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Após WhatsApp sair do ar, filho reencontra mãe que morava dentro da mesma casa

Do Corvonews

Sempre que o telefone vibra, raramente é sinal de ligação. Na maioria das vezes, é uma mensagem no WhatsApp, aviso de uma curtida no Facebook ou de um novo seguidor no Twitter. Já faz algum tempo que é dessa forma totalmente conectada que as pessoas se relacionam.

E normal hoje em em dia, as pessoas darem mais valor na vida virtual através de redes sociais, do que às vezes, dar um pouco de atenção à quem realmente precisa: Mãe, Pai, Filhos, Esposa, Marido…

Perdemos muito tempo na frente de um tela, tentando ser o que não somos e fingindo entender aquele assunto que todo mundo está falando.

INTERNET é bom, mas como tudo em excesso faz mal, use com moderação.

A vida passa, o tempo é cruel e não volta atrás. Responde mil comentários, dá mais de mil opiniões, mas dentro de casa não fala nem bom dia pra família. De valor a vida, ame, é de graça!

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WhatsApp cria nova regra de privacidade para entrada em grupos

Mensagem de WhatsApp tenta impor terror em escolas de Peruíbe

Da Redação

Uma mensagem gravada sobre o fundo dos corredores de uma das escolas públicas de Peruíbe começou a ser disseminada na noite deste domingo, fazendo ameaças de repetir a chacina de Suzano também nas escolas de Peruíbe.

Segundo o áudio, que foi feito em voz computadorizada, a atenção deve ser voltada para as escolas Otoniel Junqueira, Planeta Azul (particular) e São João Batista, prometendo fazer o “maior massacre” e mencionando alguns nomes em particular, e terminando por dizer que “Suzano não foi o suficiente”.

Assim que o áudio chegou à Redação, via WhatsApp, por volta das 21hs deste domingo, prontamente a Redação acionou o prefeito Luiz Maurício, que lembrou que acabara de receber a mesma mensagem. Segundo o prefeito a mensagem não pode ser ignorada. “Estou em contato com a Secretaria de Segurança, e vamos ficar atentos.”, disse.

Insegurança e pânico

Segundo um analista de segurança ouvido pela Redação este “tipo de material que vai ficar sendo replicado nos grupos, gera insegurança e certo pânico”. Ele lembra que “esse tipo de situação acontece depois de uma desgraça – é trote e pressão para todo lado!”. Com base em sua larga experiência como oficial reformado da Polícia Militar, avisa: “não dá para acreditar, porém não dá pra relaxar”.

Acostumados aos trotes, os agentes das polícias hoje têm mecanismos para chegar até os autores desta mensagem. Oxalá seja mesmo só um trote, que, neste caso, é de um mal gosto terrível, porque mexe com o emocional das famílias.

Brincadeira ou não, é preciso uma pronta investigação para se chegar até o autor deste vídeo assustador. E que o autor seja exposto a público – ainda que menor de idade – para que as famílias de bem do município possam ter paz em mandar as crianças para as escolas.

“Temos nossos filhos e netos nessas escolas, e não podemos ficar reféns de pessoas irresponsáveis mais do que já somos reféns dos criminosos”, lamenta um munícipe nas redes sociais.

Notícia falsa diz que WhatsApp será bloqueado em todo o país

Vídeo de 2015 tem sido difundido na rede como atual e foi responsável por alavancar as buscas de internautas no Google sobre o assunto

WhatsApp: falsa mensagem é difundida com diferentes versões (Photopin.com/Reprodução)

Por Nicolas Gunkel. na Exame

São Paulo – Nos últimos dias, espalhou-se em grupos do WhatsApp e outras redes sociais a mensagem de que o aplicativo de mensagens seria bloqueado em todo o país por um período de 48 horas. Contudo, trata-se apenas de mais um boato que ganhou força com o período de tensão pelo qual passa o país em função da greve dos caminhoneiros.

Google Trends, ferramenta do Google que monitora as pesquisas que estão em alta no buscador, mostra que milhares de usuários procuraram sobre o tema na última semana, com um claro pico no dia 31 de maio. A falsa mensagem, que corre pelas redes sociais, é difundida com diferentes versões, das mais sóbrias e inocentes às mais alarmistas e com erros de português. Enquanto uma das correntes afirma que o governo teria determinado a suspensão do serviço para dificultar a comunicação dos caminhoneiros (medida que não lhe caberia por lei), outra diz se tratar de um bloqueio da Justiça.

O que confere certo tom de legitimidade ao boato e pode enganar os mais desavisados, porém, são alguns vídeos antigos da Globo e da Globo News que os acompanham. Muitos internautas não percebem que se trata, na verdade, de reportagens de dezembro de 2015.

Na ocasião, o aplicativo de mensagens teve seu bloqueio determinado pela Justiça, uma vez que não atendeu a um pedido de colaboração para uma investigação criminal. Desde então, o mesmo vídeo é utilizado com frequência em situações de comoção nacional, embora sempre tirado de seu contexto original, como lembra o site Boatos.org, especializado em desmentir notícias falsas.

Então, vale ficar atento. Sempre que alguma mensagem suspeita se espalhar repentinamente por seus grupos de WhatsApp, tente ir diretamente à fonte da informação ou a sites especializados.

Nota de Repúdio do Grupo ‘RAÍZES PERUÍBE’ do WhatsApp

NOTA DE REPÚDIO

Pela presente NOTA DE REPÚDIO, os signatários abaixo-assinados vêm à público manifestar seu mais veemente PROTESTO contra a criminosa invasão de privacidade promovida pela Sra. Claudete Andreotti por intermédio de seu site denominado “Boca de Rua” em desfavor dos membros que integram o grupo “RAÍZES PERUÍBE” no WhasApp.

É sabido por todos que qualquer cidadão tem direito à sua privacidade e que as opiniões, propostas, manifestações, muitas das quais em tom de gracejo e pilhéria levadas a plano pelos membros do referido grupo “RAÍZES PERUÍBE” não podem jamais produzir prova de pretenso crime, ainda que contra a honra e a moral, vez que o grupo em tela é fechado e restrito a membros convidados, os quais pactuam com o mesmo sentimento de, além de discutir assuntos sérios, também encetar sobre estes mesmos assuntos pitadas de humor e de descontração.

A invasão da privacidade e a exposição pública de celulares de membros do grupo, todas pessoas de bem dentre os quais figuram advogados, empresários, jornalistas e até autoridades, a par de não terem sidos autorizadas por nenhum destes membros, mostra o quanto a pseudojornalista se equivoca ao interpretar como “liberdade de imprensa” e “liberdade de expressão” ato que configura – esse sim! – irresponsável e criminoso. Como agravante, o ato da publicação em seu site com a exposição de telefones e dados não autorizados fere o Art. 7º do CAPÍTULO II do MARCO CIVIL DA INTERNET, nos seus CAPUT e Incisos I, II e III que reza:

Art. 7º O acesso à Internet é essencial ao exercício da cidadania, e ao usuário são assegurados os seguintes direitos:

I – Inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrentes de sua violação;

II – Inviolabilidade e sigilo do fluxo de suas comunicações pela Internet, SALVO POR ORDEM JUDICIAL (grifo nosso) na forma da lei;

III – Inviolabilidade e sigilo de suas comunicações privadas armazenas, SALVO POR ORDEM JUDICIAL (grifo nosso);

Pelo exposto, roga-se a publicação deste manifesto, ipsis litteris, no mesmo espaço usado para veiculação da “notícia” que dá azo a esta NOTA DE REPÚDIO, sem prejuízo das demais sanções que os signatários desta podem vir a promover no curso da Justiça.

Seguem assinaturas dos membros do grupo.

Ofensas pelo WhatsApp rendem até R$ 13 mil de indenização na Justiça; veja casos

Quem manda mensagens abusivas pelo app pode cometer de difamação a discriminação e ter de responder na esfera cível e criminal.

Aplicativos do Facebook e WhatsApp no iPhone (Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP)

A.* ouviu da amante do marido detalhes das relações sexuais, em mensagens também enviadas a sua filha, uma criança. J. foi alvo de piadas após um conhecido espalhar boatos de um caso entre eles. A.D. era constantemente chamada de “gorda”, “feia”, “bunda mole” e “bigoduda” pelo chefe. R. teve fotos íntimas incluídas em montagem pornográfica. Em comum, as quatro foram alvo de assédio pelo WhatsApp (leia os casos abaixo).

“Aquilo que podiam ser palavras ao vento agora ficam todas registradas nessa praça digital, que, por ser pública, tornam o ato ridicularizante”, resume Patrícia Peck Pinheiro, advogada especialista em direito digital. Ela lembra que, desde a entrada em vigor do Marco Civil da Internet em 2015, as empresas que mantêm plataformas digitais deixaram de ser responsabilizadas judicialmente pelo conteúdo publicado por usuários – só passam a ser alvo se descumprirem determinações da Justiça, como a de remover postagens.

Mulher ridicularizada em grupo com 17 homens

J., de 21 anos, era alvo de comentários em um grupo de WhatsApp composto por 17 homens. G., um dos integrantes, sugeria em áudios e mensagens ter tido relações sexuais com ela e ter sido o responsável por tirar a virgindade da moça. Até ser avisada por uma amiga, que começou a se relacionar com uma das pessoas do grupo, a jovem desconhecia o teor do bate-papo.

Ao saber, pediu à família do ofensor que intercedesse, mas não foi atendida. Foi aí que resolveu processá-lo por difamação e danos morais. No dia 13 de janeiro deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo negou um recurso da defesa e determinou pagamento de indenização de R$ 10 mil.

“De maneira injustificada, o réu teve o intuito de prejudicar a reputação da autora. Não se demonstrou nos autos que autora e réu tenham tido algum relacionamento anterior, onde tenha restado mágoa ou ressentimento por parte do réu que o tenha levado a praticar tais atitudes”, diz o desembargador Silvério da Silva, na decisão de 2ª instância. Ainda cabe recurso.

G. também responde a um processo criminal por difamação, diz o advogado de J., Alexis Claudio Muñoz Palma.

Ofendida por amante do marido

Em maio de 2016, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que A. recebesse R$ 2 mil da amante do marido, que a ofendeu em mensagens por WhatsApp. Ser chamada de “coitada”, “otária”, “burrinha” e “chifruda”, disse a mulher, a fez entrar em depressão, o que a obrigou a abandonar o emprego. Não bastasse as ofensas dirigidas a ela, teve de lidar com mensagens e ligações feitas diretamente à filha, então com 9 anos.

“Em verdade, o que se mostra contrário ao direito – muito mais do que a infidelidade do marido – são as diversas ofensas promovidas pela ré em desfavor da autora, ofensas essas que ultrapassam a esfera do mero dissabor”, afirmou o desembargador Roberto Behrensdorf Gomes da Silva, relator do processo.

Funcionária de loja xingada por chefe

Em Santa Catarina, a loja de artigos esportivos Diederichsen foi condenada a pagar R$ 13 mil a uma funcionária xingada constantemente por seu chefe em mensagens compartilhadas diariamente em um grupo do WhatsApp que reunia funcionários.

Para o desembargador Garibaldi Tadeu Pereira Ferreira, relator da ação, o “atos atentatórios a sua dignidade” “tinham o objetivo de coagi-la a pedir demissão”.

Montagem pornográfica feita por menor de idade

Menores de idade não estão livres de enfrentar punições. R. teve algumas fotos íntimas usadas em montagem pornografia que foi compartilhadas por M., uma colega de escola As circulação das imagens começou no Twitter, continuou pelo WhatsApp e terminaram na Justiça.

A mãe dela processou os pais da ofensora e, em agosto de 2015, a Justiça de São Paulo determinou pagamento de R$ 30 mil a título de indenização de danos morais. Mas depois reduziu a indenização para R$ 7 mil.

“Tem aumentado o número de processos sobre o tema. É jurisddipudrência pacífica que quem divulga ou quem mesmo curte [conteúdo ofensivo] tem o dever de indenizar”, afirma André Sbrissa, advogado de R.

Patricia Peck Pinheiro diz que o problema é enfrentado até por escolas. No ano passado, ela auxiliou um colégio de alto padrão de Salvador (BA) que se viu às voltas com uma divergência entre alunos que foi parar na delegacia.

Em um grupo no WhatsApp, cinco estudantes escreveram ofensas contra as 12 meninas da lista. Diziam, relata a advogada, que nem sabiam por que elas estudavam, já que acabariam como donas de casa.

O pai de uma delas registrou um boletim de ocorrência. Por serem menores, os rapazes receberam penas socioeducativas: tiveram de apagar as mensagens, pedir desculpas e apresentar palestras na escola sobre diversidade de gênero.

Outros crimes

Quem manda mensagens abusivas por apps de bate-papo ou por redes sociais pode ser responsabilizado tanto na esfera criminal quanto na cível, explica a advogada Patrícia Peck Pinheiro. Em uma esfera, as penalidades são financeiras, como o pagamento de indenização; na outra, a pena pode envolver prisão.

Dependendo do teor, essas mensagens podem configurar diferentes crimes, desde calúnia, difamação ou injúria até preconceito racial e ameaça. Os autores das mensagens podem ser acionados até mesmo se a pessoa ofendida não for uma das destinatárias, que foi o caso de J.

Mesmo a fofoca digital, ainda que não seja ofensiva, pode gerar ações na Justiça. Entra aí a reiteração jocosa das características de uma pessoa (por exemplo: “fulano ri muito”), comportamento comum em casos de bullying. O crime seria abuso da liberdade de expressão.

Até membros de um grupo de mensagens que não ofendam ninguém mas mantenham o silêncio podem ser enquadrados, diz a advogada. “Nos casos do grupo de WhatsApp tem tido uma situação que aquele que fica em silêncio pode ter uma responsabilidade por cumplicidade”, diz. “O que fica calado concordou.” Eles cometeriam crime de omissão. Nesses casos, a orientação é sinalizar discordância ao menor sinal de mensagens agressivas.

*Os nomes foram trocados pelas iniciais para preservar vítimas

WhatsApp anuncia novidade para usuários que visualizam as mensagens e não respondem

Do Portal G17

Mensagem visualizada e ignorada é comum no aplicativo WhatsApp, principalmente quando o outro lado não tem interesse na conversa. No entanto, para que o usuário ignorado não fique chateado com o fato, o WhatsApp está lançando um robô que responderá automaticamente as mensagens dos usuários ignorados.

O sistema funcionará da seguinte forma:

Vamos supor que o usuário chamado Anael envia mensagem para uma usuária chamada Anaely.

Anaely visualiza e ignora, não responde.

O robô entra em ação e responde por Anaely:

Anaely: – Oi, tudo bem?

É óbvio imaginar que Anael responderá com o seguinte texto:

Anael: – Tudo bem e com você?

Desta forma, o robô responderá por Anaely o seguinte:

Anaely: – Estou bem. Tem novidades?

Anael responderá: – Não tenho e você?

O robô responderá por Anaely: – Também não!

Pronto. O assunto vai se encerrar quando o robô responder que não tem novidades para o outro usuário.

Segundo os engenheiros do aplicativo de mensagens, o sistema vai funcionar perfeitamente bem, apesar de estranho e cômico vai evitar que o usuário se sinta sozinho por ter sido ignorado enquanto tentava conversar com alguém.

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