Arquivos de tag:

Não perca a próxima supervalorização – A hora é de comprar ações!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Pode parecer incrível, mas ainda tenho nove motivos para você NÃO anunciar aqui.

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia, por um investimento a partir de poucos reais mensais! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Quer conhecer Peruíbe, mas não sabe por onde começar? Consulte Guigo O Guia

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Você ainda não se apropriou dos benefícios do REFIS 2018 da Prefeitura de Peruíbe? Corra! O prazo termina logo!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Coronavírus – Casos em Prados não carecem de pânico por parte da população

Os dois casos registrados como positivos para COVID-19 na cidade de Prados, não podem e não devem ser motivo para que a população entre em pânico, alertam as autoridades sanitárias do município.

Da Redação

Ainda que algumas pessoas mal-intencionadas teimem em disseminar notícias faltas e exageradas numa tentativa de provocar histeria coletiva ou distribuir o medo no meio da população, é preciso que todos conheçam a verdade dos fatos, e tenham a certeza de que, senão em outros lugares, ao menos em Prados prefeito e autoridades de saúde estão muito atentas e agindo com grande responsabilidade sempre que aparece uma “novidade” como as dos últimos dias quando pelo menos dois casos foram relatados como “positivos” para o COVID-19.

O COVID-19, que é a versão atual do Coronavírus, um vírus que tem estado presente entre nós há pelo menos meio século, é sim um problema sério de saúde pública e que enseja que a população continue seguindo as recomendações da Secretaria de Saúde que, por sua vez, segue protocolos da Secretaria de Saúde do Estado, do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da saúde. E as recomendações recomendadas são isolamento social, principalmente para idosos e para quem tem problemas crônicos de saúde (de modo especial no aparelho respiratório, como pulmões), asseio completo com frequente lavagem das mãos com água e sabão, e usar álcool em gel sempre que tiver contato com dinheiro e equipamentos de uso público, e o uso de máscaras, evitando o mais que possível a aglomeração de pessoas.

Segundo um especialista em saúde pública e epidemiologia ouvido pela reportagem, a Organização Mundial de Saúde já tem mudado o protocolo quanto aos perigos de contágios entre os chamados assintomáticos, que são aqueles que têm o vírus e que, portanto, se fizerem o exame, acabarão sendo contados como “positivos”, mas que não apresentam os sintomas clássicos da doença, que são inflamação da garganta, tosse seca e falta de ar. “Estes assintomáticos poderão ver passar a crise da pandemia e sequer ficarem sabendo que foram hospedeiros do vírus, não levando inclusive risco para as pessoas que lhes estão próximas”, ilustra o médico.

Dois primeiros casos em Prados

Este parece ser o quadro dos dois pacientes relatados como positivo para COVID-19 que surgiram em Prados nestes três últimos dias. Ou seja, os dois casos não são de pessoas que passaram mal, que tiveram que serem socorridas ou mesmo que viessem a depender de tratamento mais invasivo por parte dos médicos em Prados ou na região.

Ambos os pacientes, mesmo não apresentando sintomas, fizeram os testes e a sorologia como exigência das empresas de retorno ao trabalho, e tiveram resultado relatado como “positivo” para COVID-19.

Com os nomes preservados pela Secretaria de Saúde, a nota oficial relata que o primeiro caso que apareceu em Prados trata-se de um paciente na faixa etária de 35 a 40 anos que trabalha em outro estado e que, ao chegar no município, recebeu a orientação preventiva para cumprimento de quarentena. Terminado este prazo (geralmente de 14 dias), o paciente seguiu orientação da empresa onde trabalha para a realização de sorologia e teste de swab em laboratório para poder retornar ao trabalho.

Embora sem sintomas ou comorbidades, que são alterações na saúde do paciente quando duas ou mais doenças estão relacionadas ou quando houver doenças que predispõem o paciente a desenvolver outras doenças, o paciente foi recomendado a se manter isolado juntamente com sua família até que chegue o resultado do material coletado para teste do swab que foi enviado para Belo Horizonte.

