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Mesmo com todos os revezes, Luiz Maurício continua cotado como melhor prefeito da história de Peruíbe

Aprovação do prefeito de Peruíbe é maior que a soma do segundo, terceiro e quarto colocados

Da Redação

O prefeito de Peruíbe, Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira (foto), mesmo enfrentando uma batalha bastante comum nesta época do ano no município, que são as chuvas com consequentes enchentes pelos quatro cantos da cidade, ainda assim tem conseguido se manter à frente dos demais mandatários municipais quando a pergunta é “Quem você considera o MELHOR prefeito de Peruíbe até agora?”.

Segundo a enquete (veja e vote aqui), um terço (31% dos votantes) têm indicado que o atual prefeito vem se revelando melhor administrador que os seus antecessores. O índice é expressivo, quando considerado ser três vezes maior que o do segundo colocado, Gilson Bargieri, que obteve até aqui o apreço de apenas 11% dos que participaram da enquete.

Gilson Bargieri está a apenas um ponto percentual à frente do quatro vezes ex-prefeito Benedito Marcondes Sodré, que tem 10% dos votos, estando na terceira posição, portanto. O quarto lugar fica para Alberto Sanches Gomes (Dr. Alberto), que está também a um ponto atrás do terceiro colocado (9% dos votos).

Na quinta posição, com 8% dos votos cada, aparecem o ex-prefeitos José Roberto Preto (JR Preto) e Mário Omuro. Gheorghe Popescu (Dr. Popescu), é o sexto colocado, com 5% dos votos. Em sétimo lugar, com 4% dos votantes cada, aparecem Ana Maria Preto, Albano Ferreira e Geraldo Russomanno, este emancipador e primeiro prefeito de Peruíbe.

Julieta Fujinami Omuro, que fez um mandato tampão como prefeita de um ano apenas, é a penúltima colocada, com 3% dos votos, deixando Milena Bargieri na lanterna, com somente 2% dos votos.

Contraponto

O resultado acima faz contraponto com outra enquete envolvendo o nome do prefeito Luiz Maurício, que pergunta “Como você avalia a administração do prefeito Luiz Maurício?”.

De acordo com o que se nota no resultado até aqui desta enquete, Luiz Maurício permanece buscando equilíbrio na balança entre o excelente e o péssimo. A diferença de apenas um ponto percentual entre o “Péssimo” (27%) e o “Excelente” (26%) parece pontuar não só os desafios que o prefeito enfrenta em razão das chuvas intermitentes que castigam a cidade desde novembro, como também o próprio ano eleitoral, quando a ausência de críticas propositivas dá vez e oportunidade a que pré-candidatos se digladiem para buscar a cadeira do Executivo a qualquer preço.

Ainda assim, se somados os índices dos que entendem que a atual administração municipal está “Excelente” (26%), com aqueles que opinaram por “Boa” (23%), Luiz Maurício alcança 50% de aprovação, contra 42% que acham que a administração está “Péssima” (27%) ou “Ruim” (15%). Para 8% a administração é vista como “Média”.

Demais cidades

Se buscarmos genericamente sabermos “Como você avalia a administração do prefeito de sua cidade?”, os números parecem apontar em outra direção, já que por esta enquete 52% dizem que administração municipal está “Excelente” (35%), e “Boa” (17%).

Enquanto 17% parecem se manter céticos, dizendo que a avaliação do governo municipal está na “Média”, outros 31% consideram que os prefeitos de suas cidades estão sendo insuficiente no quesito governabilidade, com 11% para a alternativa “Ruim”, e 20% para “Péssima”.

Para o caso de Peruíbe, como parece que ainda muitas águas vão rolar (sem trocadilho), não será surpresa se Luiz Maurício inaugure uma reeleição, ainda que não muito folgada. Afinal, ano eleitoral é ano de inauguração de obras e de grandes feitos que, se não forem instrumento que levem o prefeito a outros quatro anos de governo, ao menos serão para marcar a passagem de um administrador diferente que, como disse em recente entrevista a este blogue, não tem medo da verdade e das críticas, dando por troco um trabalho que parece incessante; inglório à primeira vista, mas que tem alimentado a motivação do prefeito e sua equipe para a promoção de – como é mote do governo – “uma cidade de todos”.

Serviço

Para votar nas enquetes mencionadas nesta matéria, clique nos links abaixo:

Como você avalia a administração do prefeito de sua cidade?

Como você avalia a administração do prefeito Luiz Maurício?

Quem você considera o MELHOR prefeito de Peruíbe até agora?

Fundap – SP divulga Processo Seletivo com mais de 4 mil vagas para estagiários

Podem participar estudantes de nível médio, técnico e superior, a bolsa-auxílio pode chegar até R$ 1,2 mil.

94317cf6f87b6b634022226b85799b9b[1]Karina Felício, no PCI Concursos

Até o dia 15 de fevereiro de 2016, a Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), recebe as inscrições do Processo Seletivo de estagiários, que visa o preenchimento previsto de 4.486 vagas, e o credenciamento dos demais classificados.

