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Fim do mundo provoca alta na procura por terreno no céu e Igrejas aumentam o preço

Por causa do fim do mundo, terrenos no céu estão sendo vendidos por no mínimo 5 mil reais
Por causa do fim do mundo, terrenos no céu estão sendo vendidos por no mínimo 5 mil reais

Do Portal G17

O comércio está bastante agitado com a aproximação do fim do mundo. Quem busca por salvação está tendo que enfrentar filas em algumas igrejas para comprar um espaço no céu.

Algumas igrejas estão vendendo salvação por até 5 mil reais a vista. “Não dá para vender parcelado nem fiado porque o mundo acaba sexta-feira”, disse o pastor Erenildo Elvis, que abriu recentemente uma igreja para arrecadar com o fim do mundo.

O pastor garante que o kit salvação é confiável. “Com a tecnologia de hoje, assim que o fiel paga os 5 mil pela salvação, imediatamente envio o nome dela por e-mail lá para o céu e pronto”, disse.

Na manhã desta terça-feira, cerca de 241 mil pessoas compraram o Kit Salvação e estão mais aliviadas com o fim do mundo. “Vendi moto, computador velho e até o colchão pra comprar a salvação”, disse o dono de casa Sebastião Silva.

O preço e o valor de um voto – a conta que todo eleitor deveria fazer

Da Redação

Com uma determinada candidatura orçada em R$ 2 milhões que já começaram a serem gastos desde quando os pré-candidatos começaram a se movimentar no tabuleiro das eleições deste ano, Peruíbe deve movimentar, de junho a outubro a astronômica cifra de R$ 5 milhões, se considerarmos quatro ou cinco candidatos a prefeito e coisa de duas centenas de candidatos a vereadores.

É algo em torno de R$ 80 de custo para um dos moradores da cidade, ou, se contabilizados só eleitores, R$ 100.

Está certo que R$ 80,00 ou R$ 100,00 pode não fazer falta para muita gente, e é bem menos do que o que você costuma gastar numa pizzaria com a família, mas para muita gente, para muita gente mesmo, é dinheiro de uma, de duas, até de três cestas básicas composta de arroz, feijão, óleo, sal, açúcar e café suficiente para alimentar uma pequena família por um mês!

Agora imaginem R$ 1 milhão, R$ 2 milhões, 5 milhões! Pois é. Talvez passe a eleição, e você participou de um churrasco ou outro, e comeu e bebeu até se lambuzar a ponto de não perceber que você, a cada mordida, a cada gole, está contribuindo para inflacionar uma eleição que, porque cara – caríssima! – põe todo mundo em estado de suspeição.

Qual é a conta que o prezado eleitor tem que fazer, então?

Tomemos o exemplo de Peruíbe onde um vereador ganha em números redondos R$ 5 mil por mês, e um prefeito R$ 15 mil. Mas esta conta pode ser usada para qualquer município deste país, desde o menor ao maior.

Multipliquemos R$ 5 mil de salário de um vereador, que já é muito para ele fazer praticamente nada, pelos 48 meses (quatro anos) em que ele exerce o cargo: temos R$ 240.000,00. No caso do prefeito (ou prefeita), seria então R$ 15 mil multiplicados por 48 meses, o que daria R$ 720.000,00.

Um peão de obra, um orelha seca, se ganhar bem ganha R$ 200,00 por semana. Ele teria que trabalhar 1.200 semanas, ou 300 meses, ou 25 anos para ganhar, ralando feito um desgraçado das sete da manhã às cinco da tarde, o que um vereador ganha em quatro anos só para ter o trabalho de ir cheirosinho da Câmara dizem “amém” para o prefeito, e para indicar um nome de alguém que morreu, de preferência de uma família bem grande, para uma rua qualquer da cidade.

No caso do prefeito a diferença é gritante, com o senão de que o prefeito (ou prefeita) pelo menos não se pode dizer que não trabalha, porque se quiser – diferente do vereador, tem trabalho, e tem muito trabalho para fazer! Mesmo assim é difícil entender que numa cidade com uma renda per capita tão baixa muito abaixo da média de uma cidade do porte de Peruíbe um prefeito ganhe alguma coisa perto de 30 salários mínimos por mês.

Veja este dado interessante: Consideremos um hoteleiro com seu hotel colocando à disposição 20 apartamentos durante os 90 dias da chamada “grande temporada” (janeiro, fevereiro e março) e cobrando R$ 100,00 por dia (vejam que estou jogando valores lá para cima, e considerando positivamente uma frequência cheia nos 90 dias, o que dificilmente acontece). Muito bem. Este hoteleiro teria um ganho bruto de R$ 2.000,00 por dia que, multiplicados pelos 90 dias, daria R$ 180.000,00 em uma alta temporada. Em quatro (o mesmo tempo de duração do mandato de um prefeito) seriam então exatamente os R$ 720.000,00 que um prefeito ganha na prefeitura durante o tempo de sua gestão.

Mas, esperem ai! Eu disse “ganho bruto” do hoteleiro. Se ele tirar IPTU, ISS, Imposto de Renda, água, luz, gás, insumos, salários de funcionários, manutenção do imóvel, e outras coisas mais, dificilmente seu ganho seria a metade disso. Ao seu passo, o prefeito ganha o que ganha limpo, limpinho.

Então, lógico que ser prefeito – ou mesmo vereador – numa cidade como Peruíbe é um excelente negócio! Você – em tese – só gasta saliva e sola de sapato, e, como num passe de mágica, você está lá dentre os sortudos contemplados com a mega-sena municipal.

Todavia o que preocupa a mim – e o que deve preocupar a você é algo que extrapola a simplicidade dos números acima. Veja: toda vez que você vê ou ouve de algum candidato a vereador, vereadora, prefeito ou prefeita que gastou mais do que ele ganharia – ou vai ganhar – durante seu mandato, fique de olho, porque 10 em cada 10 casos destes o candidato (ou candidata) estão mal-intencionados.

Ora, ninguém é bonzinho assim a ponto de se entregar ao “sacerdócio” da agência pública, e de investir bem mais do que ganharia honestamente, regiamente, caso eleito. Vaidade? Conversa para boi dormir.

Peruíbe deve ter que administrar R$ 1 bilhão de orçamentos para os próximos quatro anos, começando em 2013 e indo até 2016. É muito dinheiro! Num país onde desviar 10% das verbas públicas é visto até como algo simplório – algumas cifras de desvios chegam a 30% –, você imaginar R$ 100 milhões minimamente sendo desviados dos cofres públicos municipais e indo parar no bolso de meia dúzia apenas, pode fazer você compreender porque é fácil para um político de Peruíbe sair de um momento para outro de um estado pré-falimentar para o de proprietário de fazendas Brasil afora.

O termômetro para um voto consciente é esse: o candidato não precisa ser inteligente, ter curso superior, MBA, doutorado; não precisa ser influente na sociedade organizada, nos clubes de servir; ele pode até ser simples. O que interessa é a sua vida, sãos as suas propostas, e o dizer para quê veio, e o ser sincero em dizer que não tem dinheiro para esbanjar, para jogar fora em sua campanha.

Comece agora tirando de sua lista de possibilidades todos aqueles e todas aquelas que você vê e sabe que tem muito dinheiro para gastar na campanha. Pode coloca-lo (ou coloca-la) na lista ao lado onde ficam os suspeitos de quererem muito para si, e nada para você.

E se aparecer alguém que abdique totalmente de seu salário de vereador ou prefeito e diga para você que vai preferir continuar vivendo com seu salário de orelha seca, é esse ai o cabra (ou a cabrita) que vai merecer o seu voto. Nesse você pode confiar.

Procon autua 115 lojas no litoral de SP; dados sobre preço estão entre problemas

Welington Vital de Oliveira, do InfoMoney

Equipes da Fundação Procon-SP fiscalizaram, durante o mês de janeiro até o dia 10 fevereiro, o comércio de cidades do litoral. O resultado? Dos 337 estabelecimentos verificados, 115 foram autuados por irregularidades.

As principais infrações registradas foram ausência ou inadequação da informação de preço para pagamento à vista, produtos com prazo de validade vencida e ausência de exemplar do Código de Defesa do Consumidor à disposição do público.

“Intensificamos a fiscalização nesse período, exatamente para garantir que os direitos do consumidor sejam respeitados, pois nessa época as cidades litorâneas recebem um grande fluxo de turistas e o comércio aumenta sua oferta de itens”, explicou o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes.

Estabelecimentos

Foram fiscalizados estabelecimentos comerciais nos municípios de Bertioga, Guarujá, Iguape, Ilha Comprida, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e Caraguatatuba.

As empresas autuadas responderão a processo administrativo, podendo, ao final, receber multas que vão de R$ 400 a R$ 6 milhões.

Emater adere ao sistema de registro de preço e assina contrato sob interveniência da CGAA

Do Rondoniaovivo

O secretário executivo da Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), Elisafan Batista de Sales, recebeu em seu gabinete, nesta segunda-feira, 31, o titular da Coordenadoria Geral de Apoio Administrativo (CGAA), Gebrim Abdala Augusto dos Santos, para assinatura do contrato com a empresa Trivale Administração Ltda. A Emater é a primeira das instituições a pegar carona na licitação do governo estadual e aderir ao sistema de registro de preço para manutenção de sua frota de veículos.

O sistema de registro de preço é uma ação prevista no artigo 15.º, inciso II da Lei 8.666/93 – que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. A empresa Trivale ganhou a licitação realizada pelo CGAA para, através da tecnologia de informação, administrar e controlar a frota de veículos do Estado e a Emater pegou carona nessa licitação, aderindo ao contrato.

A figura do “carona” é prática já adotada em diversos órgãos públicos. Seu procedimento atende ao interesse público e ao princípio da proposta mais vantajosa. A empresa contratada já tem credenciada oficinas e revendedoras de autopeças em quase todos os municípios de Rondônia e prestará serviços de gerenciamento e manutenção corretiva nos veículos automotores da Emater.

Para o secretario adjunto da Emater, Francisco Mende de Sá Barreto Coutinho, que também participou da negociação, junto com o coordenador de Administração e Finanças, Hermes José Dias, “essa ação trará maior velocidade, economia e agilidade às atividades do campo. Segundo ele, os veículos que levavam de dois a três meses para serem consertados através dos procedimentos convencionais poderão ser entregues mais rapidamente, minimizando a paralisação temporária dos serviços de ater.

O gerente de administração de matérias da Emater, José Pinheiro das Chagas explica que a Emater irá cadastrar todos os veículos e responsáveis, tanto da capital quanto do interior. Ele conta ainda que o mesmo procedimento está sendo feito para combustível. “O veículo poderá ser abastecido em qualquer estabelecimento credenciado, mediante a apresentação de um cartão”, diz, finalizando que todo controle será feito pela CGAA com acompanhamento da Emater.

Saiba como ter diversão a preço baixo na praia

Os preços das acomodações no litoral paulista caíram e há várias atrações gratuitas pelas cidades
Litoral Norte tem belas paisagens, como a Praia da Armação, em Ilhabela
Litoral Norte tem belas paisagens, como a Praia da Armação, em Ilhabela

Stephanie Piovezan, da Agência Bom Dia

Passar as férias no litoral paulista ficou mais barato em algumas situações. Uma pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) com 47 imobiliárias de dez cidades litorâneas mostra que, em alguns casos, houve redução de até 45,56% no preço das diárias.

Segundo a pesquisa, no Litoral Norte, o valor médio da diária de um apartamento de um dormitório caiu de  R$ 450 para R$ 245, enquanto para casas de dois dormitórios a queda foi de R$ 476,64 para R$ 460,27.

Esse cenário, porém, não pode ser generalizado. Na mesma região, a diária de um apartamento de dois dormitórios saltou de R$ 350 para R$ 515. Por isso, se a intenção é gastar pouco, a melhor opção é pesquisar a praia com cuidado e se adequar ao espaço.

O menor valor encontrado no levantamento foi R$ 175, preço médio da diária de casas de dois cômodos no litoral central. Já o maior foi R$ 1.702,68, preço pago por um dia nas casas de quatro dormitórios em Ubatuba ou Caraguatatuba, no Litoral Norte. A diária do  mesmo tipo de acomodação em Peruíbe e Itanhaém custa  R$ 716,67 e R$ 1.491,67 em Santos.

Além da redução em algumas diárias, os shows também prometem fazer a alegria dos turistas, principalmente nas cidades onde os ingressos são gratuitos, como Praia Grande.

Em Itanhaém, ainda não foi definido como será cobrada a entrada, mas a tendência é que seja seguida a tradição de trocar o ingresso por 1 kg de alimento. Em Guarujá, o preço dos ingressos varia de R$ 30 a R$ 500, e, em Caraguatatuba, os valores vão de R$ 20 a R$ 120.

Entre praias

Para economizar ainda mais sem deixar de lado a diversão, uma boa opção é passear nos ônibus do projeto Roda SP. “As pessoas pagam R$ 10 e recebem uma pulseira válida por dois dias. Nesse período, elas podem subir e descer dos ônibus quantas vezes quiserem”, explica Angélica Suemitsu, assistente da diretoria de Planejamento e Desenvolvimento do Turismo.

Divididos em sete rotas, os ônibus contam com gravações sobre os pontos turísticos das cidades e fazem paradas para os visitantes conhecerem esses locais. “Fica a critério do turista descer ou não. Se ele quiser, pode sair e conhecer, e, depois,  pegar o próximo ônibus e continuar o passeio”, diz Angélica.

Preço de pedágios acelera rumo ao bolso dos motoristas

ANTT libera nova rodada de aumento de tarifas. Em alguns casos, “mordida” é de R$ 42

Do Monitor Mercantil

No apagar das luzes de 2011, os brasileiros vão ser “premiados” com tarifas ainda mais salgadas de pedágio. A aceleração dos preços nos bolsos dos motoristas começou dia 14, quando a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou uma série da aumentos.

E, a partir do dia 29, quem passar pela BR-116 – liga São Paulo a Curitiba (Rodovia Régis Bittencourt) – vai pagar R$ 1,80 pelo pedágio, antes em R$ 1,70, alta de 5,5%.

O aumento vale para as praças de Itapecirica da Serra, Miracatu, Juquiá, Cajati, Bara do Turvo e Campina Grande do Sul. A ANTT também autorizou tarifas mais altas nos pedágio das rodovias do Pólo Rodoviário de Pelotas (BR-116, 392 e 293/RS), administrado pela Ecosul.

A partir de 1º de janeiro, a tarifa passará de R$ 7,80 para R$ 8,40 nas cinco praças de pedágio: Retiro, Capão Seco, Glória, Pavão e Cristal. Ou seja, R$ 42 no total.

A ANTT já autorizara reajustes dia 19 para a BR-381, no trecho entre Belo Horizonte e São Paulo, explorado pela Autopista Fernão Dias. Serão R$ 1,40 por cada uma das oito praças de pedágio, totalizando R$ 11,20.

No Estado de São Paulo, a tarifa atinge as praças de Mairiporã e Vargem. Já em Minas Gerais, a nova tarifa será cobrada em Cambuí, Careaçu, Carmo da Cachoeira, em Santo Antônio do Amparo, Carmópolis de Minas e em Itatiaiuçu.

Quem passar pela BR-116, no trecho entre Curitiba e a divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, explorado pela Autopista Planalto Sul, vai pagar R$ 3,30 em cinco praças de pedágio: Mandirituba (PR), Campo do Tenente (PR), Monte Castelo (SC), Santa Cecília (SC) e Correia Pinto (SC). Em vigor desde dia 19, soma R$ 16,50.

Mesmo com procura menor, aluguel e preço de imóveis ficam mais caros em SP

Diego Lazzaris Borges, do InfoMoney

Apesar da queda na procura por imóveis nos últimos meses, o preço dos aluguéis e dos imóveis usados aumentou no primeiro semestre deste ano, no Estado de São Paulo.

De acordo com dados do Creci -SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), o aluguel médio geral de casas e apartamentos subiu 19,45% no semestre, ante o mesmo período do ano passado, de R$ 969 para R$ 1.157,46. Enquanto o aluguel médio geral de casas registrou 15,2% de aumento, o de apartamentos aumentou 23,29% no período.

Já o preço médio geral das casas e apartamentos usados avançou 20,7% entre janeiro e junho deste ano, na comparação com os primeiros seis meses de 2010. Segundo o Creci-SP, o valor do metro quadrado passou de R$ 2.351,65 para R$ 2.838,35 no período. Na comparação com o primeiro semestre de 2009, o aumento foi ainda mais expressivo: 78,8%.

Segundo o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, o aumento do preço dos imóveis, mesmo com a diminuição da demanda, reflete o problema estrutural da habitação no País, que possui um defict de mais de 54 milhões de moradias. “Enquanto houver esta carência e uma demanda sempre maior do que a oferta, especialmente de imóveis de padrão popular, os preços continuarão subindo”, disse.

Cidades

De acordo com o levantamento, os preços dos imóveis usados aumentaram em 35 das 36 cidades pesquisadas. Apenas em Bauru, o preço dos imóveis caiu na comparação entre 2011 e 2010. Lá, o metro quadrado ficou 0,66% mais barato, de R$ 1.612,52 para R$ 1.601,95.

Na outra ponta, a cidade de São Sebastião registrou aumento de 113,14% no preço dos imóveis usados no primeiro semestre de 2011. O preço do metro quadrado saltou de R$ 1.243,26 para R$ 2.649,95.

Na mesma linha, a cidade de Peruíbe registrou aumento de 69,3%, enquanto em Itu os preços ficaram 53,31% mais caros.

Preço de usado aumenta 20,7% e aluguel “novo” sobe 19,45% no Estado em 6 meses

Venda de imóveis usados e locação residencial têm queda, mas preços e aluguel sobem no 1º semestre

Do R7 Economia

O preço médio geral do metro quadrado das casas e apartamentos vendidos em 36 cidades de SP subiu 20,7% neste primeiro semestre, de R$2.351,65 em 2010 para R$2.838,35 em 2011. O aluguel médio geral no Estado aumentou 19,45%, de R$969,00 em 2010 para R$1.157,46 em 2011. Foi o que apurou o CRECISP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em pesquisa divulgada nesta sexta-feira (23).

O primeiro semestre de 2011 não vai deixar saudades no mercado imobiliário paulista. As vendas de casas e apartamentos usados caíram 21,19% na comparação com o primeiro semestre de 2010, de 7.051 unidades para 5.557. Principalmente no interior do Estado.
O número de imóveis alugados teve uma queda menor de 14,53%, de 21.014 unidades em 2010 para 17.960 em 2011. Revertendo assim, o aumento que vinha desde de 2009.

Mercado segue tendência geral 

Para o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, a redução de vendas e de locação de imóveis residenciais acompanha o movimento geral de muitos setores da economia, que registraram queda ou pouco crescimento neste primeiro semestre.

Mas o presidente do CRECISP não acha que se possa considerar 2011 como um “ano perdido” para os mercados de imóveis usados e de locação residencial, apesar das previsões de redução do crescimento do PIB e de contágio da economia brasileira pela crise que fustiga as economias da Europa e dos Estados Unidos.

  • Seria prudente se o governo liberasse mais verbas do programa Minha Casa, Minha Vida, até como medida contracíclica à ameaça de eventual recessão, e para que o emprego se mantenha em expansão ou não recue, o que poderia garantir às famílias, daqui para o final do ano, a receita extra dos aumentos salariais, abonos e décimo-terceiro salário.
    Ele ainda argumenta que grande parte desse dinheiro certamente seria destinada ao mercado de imóveis pelas famílias que ainda não têm a casa própria ou que precisam alugar um outro imóvel.

O estudo

Este estudo CRECISP foi realizado em 36 cidades do Estado de São Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.