O segundo caso confirmado é semelhante ao primeiro. O paciente, na faixa etária dos 50 aos 60 anos, também não possui comorbidades e nem apresenta fatores de risco. Trabalhador na vizinha São João Del Rey, este fez o teste através da Secretaria Municipal de Saúde de São João, em uma testagem em massa para investigar um possível surto da doença em seu local de trabalho. Como resultado também apresentou quadro “positivo” para COVID-19. E igual ao primeiro caso, este também permanece assintomático, ou seja, sem apresentar sintomas, tendo recebido orientação da Secretaria de Saúde de Prados para permanecer em casa em isolamento tanto ele quanto sua família.

Atenção redobrada e imunidade em alta

Embora, como explicado assim, estes dois primeiros casos que apareceram em Prados não sejam motivos para que a população entre em pânico é preciso anotar que, em razão da seriedade do momento, qualquer descuido pode representar porta aberta para que eventualmente venha a aparecer infecção generalizada o que, até aqui, tem se mantido longe das divisas de Prados.

“Temos ouvido de gente se aglomerando em festas em lugares distantes do centro da cidade, para fugir aos olhos das autoridades, e isto é preocupante”, alertam agentes de saúde de Prados. “É preciso que todos estejamos em alerta, tenhamos consciência e responsabilidade”, avisa um médico ouvido pela Redação deste blogue. “Lavar as mãos com frequência, usar máscara sempre que estiver em lugares frequentados por outras pessoas, evitando sair de casa sem necessidade, continua sendo a melhor medida para manter o Coronavírus bem longe de Prados.

Para o médico Belmiro D’Arce, porém, “não basta evitar a contaminação”. Para ele a chave para combater o Coronavírus é manter a imunidade em alta. “O que determina se você vai viver ou morrer diante do Coronavírus é sua imunidade”, ensina (veja aqui). Portanto, pessoal, a hora é de manter em dia sua dieta alimentar, se alimentando bem, e nada de excessos com bebidas ou fumo.

OMS afirma que Suécia, que não fez lockdown, é “modelo a ser seguido”

Cidadania foi elemento crucial para o combate à doença

Por Pedro Ivo de Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Após adotar uma estratégia polêmica de combate ao novo coronavírus, a Suécia foi citada por Michael Ryan, diretor executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e especialista em saúde emergencial, como “modelo de combate [à covid-19].”

A Suécia se recusou, no período entre março e abril, a implementar leis específicas para quarentena e isolamento social. Em vez da regulamentação pesada de outros países da Escandinávia (região do norte europeu que agrupa Dinamarca, Noruega e Suécia), o governo sueco propôs uma política pública baseada em compreensão, cuidado e segurança com o próximo – uma forma de isolamento social baseado em cidadania, não em multas ou regulamentações severas.

“Há uma percepção de que a Suécia não criou medidas de controle e deixou a doença se disseminar, mas isso não poderia estar mais longe da verdade”, afirmou Ryan.“[O país] criou uma política pública muito dura de distanciamento social baseada em cuidar e proteger pessoas internadas. O que houve de diferente foi a confiança na cidadania e a habilidade individual dos cidadãos de se imporem o distanciamento social e os devidos cuidados [contra a infecção]”, afirmou o médico em coletiva.

A forma diferente de lidar com a pandemia foi criticada por acadêmicos e intelectuais do país, que escreveram uma carta aberta ao governo para solicitar um endurecimento das medidas contra o novo coronavírus. O documento registrou mais de 2.300 assinaturas. A Suécia apresentou um número maior de casos em comparação com os vizinhos, que adotaram medidas regulatórias por meio de decretos. Foram 20.300 casos e 2.462 mortes.

“Se não queremos uma sociedade que necessite de lockdowns, devemos olhar para a Suécia como representante de um modelo [de ação]”, complementou Ryan.

Diferenças

O país, porém, apresenta uma realidade bem diferente do resto do mundo. A Suécia conta com cerca de 10,3 milhões de habitantes, e possui um produto interno bruto (PIB) de cerca de US$ 528 bilhões. O país tem uma renda média anual de US$ 54.600 por pessoa – cerca de R$ 300 mil. A Suécia figura entre os 10 países com a população mais feliz do mundo, e também com maior liberdade econômica. A média de impostos que o cidadão sueco paga gira em torno de 32% dos ganhos individuais, o que torna o país um dos mais onerosos para os contribuintes.

Muita calma na hora de negociar um imóvel. Pressa não vale a pena!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

‘Mamãe, não quero ser prefeito!’

Raul Seixas - Cowboy fora da lei (Áudio) - YouTubeA frase que intitula este editorial não é minha. Tem dono! E se o dono não foi Raul Seixas, foi pela música dele que se imortalizou tal e qual imortal dentro de nossas mentes e corações veio a se tornar aquele que chegou a ser reconhecido como o rebelde dentre os rebeldes. Afinal, Rauzito nascera “há 10.000 anos atrás”. Não era do seu tempo; nem do nosso. Dele diziam que era “louco, por eu ser assim”, mas não se demorava em afrontar: “Mais louco é quem me diz – e não é feliz!”.

De sua poesia pode ter mesmo nascido o enigma que persegue todos quantos um dia vieram a pretender serem prefeitos, sem lá muito se importarem com as consequências em vindo a sê-lo. A consequência direta estava no vaticínio: “pode ser que eu seja eleito, e alguém pode querer me assassinar’. Não, mamãe; melhor mesmo não pretender ser prefeito, não vir a ser prefeito, não procurar estar prefeito.

Pouco afeito às coisas do politicamente (correto ou incorreto, não importa), Raul Seixas talvez tivesse conseguido dimensionar que a joia da prefeitura pode até não ser um falso brilhante, mas sabia ele que experimentar estar prefeito, não obstante o sacerdócio a que muitos juram se aplicar, é viver sob a espada de Dâmocles!

Posto que Dâmocles não manda aviso prévio sobre os perigos que cercam o poder, ou os perigos que se seguem à posse do cargo temporal de senhor da urbe, é de se crer que muitos prefeitos Brasil afora – e em todos os tempos, sejam presentes, passados ou futuros –, sejam de quaisquer partidos políticos ou correntes ideológicas, acabem por serem tomados de assalto quando vêm a centímetros de seus pescoços o aço afiado da espada, presa que está e fica por tênue fio de cabelo.

Há aqueles que desafiam o perigo, sempre em nome da vaidade, da sede pelo poder, ou da sanha dos interesses no mais das vezes inconfessáveis. A estes eu costumo dizer que, assim que assomam o cargo para o qual foram eleitos, tendem a fazer da vida pública aquilo que costumeiramente fazem na privada!

Muito bem. Partindo deste preâmbulo que, convenhamos, é retrato de boa parte da classe política brasileira, quero estender o raciocínio para ir ao encontro daqueles que sabiam perfeitamente que o estar alcaide não é necessariamente a melhor das opções a ser escolhida por quem queira ter no mínimo paz. A estes poucos – minoria, portanto – registro sincera homenagem porque deveras nada fácil é enfrentar os desafios da administração pública, mormente em meio a crises como as que parecem perseguir o prefeito de Peruíbe nestes últimos meses, crises estas provocadas por acidentes da natureza como as chuvas torrenciais que não deram trégua desde muitos meses atrás, provocando enchentes e quedas de barreiras, e que culminam com a crise presente da pandemia que se alastrou mundo afora e adentro, e que tem levado o pavor para dentro das casas onde as pessoas se escondem como se lá estivessem elas efetivamente imunes do ataque do tal vírus.

O momento deve ser de dura reflexão sobre as ações a que o prefeito de Peruíbe ou de qualquer outra cidade tem que tomar. Sim – tem que tomar! Ainda que as convicções pessoais do prefeito não estejam perfeitamente alinhadas com o protocolo estabelecido a partir de regras de contenção da disseminação do vírus estabelecidas pelas Organização Mundial de Saúde, regras estas que, também por sua vez, não têm andado lá muito alinhadas com a também dividida comunidade médico-científica acerca dos perigos de contágio e da letalidade do presente vírus se confrontados com outros muito mais letais como o H1N1 (Influenza), ainda assim cabe ao prefeito a responsabilidade de agir como tem agido, sempre em consonância com a ações que seus pares têm tomado Brasil afora, com maior ou menor grau de exagero ou de zelo, ou mesmo de excesso deste.

E onde está a dificuldade do estar prefeito em tempos de guerra como este que agora vivemos? Está justamente no fato de ser ver na contingência de ministrar remédios que sabe ele – o prefeito – serem amargos, como este do confinamento vertical, que já vem de trazer, e que trará efeitos colaterais de difícil dimensionamento para a economia do município, e que, para maior desespero da classe que representa a força de trabalho e empresarial da cidade, demandará anos e anos para a recomposição do status quo ante.

Perante o quadro dantesco que vemos à nossa frente, não está só o prefeito na condição do “se correr o bicho pega; se ficar, o bicho come”. Todos estamos, e todos nos igualamos no quesito que representa a todos nós muito mais a perder do que a ganhar ali na frente.

A isso muito se deve o fato de as informações permaneceram desencontradas. A informação da mídia tradicional vem sendo confrontada diretamente pela contrainformação impetrada pelas redes sociais. Não há consenso, não há transparência e o que se nota é uma carência enorme de honestidade e franqueza seja pelo lado daqueles que instalaram o medo e as incertezas por decreto, seja pela vertente daqueles cujas vozes ainda soam roucas, mas que insistem em procurar mostrar que o bicho não é tão feio, nem tão peludo, nem tão grande como decantam ser aqueles que já sequer sabemos mais se são apóstolos do quanto pior, melhor; ou se seriam apologistas do quanto melhor, pior!

Coincide o estado de calamidade pública com o período pré-eleitoral, já quase período eleitoral. E, porquanto isso, o que se pode ouvir pelas ruas desertas das cidades é o ressoar de vozes críticas que insistem na comparação do “se fosse eu, faria assim ou faria assado”; “se fosse eu não faria assim ou assado”. Curioso, entanto, é que neste diapasão parece mesmo que sumiram as chamadas forças de oposição, seja pela solidariedade que pode estar dando trégua ao prefeito em suas decisões nada fáceis de serem tomadas, seja porque despertou-lhes a consciência de que, afinal, o prefeito está enfrentando a terrível possibilidade de o fio que sustenta a espada se romper em momento que já se faz tarde, não tendo e não havendo como voltar mais atrás, até mesmo porque se foi escolha do prefeito o querer vir a ser prefeito, não foi sua escolha o enfrentamento do caos cujo prenúncio, ainda que não seja tal e tanto como insistem os interesses apocalípticos, é, convenhamos, sombrio.

Mas, e se o prefeito tivesse agido diferente? E se tivesse sido ele o único dentre os cinco mil e tantos prefeitos do país que se viram em semelhante contingência que se rebelasse em não crer e em procurar fazer não crer que a cidade pudesse a ser alcançada pelos tentáculos algozes do vírus? Será que encontraria guarida de apoio do e no povo? Difícil. Até porque, se em meio a esta caminhada que seria vista como para lá de tresloucada, alguém morresse (ainda que de qualquer causa que não o vírus), não demoraria para que fosse acusado de irresponsável por não ter tomado as precauções devidas para evitar a morte, mesmo que de um único munícipe.

O prefeito sabe que agradar o povo não é tarefa fácil. Sabe, porquanto isso, que uma fatura está em fase de lançamento e tem vencimento para outubro próximo. Com ou sem o vírus, com ou sem crise, a fatura será cobrada no dia das eleições. O que indicará se seu saldo político em conta será positivo ou negativo depois das eleições muito certamente será o resultado das suas medidas assim que a crise tiver passado. Se, passada a onda viral, na cidade muitas vidas tiverem sido ceifadas em razão da insuficiência respiratória aguda a que o tal Corona leva, tudo o que prefeito tiver providenciado e feito como medida de tentativa de contenção da disseminação do vírus terá sido pouco; se, depois do vírus ter ido embora, ninguém tiver morrido na cidade, tudo o que o prefeito fez foi exagerado e desproporcional ao risco que, avisavam alguns, afinal, era menor, bem menor.

De tudo e por tudo eu arrisco dizer que, a depender de mim, eu não gostaria de estar na pele do prefeito agora. Até porque parece mesmo que neste momento o vaticínio de Raul Seixas persegue prefeitos e prefeitas por todos os cantos do Brasil, e é bem possível mesmo afirmar que o Coronavírus é o tal assassino – de aluguel para uns; para outros nem tanto – que agora vem pleiteando consumar a saga de dizimar uma classe que terá que fazer esforço hercúleo para convencer seus concidadãos de que o que fez, fez por ter que fazer, e fez por entender ser o melhor na busca da preservação de vidas.

De todo modo o que acontecerá depois que tudo isso passar é incógnita. É certo que não haverá tempo para a economia se reerguer em tempo que seja antes de outubro, ainda mais para um comércio que vive da sazonalidade a depender do turismo. Se a população souber equacionar o governo como um todo, descontando as também sazonalidades dos contratempos tidos e havidos, os quais sabemos não terem surgido por querência de quem quer que seja, é muito possível que a disputa eleitoral encontre equilíbrio na balança das eleições.

Seja qual for o nível de satisfação ou insatisfação do governo em administrar esta e aquela outra crise, e seja qual for o direcionamento que se pretenda dar ao que prefeito está fazendo ou deixando de fazer, aproveito o momento pascoalino para imaginar o tamanho e o peso da cruz que o prefeito carrega neste instante. Salvo melhor juízo, há suor, lágrima e, quem sabe, até mesmo sangue sendo vertidos na antecedência de cada decisão mais corajosa, mais exagerada que seja, que deva ser tomada, e que vem sendo tomada.

A minha mensagem aos prefeitos do Brasil não é alvissareira, mas é honesta, e repete Alessandro Manzoni em seu “Il Cinque Maggio”, escrito em 1821 por ocasião da morte de Napoleão Bonaparte: Ai posteri l’ardua sentenza.

Washington Luiz de Paula

Coronavírus: Defensoria de MG pede que fornecimento de energia elétrica e água não sejam interrompidos

COPASA e CEMIG receberam recomendação para que não cortem os serviços de consumidores inadimplentes durante período de pandemia

Déborah Lima, em O Estado de Minas Gerais

A Defensoria Pública de Minas Gerais emitiu recomendação nesta quarta-feira para que a Copasa e a Cemig não deixem de fornecer água e energia elétrica em casos de inadimplemento do consumidor, enquanto perdurar o estado de pandemia decorrente da COVID-19.

O texto assinado por Daniele Bellettato Nesrala, coordenadora da Defensoria Pública Especializada da Infância e Juventude, recomenda que “posteriormente sejam buscados meios menos gravosos de coação para a cobrança.”

A decisão considerou alguns itens, como:

  • as pessoas, inclusive crianças e adolescentes que não estarão na escola, passarão a maior parte do tempo em suas casas como consequência da medida de isolamento e com isso terão um aumento do consumo de energia elétrica e água;
  • a necessidade de energia elétrica para o armazenamento de alimentos nesse período de isolamento;
  • a energia elétrica e fornecimento de água como verdadeiro direito fundamental, garantido pela Constituição enquanto serviço público essencial;
  • a redução de renda de pessoas autônomas durante o período de isolamento;
  • que transferência do serviço público das empresas estatais para a iniciativa privada não modifica o direito dos usuários do serviço, que com o advento do Código de Defesa do Consumidor, tiveram reforçados e ampliados seus direitos;
  • é dever das concessionárias oferecer o serviço público de modo contínuo e regular.

Nesta quarta-feira, o órgão já havia expedido documento que recomenda que continue sendo distribuída alimentação a todos os alunos da rede pública estadual e municipal que tiveram as aulas suspensas.

Com data de 18 de março, as recomendações solicitam resposta no prazo de três dias.

A Cemig informou que está em contato com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para definir ações que visam diminuir os impactos da pandemia. A Companhia prevê um posicionamento oficial até o final da semana.

A reportagem do Estado de Minas entrou em contato também com a Copasa e não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Anote a programação para os 61 anos de Peruíbe e não perca nada desta festa especial

Peruíbe completa 61 anos de emancipação no próximo dia 18. Para esse momento tão especial para nossa gente a Prefeitura preparou uma programação especial com esportes, eventos sociais e muita música. Confira a programação na imagem abaixo:

Sábado agora (15) tem Sarau Sem Censura em Peruíbe. Não perca!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

O seu banner expirou? Não priemos cânico! Clique aqui e renove já!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Anuncie aqui! Eu tenho 9 motivos especiais para você NÃO anunciar comigo! Não acredita?

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Anuncie aqui – O seu banner expirou? Não se desespere. Renove-o agora!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Camisa Polo Corínthians Retrô por R$ 50? Não perca. Compre já!

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

Não seja um topógrafo de orelhada! Estude agora a partir de seu computador.

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.

É quando você mais precisa dele, que ele desaparece. Não é incrível?

Se você está vendo estes anúncios acima, outras pessoas poderão ver o seu anúncio também! Anuncie agora! Ganhe banners rodando 24 horas por dia por um investimento muito baixo mesmo! Anuncie já! Clique aqui e contrate seus banners agora.