O Programa de Estágio do Governo do Estado de São Paulo, oferece vagas em órgãos e entidades da Administração Pública Estadual e Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

Para os estudantes de nível médio são (562 vagas). Mas se você está matriculado em curso de nível técnico saiba que são contempladas as áreas de Administração (225); Agricultura (7); Agrimensura (1); Agroecologia (2); Alimentos (2); Análises Clínicas (2); Biblioteconomia (2); Construção Civil (8); Contabilidade (7); Elétrica (7); Eletrotécnica (4); Farmácia (1); Gestão Pública (2); Informática (82); Logística (3); Marketing (1); Mecânica (2); Mecatrônica (1); Meio Ambiente (4); Moda (1); Multimídia (2); Museu (6); Nutrição (4); Patologia (2); Química (5); Recursos Humanos (2); Saneamento (2); Secretariado (21); Segurança do Trabalho (5); Serviços Judiciários (1); Telecomunicações (1) e Turismo (4).

E para você que cursa nível superior, o edital dispõe vagas nas áreas de Administração (1576); Administração e Gestão Pública (26); Agrícola (1); Agronômica (12); Alimentos (3); Biblioteconomia (14); Biologia (10); Biomedicina (1); Bioquímica (2); Ciências Sociais (59); Civil (2); Contábil (14); Design e Comunicação (6); Direito (399); Economia (12); Editoração (1); Educação (13); Esportes (16); Farmácia (51); Finanças (6); Física (2); Florestal (6); Fonoaudiologia (1); Geografia (69); Geologia (2); Gerontologia (2); Gestão Ambiental (30); História (45); Industrial (2); Informática (377); Jornalismo (74); Letras (1); Logística (3); Marketing (2); Matemática (224); Materiais (1); Meio Ambiente (5); Museologia (1); Navegação (2); Odontologia (4); Produção Cultural (3); Psicologia (98); Química (6); Recursos Humanos (13); Relações Internacionais (1); Relações Públicas (3); Relações Públicas (15); Secretariado (177); Serviço Social (109); Telecomunicações (2) e Turismo (1).

A jornada de estágio pode ser de 4h ou 6 horas diárias, o que resultada nas remunerações variáveis de R$ 300,00 a R$ 1.250,00, conforme a escolaridade apresentada e jornada desempenhada. Os valores referentes a benefícios como Auxílios Transporte e Alimentação também variam, de acordo com a localidade de atuação.

Os interessados devem efetuar as inscrições acessando o site www.estagio.sp.gov.br, ou comparecendo na Fundap, localizada na Rua Alves Guimarães, nº 429, bairro Cerqueira César, São Paulo – SP. O horário de atendimento é das 9h às 16h de segunda a sexta-feira.

A etapa de avaliação será composta por prova objetiva, prevista de ser aplicada em 6 de março de 2016.

Este Processo Seletivo, contempla as cidades de Adamantina; Águas de Lindóia; Altinópolis; Americana; Amparo; Andradina; Apiaí; Araçatuba; Araçoiaba da Serra; Araraquara; Assis; Atibaia; Auriflama; Avanhandava; Avaré; Balbinos; Bariri; Barra bonita; Barretos; Barueri; Batatais; Bauru; Bebedouro; Bernardino de Campos; Birigui; Boa Esperança do Sul; Botucatu; Bragança Paulista; Brodósqui; Buritama; Cabreúva; Caçapava; Cachoeira Paulista; Caieiras; Cajamar; Cajuru; Campinas; Campos do Jordão; Cananéia; Cândido Mota; Capão Bonito; Capivari; Caraguatatuba; Carapicuíba; Casa branca; Catanduva; Cerqueira César; Charqueada; Chavantes; Clementina; Cravinhos; Cruzeiro; Cubatão; Diadema; Eldorado; Elias fausto; Embu; Espírito Santo do Turvo; Fernandópolis; Franca; Francisco Morato; Gavião Peixoto; General Salgado; Getulina; Glicério; Guariba; Guarujá; Guarulhos; Guatapará; Iaras; Ibitinga; Igarapava; Iguape; Ilha solteira; Indaiatuba; Ipaussu; Iperó; Irapuru; Itaberá; Itaí; Itanhaém; Itapecerica da Serra; Itapetininga; Itapeva; Itapevi; Itápolis; Itararé; Itatiba; Itatinga; Itirapina; Itu; Ituverava; Jaboticabal; Jacareí; Jales; Jardinópolis; Jarinu; Jaú; Jundiaí; Junqueirópolis; Laranjal Paulista; Lavínia; Lençóis Paulista; Limeira; Lins; Lorena; Lucélia; Luís Antônio; Mairinque; Marabá Paulista; Marília; Martinópolis; Miguelópolis; Miracatu; Mirandópolis; Mirante do Paranapanema; Mirassol; Mococa; Mogi-Guaçu; