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A criação do céu e da terra e de tudo o que neles há

A criação do céu e da terra - Gênesis I No princípio houve por bem a DEUS criar os céus e a terra; e assim o fez. E a terra era sem forma e vazia, e havia trevas sobre a face do abismo; e o ESPÍRITO de DEUS se movia sobre a face das águas.

E disse DEUS: “Haja luz!” – e houve luz, vendo DEUS que era boa a luz, fazendo DEUS separação entre a luz e as trevas. E DEUS chamou à luz “dia”, e às trevas chamou “noite”. E foi a tarde e a manhã daquele primeiro dia da criação.

E disse mais DEUS: “Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas”. E fez DEUS a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão que acabara de fazer, e também as águas que estavam sobre tal expansão; e assim foi. E chamou DEUS à expansão “céus”. E assim terminou a tarde e a manhã do segundo dia da criação.

Então disse DEUS: “Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca”; e assim aconteceu. E chamou DEUS à porção seca “terra”; e ao ajuntamento das águas chamou “mares”; e viu DEUS que tudo quanto fizera até ali era bom.

E seguiu dizendo DEUS: “Produza a terra plantas verdes, plantas que deem sementes, árvores frutíferas que deem frutos segundo a sua espécie, cuja semente estará nela sobre a terra”; e, tal como disse, assim aconteceu. E a terra produziu toda sorte de plantas, plantas dando semente conforme a sua espécie, e árvores frutíferas, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu DEUS que aquilo era muito bom. E foi a tarde e a manhã do dia terceiro da criação.

E disse DEUS: “Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite, e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos, e sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra”; e assim se deu. E fez DEUS os dois grandes luminares que estão sobre a terra: o luminar maior para governar o dia, a que se chamou “sol”, e o luminar menor para governar a noite, que teve por nome “lua”; e fez DEUS ainda todas as estrelas que há na amplidão dos céus. E DEUS os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, e para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu DEUS que isto igualmente era bom, terminando, com isso, a tarde e a manhã do quarto dia da criação.

Falou DEUS mais: “Produzam as águas abundantemente seres vivos: répteis, peixes e mamíferos, e voem as aves sobre a face da expansão dos céus”. E DEUS criou as grandes baleias, e todos os seres vivos que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies, e também toda a ave de asas conforme a sua espécie; vendo DEUS que também isso era bom. E DEUS os abençoou, dizendo: Frutifiquem-se e se multipliquem, e encham as águas nos rios e nos mares, e as aves se multipliquem sobre a terra. Com isso, terminou a tarde e a manhã do quinto dia da criação.

DEUS seguiu com seu propósito, dizendo: “Produza a terra seres vivos conforme a sua espécie; mamíferos, anfíbios e répteis, e as feras da terra, conforme a sua espécie”; e, como ordenou, tudo foi criado. E fez DEUS as feras da terra conforme a sua espécie, e os mamíferos conforme a sua espécie, e todo o réptil e anfíbio da terra conforme a sua espécie; vendo DEUS que tudo aquilo era realmente bom.

Após a criação dos animais, falou DEUS: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança, e domine sobre os peixes do mar, e igualmente sobre as aves dos céus, todo o gado, todo o réptil que se move sobre a terra, e sobre toda a terra”. E criou DEUS o homem à Sua imagem; à imagem de DEUS o criou; criou homem e mulher. E DEUS os abençoou, e assim lhes disse: “Frutifiquem-se e se multipliquem, e encham a terra, e sujeitem-na, e dominem sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”.

E seguiu DEUS, dizendo: “Eis que Eu tenho dado a vocês todas as plantas que dão semente, que estão sobre a face de toda a terra, e toda a árvore em que há fruto que dê semente ser-vos-á para mantimento, assim como a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra em que há alma vivente toda a planta será para mantimento”; e assim foi. E viu DEUS tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

Dessa formou DEUS os céus e a terra e todo o seu exército dessa forma foram feitos.

