como assume o prefeito, a responsabilidade de gerenciar mais de R$ 1 bilhão de orçamento durante o mandato, coloca, por isto, todos os candidatos sob suspeita de que pode haver algo mais que simples amor pela cidade ou desejo de fazer o bem para o povo.

Mas, como dizia Oswaldo Silva, primo recentemente falecido: “E o keko?” Pois é, para o povo não resta muita alternativa que aquela de apostar de que o próximo prefeito, seja aquele que pretende continuar, seja aquele que já tentou algumas vezes, seja quem nunca tentou, faça muito mais pelo povo e pela cidade do que faz por si e pelos amigos mais chegados.

Candidatos

Dos nove candidatos – todos tiveram seu registro deferido pela Justiça Eleitoral – pelo menos cinco são notórios e conhecidos no meio político peruibense. Começando pelo atual prefeito Luiz Maurício (PSDB), que busca a reeleição, nota-se também a presença de Alex Matos (PODE), Barros (PP), Emer (DC) e Kaio Lima (Republicanos), que tentam puxar a cadeira do atual prefeito. Cabo Anderson PROERD (Patriota), Edson Mühlmann (Rede), Gilberto Giba (PSOL) e Janaína Corrêa (PT) debutam no intento de ocupar o cargo de prefeito (ou prefeita).

Por ordem alfabética, conheça-se um pouco mais de cada um deles:

ALEX MATOS ou Alex Pereira de Matos é político e empresário e concorre pelo PODEMOS (PODE) – 19. Alex é casado, tem grau de instrução superior completo (universitário), tendo nascido em Santos (SP) ao 14 de janeiro de 1980. O candidato a vice na chapa liderada por Alex Matos é o empresário Edson Beserra de Oliveira. Natural de Santo André (SP), Edson é casado, tem ensino médio completo, e tem 58 anos e é novato na política

Evolução patrimonial

  • Em seu registro como candidato para este ano Alex Matos declarou possuir bens equivalentes a R$ 1.187.127,11, enquanto seu vice declarou possuir bens equivalentes a R$ 609.347,20.
  • Em 2016 Alex Matos foi candidato a prefeito pelo PMDB (sem sucesso) quando declarou R$ 663.500,00.
  • Em 2014 foi candidato a deputado federal pelo PSB declarando bens no valor de R$ 585.000,00.
  • Em 2004 elegeu-se vereador pelo PMN, não tendo bens a declarar naquele momento.

BARROS ou Antonio Carlos Barros é político e empresário, e concorre pelo PROGRESSITAS (PP) – 11. Barros é divorciado, tem nível superior completo (universitário), tendo nascido em São Paulo (SP), aos 4 de abril de 1967. A candidata a vice na chapa liderada por Barros é a empresária Patrícia Martignago Bailão. Nascida em Peruíbe em 12 de março de 1970, Patrícia é casada, tem nível superior completo, e é novata na política.

Evolução patrimonial

  • Em seu registro como candidato para este ano Barros declarou possuir bens equivalentes a R$ 720.975,00. Já a vice em sua chapa declarou bens no valor total de R$ 844.626,00.
  • Em 2016 Barros foi candidato a prefeito em Peruíbe pelo PRB (sem sucesso) quando declarou possuir R$ 1.517.774,54 em bens.
  • Em 2010 foi candidato a deputado estadual em São Paulo pelo PPS (não eleito) declarando bens no valor de R$ 251.492,88.
  • Em 2008 foi candidato a vereador pelo PPS em São Paulo (suplente), declarando R$ 206.073,00 em bens.
  • Em 2006 foi candidato a deputado federal em São Paulo pelo PSC (não eleito), sem bens a declara.
  • Em 2004 foi candidato a vereador em São Paulo pelo PSB, sem sucesso e sem bens a declarar.

CABO ANDERSON PROERD ou Anderson Fabiano Pupo Fernandes é policial militar, e concorre pelo PATRIOTA – 51. O candidato é casado, possui ensino médio completo, tendo nascido em Registro (SP), aos 19 de outubro de 1975. A candidata a vice na chapa liderada pelo Cabo Anderson é professora aposentada Cláudia Maria Francelino. Nascida em São Paulo (SP) em 30 de maio de 1963, Cláudia é solteira, tem nível superior completo, e foi candidata a vereadora em Peruíbe no ano de 2012 pelo PT.

Evolução patrimonial

  • Estreando na política Cabo Anderson declarou possuir bens equivalentes a R$ 315.000,00. Já sua vice em sua chapa declarou bens no valor total de R$ 300.000,00

EDSON MÜHLMANN ou Edson Antonio Mühlmann é aposentado, e concorre pelo REDE SUSTENTABILIDADE (REDE) – 18. Casado, ensino médio completo, tendo nascido em Curitiba (PR) aos 16 de dezembro de 1948, Edson também faz sua estreia na política. O candidato a vice na chapa liderada por ele é o Cacique Ubiratã. Nascido na tribo tupi-guarani de Peruíbe em 7 de maio de 1970, Ubiratã é artesão, casado, e possui ensino fundamental incompleto.

Evolução patrimonial

  • Também estreando na política Edson declarou possuir bens equivalentes a R$ 465.000,00. Já o vice não tem bens a declarar.

EMER ou Emer Elias Abou Jaoude é empresário, e concorre pelo DEMOCRACIA CRISTÃ (DC) – 27. Casado, ensino superior completo, Emer nasceu em Miracatu (SP) aos 1 de abril de 1973. O candidato a vice na chapa liderada por Emer é Romualdo dos Santos Moraes, também empresário, viúvo e nascido em São Paulo em 15 de dezembro de 1966.

Evolução patrimonial

  • Para a eleição deste ano, Emer declarou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio equivalente a R$ 562.423,00, enquanto seu vice declarou R$ 400.000,00.
  • Em 2016 Emer foi candidato a prefeito pelo PSDC (não eleito). Naquele ano declarou possuir bens no valor de R$ 6.272.889,61.
  • Em 2012 foi candidato a vice-prefeito pelo PSC, declarando R$ 2.227.086,23 à Justiça Eleitoral.
  • Quando ingressou na política, em 2008, Emer se elegeu vereador pelo PSC. Naquela oportunidade declarou R$ 456.623,00 à Justiça Eleitoral.

GILBERTO GIBA ou Gilberto Zangerolimo Gonsales é professor de ensino fundamental, e concorre pelo PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL) – 50. Casado, com ensino superior completo, Giba nasceu em São Paulo (SP) aos 2 de maio de 1983. O candidato a vice na chapa liderada por Giba é Neto Ferreira, servidor público federal. Neto é nascido em Pereira Barreto (SP) aos 17 de março de 1976. Possui ensino superior completo e é casado.

Evolução patrimonial

  • Esta é a primeira vez que Gilberto se candidata, declarando bens no valor de R$ 16.821,18. Seu vice, declarou R$ 26.572,39, tendo sido candidato a vereador em 2016 em Peruíbe, também pelo PSOL.

JANAÍNA CORRÊA ou Janaína Corrêa Falconeris é advogada, e concorre pelo PARTIDO DOS TRABADORES (PT) – 13. Casada, Janaína nasceu em São Paulo (SP) aos 19 de junho de 1975. A candidata a vice na chapa do PT é Isabel Azevedo. Também nascida em São Paulo (SP) aos 14 de fevereiro de 1955, Isabel possui ensino fundamental completo e é solteira.

Evolução patrimonial

  • Ambas – candidatas a prefeita e vice – enfrentam uma eleição pela primeira vez, e não declararam bem algum à Justiça Eleitoral.

KAIO LIMA ou Kaio dos Santos Lima é engenheiro, e concorre pelo REPUBLICANOS – 10. Solteiro, Kaio é natural de Peruíbe mesmo, tendo nascido aos 3 de outubro de 1989. O candidato a vice na chapa liderada por Kaio é o comerciante e advogado João Fioribelli Júnior. Di Fiori é nascido em Santo André (SP) aos 11 de fevereiro de 1959, e é casado.

Evolução patrimonial

  • Kaio declarou à Justiça Eleitoral possuir bens no valor de R$ 20.000,00, enquanto seu vice declarou R$ 1.112.000,00 como total de seus bens.
  • Em 2016 Kaio foi candidato a vice-prefeito pelo PPL em Peruíbe (não eleito), não havendo informação sobre sua declaração de bens.

LUIZ MAURÍCIO ou Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira é advogado e atual prefeito, concorrendo à reeleição pelo PSDB – 45. Solteiro, Luiz Maurício é natural de São Paulo (SP), tendo nascido aos 23 de fevereiro de 1979. O prefeito mantém em sua chapa pela reeleição o seu vice-prefeito André de Paula, engenheiro, casado, e nascido em Taubaté aos 15 de junho de 1955.

Evolução patrimonial

  • O atual prefeito apresentou em sua declaração de bens junto à Justiça Eleitoral o valor de R$ 1.102.025,97, enquanto seu vice-prefeito declarou R$ 517.694,00 como total de seus bens.
  • Quando foi eleito prefeito, em 2016, Luiz Maurício declarou possuir R$ 538.625,69 como total de bens.
  • Em 2012, quando se elegeu vereador pelo PSDB, o atual prefeito declarou à Justiça Eleitoral possuir R$ 317.500,00
  • Em 2008 Luiz Maurício foi candidato a vice-prefeito pelo PSDB. Na oportunidade declarou um total de bens no valor de R$ 300.000,00.

Prados segue para as eleições deste domingo (15) com 2 candidatos a prefeito e 40 candidatos a vereador

Da Redação

Contando com um número de 7.061 eleitores aptos a votar nas eleições deste próximo domingo (15), Prados se prepara para a grande festa da democracia quando haverá de ser escolhido prefeito e seu respectivo vice-prefeito dentre dois candidatos, e nove vereadores entre 40 postulantes.

O eleitorado de Prados este ano está bem dividido entre homens (49,4%) e mulheres (50,6%), com idades variando entre os 100 anos ou mais (com três eleitores), e 16 anos, com apenas 10 jovens votando pela primeira vez. Destes, a grande maioria (62,4%) se declarou solteira, enquanto 32,4% são casados.

Do total do eleitorado apenas 317 (4,49%) têm ensino superior completo, e 133 (1,88%) com ensino superior incompleto. Na outra ponta, 2.634 (37,3%) não terminaram o ensino fundamental, e 237 (3,36%) se declararam analfabetos.

Candidatos

Todos estes cidadãos e cidadãs irão ao encontro das urnas no próximo domingo para escolher os prefeito e vice que dirigirão os rumos da cidade pelos próximos quatro anos, a partir de janeiro de 2021. Para cumprir este dever cívico, escolherão entre o atual prefeito Juninho do Lester (PSDB-45) que busca a reeleição, e o ex-prefeito Gustavo Gastão (PT-13).

Na outra eleição – para vereador – o município de Prados tem 40 candidatos e candidatas que disputarão uma das nove vagas no Legislativo (vide relação abaixo). Originalmente eram 41 os candidatos, mas houve a renúncia (desistência) de um candidato do MDB. Todos foram contemplados com o deferimento de seus pedidos de registro de candidatura.

Enquanto para prefeito a escolha é simples, ficando por decidir entre Juninho do Léster e Gustavo Gastão, a eleição para vereador é um pouco mais complicada, e a culpa é do tal do “quociente eleitoral” ou, como queiram, “coeficiente eleitoral”.

Contas

Na eleição de 2016 havia 6.831 eleitores aptos a votar, mas compareceram 6.023 (88,17%) para votar, sendo que destes 268 anularam seus votos e 250 votaram em branco. Como os votos em branco nem os votos nulos contam para definição do quociente eleitoral, o total de votos válidos foi de 5.505 que, dividido por nove, definiu como 611 votos o tal do coeficiente eleitoral.

Para este ano, quando Prados aumentou seu eleitorado para 7.061, se considerarmos pela média o mesmo percentual da eleição passada de ausentes (11,83%), votos nulos (4,45%) e votos brancos (4,15%), pode-se estimar que o número de votos válidos para vereador esteja na casa dos 5.619 votos proporcionais, o que faria aumentar o coeficiente eleitoral para 624 votos. Mas, o que significa isso? Significa que para que um partido tenha condições de eleger um vereador terá que ter, na soma de todos os seus candidatos, pelo menos 624 votos nominais.

Com a mudança das regras para as eleições deste ano (veja aqui uma análise feita a partir do resultado da eleição passada se tivessem sido regidas pelas regras atuais), cada partido terá que buscar alcançar o maior número de votos para ver seus candidatos mais votados na Câmara a partir de 2021.

São quatro partidos concorrendo às eleições deste ano (PSDB – MDB – PT – PODE), e todos buscando ao menos uma vaga para seus candidatos, é possível prever um cenário para a próxima Câmara, onde inexoravelmente o PSDB continuaria com a maioria, já que tem um maior número de candidatos considerados fortes. Já o MDB que, na cidade, historicamente se contrapõe com PSDB, pode sair enfraquecido da eleição, principalmente porque estará desvinculado do PT que, por sua vez, também poderá sofrer revés em razão de não poder sair coligado com outro partido na eleição proporcional.

A eleição, contudo, é sempre uma “caixinha de surpresa”, como é costume dizer. Embora as apostas estejam correndo soltas por botecos e barbearias da cidade, o certo mesmo é que somente no final do dia de domingo é que se poderá ter certeza da vitória deste ou daquele.

Escolha seu candidato

PREFEITO E VICE

  • PREFEITO GUSTAVO GASTAO CORGOSINHO CARDOSO (GUSTAVO GASTÃO) – VICE JURANDIR MANOEL DE CARVALHO (JURANDIR) – PT – 13
  • PREFEITO LESTER REZENDE DANTAS JUNIOR (JUNINHO DO LÉSTER) – VICE ARI EUSTÁQUIO DA COSTA (ARI) – PSDB – 45

VEREADOR (ORDEM ALFABÉTICA)

  • AÉCIO JOSÉ DA SILVA (AÉCIO MECÂNICO) – PODE – 19123
  • ALBA CAMPOS (ALBINHA) – PODE – 19233
  • ALINE CORREIA DOS SANTOS (ALINE DO CHIQUINHO) – PT – 13130
  • ANA RITA DA SILVA (ANA RITA) – PSDB – 45602
  • ANDRÉ LUIZ DAS NEVES SILVA (ANDRÉ NEVES) – PSDB – 45600
  • OZINETE BARBOSA DA SILVA (CANTORA OZINETE SILVA) – MDB – 15472
  • JOSÉ CARLOS DE OLIVEIRA (CARLINHO PITANGUEIRAS) – PT – 13456
  • CÉSAR MURILO DA TRINDADE VELHO (CÉSAR CABEÇÃO) – MDB – 15555
  • FRANCISCA APARECIDA DA SILVA (CHIQUINHA DO MOZART) – MDB – 15611
  • CRISTIANO AUGUSTO DANTAS (CRISTIANO DO FARUTE) – PSDB – 45610
  • ALEDIR TEIXEIRA (DEIVIDE CHAVEIRO) – MDB – 15915
  • DEJAIR JOSÉ DA TRINDADE TEIXEIRA (DEJA) – PT – 13017
  • DELFIM GERALDO FERREIRA (DELFIM DO BAIAL) – PSDB – 45618
  • DILMA MARIA PINTO FONSECA (DILMA) – PT – 13023
  • JOSÉ DINIZ DA CUNHA (DINIZ) – PT – 13013
  • ELISÂNGELA MARIA LADEIRA FERREIRA (ELISÂNGELA LADEIRA) – PSDB – 45645
  • FERNANDO ANTONIO RAMOS (FERNANDO DO ZÉ CARIOCA) – PSDB – 45615
  • GERALDO AFONSO DO NASCIMENTO (GERALDO AFONSO) – PODE – 19111
  • GIOVANE BATISTA TEIXEIRA (GIOVANE DO BICHINHO) – PSDB – 45601
  • GISELDA MARIA DO LIVRAMENTO VELHO (GISELDA ENFERMEIRA) – PT – 13123
  • EVERTON DE SOUSA REIS (GRINGO) – MDB – 15789
  • JANAÍNA DE SOUZA (JANAÍNA ENFERMEIRA) – PT – 13035
  • GERALDO SILVA OLIVEIRA (LADINHO DO MAZICO) – PT – 13600
  • LENISA TEIXEIRA DE CARVALHO (LENISA) – PT – 13777
  • LOURIVAL DE SOUZA SILVA (LOURIVAL) – PSDB – 45699
  • GLEIDISON GERALDO CAPISTRANO PEREIRA (MÃOZINHA) – PT – 13131
  • MARCOS POSSA (MARCOS DA FINTA) – MDB – 15015
  • NYRLA MARIA MACHADO DELFINO (NYRLA MACHADO) – MDB – 15000
  • PATRÍCIA LADEIRA PINHEIRO (PATRÍCIA DO ROSENI) – PT – 13000
  • PAULO ROBERTO DE SOUSA (PAULINHO DO BÁ) – PSDB – 45604
  • MARIA APARECIDA MINEIRO (PIQUITA) – PSDB – 45666
  • IVACI LOPES DE OLIVEIRA (RATINHO) – PODE – 19000
  • ROBERTO MIRANDA DO NASCIMENTO (ROBERTO MIRANDA) – MDB – 15615
  • RONALDO MARCELINO DE SOUSA (RONALDO DA NIGRINHA) – PSDB – 45603
  • ROSILENE DA CONCEIÇÃO FIRMIANO LADEIRA (ROSI DO LÉO) – PT – 13113
  • SOLANGE MARIA DA PIEDADE OLIVEIRA (SOLANGE OLIVEIRA) – PODE – 19999
  • VAGNER POSSA SILVA (VAGNER DO CATIRA) – PSDB – 45606
  • VALDIR GOMES RIBEIRO (VALDIR DO DECO) – PT – 13222
  • VICENTINA DAS MERCÊS GONÇALVES (VICENTINA MADRINHA) – PSDB – 45609
  • WASHINGTON HENRIQUE FIGUEIREDO (WASHINGTON CHITÃO) – PODE – 19141

PSDB de Prados confirma pré-candidatura do prefeito Juninho do Lester à reeleição

O presidente do diretório do PSDB de Prados, Gil Santos, confirmou que chapa Juninho do Lester/Ari, atuais prefeito e vice, será mantida para as eleições deste ano

Da Redação (com Assessoria)

Decisão unânime dos membros do diretório municipal do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e de correligionários e apoiadores do governo tucano em Prados (MG), levará a chapa vitoriosa de 2016, encabeçada por Lester Resende Dantas Júnior (Juninho do Lester) e Ari Eustáquio da Costa (Ari) a buscarem a reeleição nas eleições deste ano.

Juninho e Ari aceitaram o desafio proposto pelo partido, não obstante o momento crítico pelo qual o Brasil e o mundo passam em razão da pandemia provocada pelo Coronavírus. “A decisão tem caráter programático e meramente protocolar, atendendo a agenda do partido”, disse um dos dirigentes do PSDB em Prados, buscando demonstrar que o foco da administração municipal hoje está inteiramente voltado para o combate ao COVID-19: “Estou à disposição do partido e do povo, mas no momento meu foco está na saúde e no bem estar de toda comunidade diante dessa pandemia”, disse Juninho à reportagem.

Governo de sucesso

Juninho surpreendeu a população de Prados em todos os sentidos, começando com a votação histórica que o elegeu em 2016. Durante estes três anos e quatro meses de seu governo, colecionou elogios pelos quatro cantos do município ao não esconder sua empatia e capacidade de ouvir os anseios da comunidade.

Para um analista da política local, a atuação do prefeito Juninho do Lester tem se revelado exemplar e responsável. “Isso é fácil de ver”, lembra uma liderança pradense. Para ele o registro de um governo sério, honesto e que buscou distância de desvios ou mesmo de endividar o município com finalidades eleitoreiras está “na forma como Juninho vem conduzindo a prefeitura nos dias atuais, mesmo tendo passando pela crise financeira causada pelo desgoverno petista que assolou os municípios mineiros e que deixou até hoje uma dívida de mais de R$ 3 milhões com Prados”.

Medidas ponderadas

Criticado por alguns que insistem em promover a difusão do medo no seio da comunidade, as medidas tomadas pela administração municipal têm sido vistas como coerentes e responsáveis. Em Prados todas as medidas de prevenção à disseminação do Coronavírus foram protocolarmente tomadas em sintonia com as orientações enviadas pelo Ministério de Saúde e Organização Mundial de Saúde, sem exageros.

O prefeito lembrou que “vivemos hoje a maior crise de saúde pública do mundo causada pelo Coronavírus, mas temos que estar preparados para enfrentarmos a crise na economia municipal que prevemos ser incalculável”. Mesmo assim Juninho está cuidando do sistema de Saúde como nunca, que durante seu governo sempre contou e conta com a atuação marcante e digna de nota do secretário Rildo Costa.

Lugares esquecidos

Quem passa por Prados hoje, se comparado a anos anteriores vê o resultado da promoção de um governo incansável. “Locais esquecidos há anos receberam melhorias e calçamentos, estradas foram perenizadas por toda a zona rural, obras foram feitas em diversos locais”, diz um porta-voz do primeiro escalão do governo. Já para um entusiasmado correligionário que participou do encontro tucano que ratificou a confiança do partido na dupla Juninho do Lester/Ari, “os serviços prestados pelo governo são de qualidade – em todos os setores, sem distinção”, e lembra: “Nessas horas que a gente vê quem é quem”.

Mesmo com toda a euforia partidária, em nota oficial o PSDB de Prados segue lembrando que esse não é o momento de levar debate político para a população pradense. Antes, “o momento é da união de todos, independente das preferências políticas ou partidárias, porque só assim poderemos vencer aquele que hoje é inimigo de todos nós – o Coronavírus”.

‘Mamãe, não quero ser prefeito!’

Raul Seixas - Cowboy fora da lei (Áudio) - YouTubeA frase que intitula este editorial não é minha. Tem dono! E se o dono não foi Raul Seixas, foi pela música dele que se imortalizou tal e qual imortal dentro de nossas mentes e corações veio a se tornar aquele que chegou a ser reconhecido como o rebelde dentre os rebeldes. Afinal, Rauzito nascera “há 10.000 anos atrás”. Não era do seu tempo; nem do nosso. Dele diziam que era “louco, por eu ser assim”, mas não se demorava em afrontar: “Mais louco é quem me diz – e não é feliz!”.

De sua poesia pode ter mesmo nascido o enigma que persegue todos quantos um dia vieram a pretender serem prefeitos, sem lá muito se importarem com as consequências em vindo a sê-lo. A consequência direta estava no vaticínio: “pode ser que eu seja eleito, e alguém pode querer me assassinar’. Não, mamãe; melhor mesmo não pretender ser prefeito, não vir a ser prefeito, não procurar estar prefeito.

Pouco afeito às coisas do politicamente (correto ou incorreto, não importa), Raul Seixas talvez tivesse conseguido dimensionar que a joia da prefeitura pode até não ser um falso brilhante, mas sabia ele que experimentar estar prefeito, não obstante o sacerdócio a que muitos juram se aplicar, é viver sob a espada de Dâmocles!

Posto que Dâmocles não manda aviso prévio sobre os perigos que cercam o poder, ou os perigos que se seguem à posse do cargo temporal de senhor da urbe, é de se crer que muitos prefeitos Brasil afora – e em todos os tempos, sejam presentes, passados ou futuros –, sejam de quaisquer partidos políticos ou correntes ideológicas, acabem por serem tomados de assalto quando vêm a centímetros de seus pescoços o aço afiado da espada, presa que está e fica por tênue fio de cabelo.

Há aqueles que desafiam o perigo, sempre em nome da vaidade, da sede pelo poder, ou da sanha dos interesses no mais das vezes inconfessáveis. A estes eu costumo dizer que, assim que assomam o cargo para o qual foram eleitos, tendem a fazer da vida pública aquilo que costumeiramente fazem na privada!

Muito bem. Partindo deste preâmbulo que, convenhamos, é retrato de boa parte da classe política brasileira, quero estender o raciocínio para ir ao encontro daqueles que sabiam perfeitamente que o estar alcaide não é necessariamente a melhor das opções a ser escolhida por quem queira ter no mínimo paz. A estes poucos – minoria, portanto – registro sincera homenagem porque deveras nada fácil é enfrentar os desafios da administração pública, mormente em meio a crises como as que parecem perseguir o prefeito de Peruíbe nestes últimos meses, crises estas provocadas por acidentes da natureza como as chuvas torrenciais que não deram trégua desde muitos meses atrás, provocando enchentes e quedas de barreiras, e que culminam com a crise presente da pandemia que se alastrou mundo afora e adentro, e que tem levado o pavor para dentro das casas onde as pessoas se escondem como se lá estivessem elas efetivamente imunes do ataque do tal vírus.

O momento deve ser de dura reflexão sobre as ações a que o prefeito de Peruíbe ou de qualquer outra cidade tem que tomar. Sim – tem que tomar! Ainda que as convicções pessoais do prefeito não estejam perfeitamente alinhadas com o protocolo estabelecido a partir de regras de contenção da disseminação do vírus estabelecidas pelas Organização Mundial de Saúde, regras estas que, também por sua vez, não têm andado lá muito alinhadas com a também dividida comunidade médico-científica acerca dos perigos de contágio e da letalidade do presente vírus se confrontados com outros muito mais letais como o H1N1 (Influenza), ainda assim cabe ao prefeito a responsabilidade de agir como tem agido, sempre em consonância com a ações que seus pares têm tomado Brasil afora, com maior ou menor grau de exagero ou de zelo, ou mesmo de excesso deste.

E onde está a dificuldade do estar prefeito em tempos de guerra como este que agora vivemos? Está justamente no fato de ser ver na contingência de ministrar remédios que sabe ele – o prefeito – serem amargos, como este do confinamento vertical, que já vem de trazer, e que trará efeitos colaterais de difícil dimensionamento para a economia do município, e que, para maior desespero da classe que representa a força de trabalho e empresarial da cidade, demandará anos e anos para a recomposição do status quo ante.

Perante o quadro dantesco que vemos à nossa frente, não está só o prefeito na condição do “se correr o bicho pega; se ficar, o bicho come”. Todos estamos, e todos nos igualamos no quesito que representa a todos nós muito mais a perder do que a ganhar ali na frente.

A isso muito se deve o fato de as informações permaneceram desencontradas. A informação da mídia tradicional vem sendo confrontada diretamente pela contrainformação impetrada pelas redes sociais. Não há consenso, não há transparência e o que se nota é uma carência enorme de honestidade e franqueza seja pelo lado daqueles que instalaram o medo e as incertezas por decreto, seja pela vertente daqueles cujas vozes ainda soam roucas, mas que insistem em procurar mostrar que o bicho não é tão feio, nem tão peludo, nem tão grande como decantam ser aqueles que já sequer sabemos mais se são apóstolos do quanto pior, melhor; ou se seriam apologistas do quanto melhor, pior!

Coincide o estado de calamidade pública com o período pré-eleitoral, já quase período eleitoral. E, porquanto isso, o que se pode ouvir pelas ruas desertas das cidades é o ressoar de vozes críticas que insistem na comparação do “se fosse eu, faria assim ou faria assado”; “se fosse eu não faria assim ou assado”. Curioso, entanto, é que neste diapasão parece mesmo que sumiram as chamadas forças de oposição, seja pela solidariedade que pode estar dando trégua ao prefeito em suas decisões nada fáceis de serem tomadas, seja porque despertou-lhes a consciência de que, afinal, o prefeito está enfrentando a terrível possibilidade de o fio que sustenta a espada se romper em momento que já se faz tarde, não tendo e não havendo como voltar mais atrás, até mesmo porque se foi escolha do prefeito o querer vir a ser prefeito, não foi sua escolha o enfrentamento do caos cujo prenúncio, ainda que não seja tal e tanto como insistem os interesses apocalípticos, é, convenhamos, sombrio.

Mas, e se o prefeito tivesse agido diferente? E se tivesse sido ele o único dentre os cinco mil e tantos prefeitos do país que se viram em semelhante contingência que se rebelasse em não crer e em procurar fazer não crer que a cidade pudesse a ser alcançada pelos tentáculos algozes do vírus? Será que encontraria guarida de apoio do e no povo? Difícil. Até porque, se em meio a esta caminhada que seria vista como para lá de tresloucada, alguém morresse (ainda que de qualquer causa que não o vírus), não demoraria para que fosse acusado de irresponsável por não ter tomado as precauções devidas para evitar a morte, mesmo que de um único munícipe.

O prefeito sabe que agradar o povo não é tarefa fácil. Sabe, porquanto isso, que uma fatura está em fase de lançamento e tem vencimento para outubro próximo. Com ou sem o vírus, com ou sem crise, a fatura será cobrada no dia das eleições. O que indicará se seu saldo político em conta será positivo ou negativo depois das eleições muito certamente será o resultado das suas medidas assim que a crise tiver passado. Se, passada a onda viral, na cidade muitas vidas tiverem sido ceifadas em razão da insuficiência respiratória aguda a que o tal Corona leva, tudo o que prefeito tiver providenciado e feito como medida de tentativa de contenção da disseminação do vírus terá sido pouco; se, depois do vírus ter ido embora, ninguém tiver morrido na cidade, tudo o que o prefeito fez foi exagerado e desproporcional ao risco que, avisavam alguns, afinal, era menor, bem menor.

De tudo e por tudo eu arrisco dizer que, a depender de mim, eu não gostaria de estar na pele do prefeito agora. Até porque parece mesmo que neste momento o vaticínio de Raul Seixas persegue prefeitos e prefeitas por todos os cantos do Brasil, e é bem possível mesmo afirmar que o Coronavírus é o tal assassino – de aluguel para uns; para outros nem tanto – que agora vem pleiteando consumar a saga de dizimar uma classe que terá que fazer esforço hercúleo para convencer seus concidadãos de que o que fez, fez por ter que fazer, e fez por entender ser o melhor na busca da preservação de vidas.

De todo modo o que acontecerá depois que tudo isso passar é incógnita. É certo que não haverá tempo para a economia se reerguer em tempo que seja antes de outubro, ainda mais para um comércio que vive da sazonalidade a depender do turismo. Se a população souber equacionar o governo como um todo, descontando as também sazonalidades dos contratempos tidos e havidos, os quais sabemos não terem surgido por querência de quem quer que seja, é muito possível que a disputa eleitoral encontre equilíbrio na balança das eleições.

Seja qual for o nível de satisfação ou insatisfação do governo em administrar esta e aquela outra crise, e seja qual for o direcionamento que se pretenda dar ao que prefeito está fazendo ou deixando de fazer, aproveito o momento pascoalino para imaginar o tamanho e o peso da cruz que o prefeito carrega neste instante. Salvo melhor juízo, há suor, lágrima e, quem sabe, até mesmo sangue sendo vertidos na antecedência de cada decisão mais corajosa, mais exagerada que seja, que deva ser tomada, e que vem sendo tomada.

A minha mensagem aos prefeitos do Brasil não é alvissareira, mas é honesta, e repete Alessandro Manzoni em seu “Il Cinque Maggio”, escrito em 1821 por ocasião da morte de Napoleão Bonaparte: Ai posteri l’ardua sentenza.

Washington Luiz de Paula

Coronavírus – Live com prefeito

PERUÍBE – O prefeito Luiz Maurício vai estar fazendo um live em sua página no Facebook hoje, a partir das 18h, para sanar dúvidas e apresentar as medidas adotadas de prevenção municipal contra a pandemia do #CoronaVirus. Participe!

Para acessar clique em https://www.facebook.com/prefeitoluizmauricio/

Conheça a sequência das Arengas.

Mesmo com todos os revezes, Luiz Maurício continua cotado como melhor prefeito da história de Peruíbe

Aprovação do prefeito de Peruíbe é maior que a soma do segundo, terceiro e quarto colocados

Da Redação

O prefeito de Peruíbe, Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira (foto), mesmo enfrentando uma batalha bastante comum nesta época do ano no município, que são as chuvas com consequentes enchentes pelos quatro cantos da cidade, ainda assim tem conseguido se manter à frente dos demais mandatários municipais quando a pergunta é “Quem você considera o MELHOR prefeito de Peruíbe até agora?”.

Segundo a enquete (veja e vote aqui), um terço (31% dos votantes) têm indicado que o atual prefeito vem se revelando melhor administrador que os seus antecessores. O índice é expressivo, quando considerado ser três vezes maior que o do segundo colocado, Gilson Bargieri, que obteve até aqui o apreço de apenas 11% dos que participaram da enquete.

Gilson Bargieri está a apenas um ponto percentual à frente do quatro vezes ex-prefeito Benedito Marcondes Sodré, que tem 10% dos votos, estando na terceira posição, portanto. O quarto lugar fica para Alberto Sanches Gomes (Dr. Alberto), que está também a um ponto atrás do terceiro colocado (9% dos votos).

Na quinta posição, com 8% dos votos cada, aparecem o ex-prefeitos José Roberto Preto (JR Preto) e Mário Omuro. Gheorghe Popescu (Dr. Popescu), é o sexto colocado, com 5% dos votos. Em sétimo lugar, com 4% dos votantes cada, aparecem Ana Maria Preto, Albano Ferreira e Geraldo Russomanno, este emancipador e primeiro prefeito de Peruíbe.

Julieta Fujinami Omuro, que fez um mandato tampão como prefeita de um ano apenas, é a penúltima colocada, com 3% dos votos, deixando Milena Bargieri na lanterna, com somente 2% dos votos.

Contraponto

O resultado acima faz contraponto com outra enquete envolvendo o nome do prefeito Luiz Maurício, que pergunta “Como você avalia a administração do prefeito Luiz Maurício?”.

De acordo com o que se nota no resultado até aqui desta enquete, Luiz Maurício permanece buscando equilíbrio na balança entre o excelente e o péssimo. A diferença de apenas um ponto percentual entre o “Péssimo” (27%) e o “Excelente” (26%) parece pontuar não só os desafios que o prefeito enfrenta em razão das chuvas intermitentes que castigam a cidade desde novembro, como também o próprio ano eleitoral, quando a ausência de críticas propositivas dá vez e oportunidade a que pré-candidatos se digladiem para buscar a cadeira do Executivo a qualquer preço.

Ainda assim, se somados os índices dos que entendem que a atual administração municipal está “Excelente” (26%), com aqueles que opinaram por “Boa” (23%), Luiz Maurício alcança 50% de aprovação, contra 42% que acham que a administração está “Péssima” (27%) ou “Ruim” (15%). Para 8% a administração é vista como “Média”.

Demais cidades

Se buscarmos genericamente sabermos “Como você avalia a administração do prefeito de sua cidade?”, os números parecem apontar em outra direção, já que por esta enquete 52% dizem que administração municipal está “Excelente” (35%), e “Boa” (17%).

Enquanto 17% parecem se manter céticos, dizendo que a avaliação do governo municipal está na “Média”, outros 31% consideram que os prefeitos de suas cidades estão sendo insuficiente no quesito governabilidade, com 11% para a alternativa “Ruim”, e 20% para “Péssima”.

Para o caso de Peruíbe, como parece que ainda muitas águas vão rolar (sem trocadilho), não será surpresa se Luiz Maurício inaugure uma reeleição, ainda que não muito folgada. Afinal, ano eleitoral é ano de inauguração de obras e de grandes feitos que, se não forem instrumento que levem o prefeito a outros quatro anos de governo, ao menos serão para marcar a passagem de um administrador diferente que, como disse em recente entrevista a este blogue, não tem medo da verdade e das críticas, dando por troco um trabalho que parece incessante; inglório à primeira vista, mas que tem alimentado a motivação do prefeito e sua equipe para a promoção de – como é mote do governo – “uma cidade de todos”.

Serviço

Para votar nas enquetes mencionadas nesta matéria, clique nos links abaixo:

Como você avalia a administração do prefeito de sua cidade?

Como você avalia a administração do prefeito Luiz Maurício?

Quem você considera o MELHOR prefeito de Peruíbe até agora?