E havendo DEUS terminado de fazer tudo quanto fizera, no sétimo dia desde que começara a obra que fizera, descansou Ele no sétimo dia de toda a Sua obra que tinha feito. E assim abençoou DEUS aquele dia – o dia sétimo – e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que criara e fizera.

Evento registrado no Livro de Gênesis (Capítulo 1, Versículos de 1 a 31, ao Capítulo 2, Versículos de 1 a 3), atribuído a Moisés, numa adaptação livre feita por Washington Luiz de Paula à tradução para o português de João Ferreira de Almeida, de acordo com os textos originais.

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A besta que subiu da terra

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E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, e falava como o dragão; e exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.

E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens, e engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.

E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Texto extraído do capítulo 13, versículos do 11 ao 18, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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A queda de Babilônia: Lamentações sobre a terra

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E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder; e a terra foi iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: “Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra fornicaram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias”.

E ouvi outra voz do céu, que dizia: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participantes dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas, porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e DEUS se lembrou das iniquidades dela. Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro. Quando ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto; porque diz em seu coração: ‘Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto’. Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor DEUS que a julga. E os reis da terra, que fornicaram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: ‘Ai! ai daquela grande cidade de Babilônia, aquela forte cidade! pois em uma hora veio o seu juízo’. E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais compra as suas mercadorias: mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a madeira odorífera, e todo o vaso de marfim, e todo o vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore; e canela, e perfume, e mirra, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e gado, e ovelhas; e cavalos, e carros, e corpos e almas de homens. E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti; e todas as coisas gostosas e excelentes se foram de ti, e não mais as acharás. Os mercadores destas coisas, que dela se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando e lamentando, e dizendo: ‘Ai, ai daquela grande cidade! que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata; e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! porque numa hora foram assoladas tantas riquezas. E todo piloto, e todo o que navega em naus, e todo marinheiro, e todos os que negociam no mar se puseram de longe; e, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: ‘Que cidade é semelhante a esta grande cidade?’ E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando, e dizendo: ‘Ai, ai daquela grande cidade!, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência; porque numa hora foi assolada’. Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já DEUS julgou a vossa causa quanto a ela”.

E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: “Com igual ímpeto será lançada Babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada. E em ti não se ouvirá mais a voz de harpistas, e de músicos, e de flautistas, e de trombeteiros, e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e ruído de mó em ti não se ouvirá mais; e luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra”.

Texto extraído do capítulo 18, versículos de 1 a 24, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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O novo céu e a nova terra

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E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém que de DEUS descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: “Eis aqui o tabernáculo de DEUS com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo DEUS estará com eles, e será o seu DEUS. E DEUS limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”.

E o que estava assentado sobre o trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas”. E disse-me: “Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis”. E disse-me mais: “Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tenha sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. Quem vencer herdará todas as coisas; e eu serei seu DEUS, e ele será meu filho; mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte”.

Texto extraído do capítulo 21, versículos de 1 a 8, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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Hoje é o Dia do Planeta Terra

Ficheiro:Earth flag PD.jpg
Bandeira não-oficial do Dia da Terra: O Planeta sobre um fundo azul.

Do Wikipedia

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

História

A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agencia de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

  • Em 1972 se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.
  • O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulara por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
  • O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
  • No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.
  • “A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…”

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.

Este dia não é reconhecido pela ONU.

Cidades da Baixada Santista terão shows no mar, na terra e no céu na virada de ano

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Todas as cidades da região terão shows no céu

De A Tribuna On-line

De Bertioga a Peruíbe, a virada do ano vai muito além da pirotecnia nos céus da Baixada Santista. A programação da noite do dia 31 e da madrugada do dia 1º terá shows, apresentações musicais e intervenções artísticas nas praias e nas principais concentrações urbanas das nove cidades da região.

Toneladas e mais toneladas de fogos de artifício serão instalados na próxima semana em lugares estratégicos. A segurança aliada à diversão são requisitos mínimos, segundo opinião unânime das próprias prefeituras, para que os Réveillons dos moradores e turistas sejam de menos problemas e mais diversão.

Santos terá 18 toneladas de material pirotécnico espalhados por oito balsas na praia, nos morros e na Área Continental. Além das tradicionais tendas, a novidade desta vez são pequenas ilhas montadas na areia onde estarão DJs. Atrás deles, haverá telões que exibirão na hora imagens enviadas pelo público, via internet.

O Réveillon de Bertioga foi o primeiro a ser preparado entre as cidades da região. As apresentações, de todos os ritmos musicais, serão em três pontos da Cidade: Centro, Jardim Indaiá e Boracéia. Na virada da noite, a queima de fogos será realizada na Praia da Enseada, próximo ao Forte São João.

Em Guarujá, haverá sete pontos de lançamento de fogos de artifício, mas o principal ficará nas Pitangueiras, onde o material será instalado em uma barcaça. Moradores do Distrito de Vicente de Carvalho também receberão 2014 com show de pirotecnia, que estará concentrado na Praça 14 Bis.

Cubatão promete fogos mais tempo no céu do que nas outras cidades: 20 minutos. O lançamento ocorrerá na Ilha Pompeba. Dessa maneira, o público que deverá estar concentrado em um grande palco, por onde passarão quase 10 músicos, no Jardim Casqueiro, poderá assistir de perto o espetáculo no céu.

Diferentemente do ano passado, São Vicente volta a ter queima de fogos, tanto na Área Continental como nas praias (Área Insular). Além da pirotecnia, a Prefeitura disse que haverá também apresentações musicais nessas duas regiões. Os pontos onde serão instalados os fogos serão escolhidos ainda nesta sexta-feira.

Pelo menos oito bairros de Praia Grande terão pontos de shows. A intenção é de que todos os moradores da cidade possam “ver” a chegada de 2014, esteja em qualquer lugar – promete a Prefeitura. O espetáculo, precedido por uma contagem regressiva, será crescente, com bombas coloridas e leques de luzes.

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Em Bertioga, queima de fogos do Forte São João é uma das mais esperadas pelos turistas que visitam a região

Litoral Sul

Em Mongaguá, no Litoral Sul, haverá apresentações musicais em um grande palco montado na Avenida Dudu Samba, no Centro. A virada do ano, porém, será comemorada com fogos de artifício em pelo menos duas praias, a do Centro e a de Agenor de Campos, próximo à Plataforma de Pesca.

Itanhaém terá intervenções artísticas com todos os ritmos musicais apresentados por seis bandas que se revezarão, durante a noite e início da madrugada,  em palcos montados na Praia do Sonho, da Gaivota e de Suarão. Em todos eles, também haverá o show de pirotecnia durante a virada de ano.

Por fim, Peruíbe também vai concentrar o lançamento dos fogos em apenas um só lugar: a Praia do Centro. Lá, haverá um palco para o Show da Virada. No entanto, a Prefeitura lembra que haverá queima de fogos em outros pontos da Cidade, como nas colônias de férias e clubes particulares.

Confusão: Aluno exige que professora marque como certa resposta de que a Terra foi criada em 7 dias

Pai disse que o estudante respondeu corretamnete e que vai processar a professora
Pai disse que o estudante respondeu corretamnete e que vai processar a professora

Do Portal G17

Uma confusão na Escola Deputado Barberiano de Barbeira poderá ir à Justiça. O filho de um Pastor teria respondido na prova que a Terra foi criada em 7 dias, há 4.000 anos a/c.

A professora não aceitou a resposta e marcou como errada e corrigiu o estudante com a versão cientifica, dizendo que a Terra surgiu há 4,5 bilhões de anos, e que a resposta do aluno está totalmente equivocada.

“Aqui na escola ele tem que responder a verdade”, disse a professora, gerando uma confusão com a família do aluno que é extremamente religiosa e prometeu acionar a Justiça.

“Isso é uma barbaridade de 4,5 bilhões de anos não existe, a Terra foi criada em 7 dias há 4.000 anos antes de Cristo e ponto final, o resto não se discute e vou processar essa professora. Só falta agora ela dizer que viemos do macaco”, disse o pai do estudante.

Ônibus de passageiros é assaltado no trevo de Terra Boa

Rosângela Gris, no Odiario.com

Um ônibus de passageiros da empresa Pluma foi assaltado na madrugada desta sexta-feira (9). O veículo que fazia o itinerário de São Paulo a Foz do Iguaçu foi fechado por um Peugeot de cor cinza no trevo de acesso ao município de Terra Boa (a 75km de Maringá) e obrigado a parar. Três homens armados que estavam no carro anunciaram o assalto e obrigaram o motorista a dirigir o ônibus até uma estrada vicinal próxima a uma mata.

Armados com uma pistola preta e dois revólveres prata, os assaltantes obrigaram os 38 passageiros a entregarem todo o dinheiro, cuja quantia ainda não havia sido apurada até esta manhã, e os telefones celulares. Depois disso, os homens foram trancados no bagageiro do ônibus, enquanto as mulheres foram deixadas no interior do veículo. Antes de fugirem, um dos assaltantes efetuou um disparo que acertou o teto do ônibus, e apesar do susto, ninguém ficou ferido.

O roubo foi comunicado a Central de Operações da Policia Militar de Campo Mourão por volta das 4h30, momento em que a Polícia Rodoviária Estadual foi acionada e iniciou as buscas pelo ônibus. O veículo foi localizado por volta das 5h40.

Ufanismo e bazófia na Terra do Sol Poente

O grande publicitário Hélio Thurler, que ganhou fama ao passar por Peruíbe e se posicionando à direita do então prefeito Mário Omuro, como um de seus muitos “Rasputins”, tendo ficado conhecido pela abreviatura “HT” enquanto foi chefe de Gabinete do governo nipo-municipal, este HT foi o autor do desenho que veio a se tornar o logotipo oficial da Administração Municipal que governou Peruíbe de 1989 a 1992.

Procurei o desenho por aqui, mas não encontrei. Vou tentar reproduzir em palavras, a fim de que você, meu leitor, faça em sua mente a imagem do que era aquele logotipo: tratava-se de três morros, um maior à esquerda, como sendo a Serra dos Itatins, e os outros dois, à direita, menores, um menor que o outro, como que indo em direção à encosta do Jardim Veneza. O tom ia de um verde escuro, desde o Itatins, ao degradê de verde, até o terceiro morro… Entre o segundo e o terceiro, surgia um sol radiante, amarelo ouro, ofuscante, tingindo o céu azul para finalizar a arte.

Aquele sol ali, “nascendo” onde na verdade deveria morrer como por aqui nascem e morrem o sol e a lua todos os dias, intrigou o sociólogo e historiador, que acabou se revelando geógrafo, Eduardo Bastos, que teceu considerações a respeito em sua coluna no Jornal Acontece da época. Bastos captou a ideia de Hélio Thurler ao tentar fazer alusão a um governo que se insurgia sob a batuta de um nissei, Mário Omuro, sendo seus pais oriundos da Terra do Sol Nascente como é conhecido o Japão.

Acontece que, como Bastos “descobriu”, o sol em Peruíbe – e no Brasil – não nasce por detrás das montanhas, e sim, no mar. Lá, nas montanhas, de verdade, ele se vai para cumprir o seu mister diário de iluminar o outro lado do mundo onde está o Japão, ali também surgindo grandioso, como o próprio Netuno, das profundezas do oceano.

De nada adiantou a crítica ou a sugestão para que o logotipo fosse mudado. Orgulhoso, HT viu em sua obra de arte um filho até que bonitinho (como de fato o desenho era bonito!), e resolveu deixa-lo crescer, mesmo com o defeito. Por seu turno, o então prefeito, já encapsulado pelo próprio HT, por Itamar Baptista Campos, Plínio Pinto Teixeira, e mais um ou outro que já se foram, e outros que ainda estão por ai, fez ouvidos moucos, e inaugurou o estilo diferente de governar, diferente do modus operandi de Sodré e Popescu que governavam na base do “deixa que eu toco sozinho”, para a novidade do “deixa que os outros tocam”.

Como resultado, o logotipo que apontava para onde o sol não nasce não durou mais que os exatos quatro anos para o qual foi criado. E o que se viu foi que, não obstante os alertas indignados de Eduardo Bastos por seu “Frei Hilário das Lamentações” passaram-se 1.461 dias daquele governo, e não se conseguiu ver o sol nascendo onde desde sempre morre, como parece que pretendia querer a trupe omurista.

O tempo passou, Sodré voltou, veio Alberto, descobriu-se Gilson, depois JR Preto (com a Dra. Julieta pegando a raspa do governo em função do falecimento de José Roberto Preto), e agora está ai a Milena Bargieri, eleita prefeita num tumultuado e cruel processo jurídico-eleitoral que já nem mais vale a pena lembrar como foi, porque foi etc.

O fato é que 22 anos nos separam desde que Mário Omuro foi assunto ao poder municipal. E, de Mário Omuro para trás, a linha de separação desde a emancipação do município, durou 30 anos. E, nestes 52 anos, tudo se viu e muito pouco do que se viu se creu das ações encetadas pelos mandatários municipais desde Geraldo Russomanno até Milena Bargieri. Mas, à exceção daquele que mora lá pelas bandas das Três Barras, já em Pedro de Toledo, ninguém em Peruíbe pode dizer que viu alguma coisa diferente no nascer do sol; ninguém o viu nascendo entre as montanhas, sejam primeiras, segundas ou terceiras…

Desta sorte, mesmo com 30 anos de atraso, Hélio Thurler foi o bruxo que vaticinou o destino do qual Peruíbe já vinha sofrendo desde 1959: ser a terra do sol poente.

Quem entendeu isso foi o pensador militar Rodolpho Pettená, coronel reformado general de divisão do valoroso exército brasileiro, que teve seus momentos de glória justamente nesta mesma época ali pelo final dos anos 80, começo dos 90. Tendo verificado isso in loco, Pettená deduziu a história sócio-política-administrativa de Peruíbe ao dizer que “Peruíbe não é melhor, nem pior; é apenas diferente!”. E, porque descobriu o segredo da alquimia de HT, teve que se ver no exílio campinense onde acabou morrendo, desgostoso por não mais ter podido fazer pela cidade que tanto amara.

O próprio Eduardo Bastos não escapou de um exílio voluntário num casebre de madeirite lá na Rua 27 do Caraguava, onde as crianças suas vizinhas o chamavam de “Papai Noel” por conta de suas longas barbas brancas… De lá, Bastos foi encontrar-se com o Criador a partir do leito do hospital regional em Pariquera-Açú. Teria sido também ele vítima do vaticínio que aquele estranho símbolo criado por HT emprestava à imaginação? Foi mais forte o prognóstico involuntariamente criado por HT que os de seu próprio personagem, o Frei Hilário das Lamentações? Para aguçar mais ainda a imaginação, nele, no desenho, o sol, apontava para Pariquera-Açú, como se de lá viesse surgindo…

De um ou de outro modo, o fato é que, passam os anos, passam os governos, vêm e se vão mandatários e mandatárias municipais, e, a cada dia que temos oportunidade de contemplar o que se vai neste rincão, contemplamos também – e sempre – o inusitado.

Quem duvida, por exemplo, que Gilson Bargieri, pudesse, não faria de Peruíbe a sua republiqueta particular, deslocando-a do mapa geral do Brasil, levando-a à independência da República? Quem acompanhou o governo do Gilson Bargieri, de 2001 a 2004 sabe que não é exagero pensar que Gilson já sonhou, em algum momento de sua vida, ser Senhor de Peruíbe. Ainda que ele, em certo sentido, já o seja. Exatamente como foi e ainda o é. Mesmo hoje quando sua filha, Milena Bargieri é a prefeita de plantão, num momento em que todos sabem de sobejo – embora poucos tenham coragem de dizer publicamente – que quem manda na administração é ele, Gilson, o pai.

Ele não é o primeiro a ter desses devaneios. Gheorghe Popescu, romeno de nascimento, tivesse tido um pouquinho mais de força política a nível estadual e federal, teria mudado o nome do município de Peruíbe para Novaro (Nova Romênia), como no interior de São Paulo tem pelo menos uma cidade com nome de um seu vizinho europeu, que é Nova Odessa. Prefeito três vezes da cidade (e uma ou duas vezes vereador), Popescu deixou a ideia nos pensamentos vagos e distantes mesmo. E morreu com ela na mente, embora talvez para ninguém tenha confessado este seu anseio.

Já Gilson talvez não se importe com o nome. O que ele quer é poder. E isso como já se disse e já se sabe, ele já o tem.

Meu grande amigo e padrinho perene JP Melo já dizia que “não importa sentar na cadeira; o que importa é mandar em quem senta nela”. Quem senta na cadeira é a simpática Milena, mas quem manda é Gilson, seu pai, não menos simpático e carismático.

Quem teve oportunidade de assistir o desfile de carnaval, e estava próximo do palanque oficial, não teve como não se emocionar com os gritinhos histéricos levantados pela claque municipal convocada por Portaria para aplaudir os feitos da família Bargieri para Peruíbe. E aqui está um exemplo de como Gilson consegue dopar a mente coletiva municipal com seu discurso enfático, seu aperto de mão forte, o encarar profundamente nos olhos todos a quem cumprimenta, e sua imposição corporal ao se achegar às pessoas que, para os mais fracos, beira a iminente risco.

Quem viu e ouviu um pouco mais distante relatou, com certo asco, a vergonha de ex-vereadores, atuais vereadores, altos funcionários com salários de seis, sete mil reais, aplaudindo Milena ao subir no palanque da passarela do samba. Foi um carnaval antecedendo o próprio Carnaval. Paulão Siqueira estivesse no palanque, dir-se-ia que até que o próprio Momo esteve presente na homenagem a Milena Bargieri ali declarada pela voz embargada do locutor e dos que discursavam como “a melhor prefeita que Peruíbe já teve”.

Evidente que isso faz bem para o ego dela. E é motivo de orgulho para seu pai. E não poderia ser diferente. Não obstante, não creio que Milena, inteligente como é – e o próprio Gilson, também não menos inteligente – esteja lá muito confortável em saber que os que o aplaudem ganham, e ganham muito bem, para isso.

Joseph Goebbels convenceu Adolf Hittler de que o povo alemão o adorava, e fê-lo enquanto pode, e também ganhava muito bem para isso; até o instante em que o próprio Füher percebeu que, se não fosse pela força e pela imposição do medo, o povo jamais o respeitaria e o idolatraria. Amar mesmo, nunca o amou. Da ascensão ao suicídio foi um pulo, embora um pulo que tenha custado seis milhões de almas de judeus, negros e deficientes físicos.

Segundo alguns historiadores Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus, ou simplesmente Nero, imperador que governou Roma de 13 de outubro de 54 até a sua morte, a 9 de junho de 68, tinha um tanto desse ufanismo, desse perigoso ufanismo, que o levou a provocar o incêndio de Roma, acreditando que, das cinzas poderia reconstruir a cidade a seu modo e querer.

Mas a história, antiga ou recente, está eivada destas narrativas nada exemplares, mas que antes são um alerta para o cuidado que devemos ter com aquilo que acontece ao nosso derredor.

No plano municipal peruibense, com o prenúncio do primeiro slogan adotado por uma administração municipal (também criado por Hélio Thurler), que fez com que Mário Omuro ganhasse a eleição com o mote “Muda Peruíbe, Muda Para Melhor”, muita mosca foi e veio de lá para cá. Como HT não foi tão brilhante na propaganda e divulgação do governo quanto dele se esperava ser, Omuro não convenceu que mudara Peruíbe, e Sodré retornou para o seu quarto mandato (inteiro), com um slogan que era uma provocação: “De Volta ao Rumo Certo”, certamente influenciado pelo seu então vice, José Carlos Rúbia de Barros, o Carlinhos.

O governo de Alberto Sanches Gomes (1997-2000) foi um hiato nestas coisas de propaganda, se não me trai a memória. O mesmo viria a se suceder com José Roberto Preto e Julieta Omuro, no período de 2005-2008.

Gilson Bargieri, que vinha planejando ser prefeito de Peruíbe desde a década de 80, governou a cidade de 2001 a 2004, sustentando-se por um slogan criado por um publicitário importado de Ourinhos, que defendia: “Peruíbe para você amar”. O mote era uma invocação, uma convocação, uma provocação a que todo cidadão Peruíbe amasse a cidade, porque a cidade fora feita para ele, o cidadão, afinal.

Mas será que o próprio Gilson amou Peruíbe como queria que todos os seus súditos o fizessem? Se quis amar, ao que parece, desistiu. Talvez aborrecido por não ter conseguido se reeleger e ter sido fragorosamente derrubado nas urnas em 2004 por José Roberto Preto e sua avalanche financeira. Talvez, no fundo, no fundo, insatisfeito por não estar sendo agora ele o prefeito, mas sim sua filha, como que querendo dizer que, para ele, parafraseando JP Melo, o que importa é sentar na cadeira, e não mandar em quem nela senta.

Amostra preocupante disso são o próprio logotipo e slogan municipal adotado por Milena Bargieri. Está nele representando o mar por duas breves e remansas ondas, e está nele também o sol, ainda brilhante, ainda ofuscante, ainda apontando para a o noroeste, à direita do logotipo, também para o lado onde ele deve morrer. Das palavras herdadas do logotipo da administração de outrora de seu pai, foi suprimido verbo “amar”, e ficou só “Peruíbe pra você”. Tivesse reticências depois do “você” não tenho dúvidas que ficaríamos todos seriamente preocupados… Ainda assim, fica a pergunta: pra você o quê?

O indicativo das coisas que permanecem e das que são suprimidas até mesmo de simplórios desenhos devem nos levar a todos à reflexão.

Para quem sabe de uma Peruíbe que vive de simbologias e é misticamente comandada por colunas que estão fincadas desde as duas entradas da cidade, e duas ou três outras cravadas em seu seio, para estes é dever levar a sério isso. Sim, porque somente a partir da reflexão sobre o cerne das questões que levam este ou aquele ao Poder em Peruibe é que se pode estudar fórmulas e maneiras de fazer com que o status quo e seu establisment mude, mas desta vez sim, mude para melhor.

Passado a folia carnavalesca, que 2011 seja o ano da preparação a que todo cidadão de bons costumes de Peruíbe em 2012 também se ufane da bandeira azul e branca de nossa querida cidade, mas que à bazófia reinante hoje esteja reservado o ostracismo. E que tenhamos todos oportunidade de ver, ainda que paulatinamente, o sol voltar a nascer no mar, para que também possamos todos nos sentir um tanto quanto mais seguros.

Washington Luiz de Paula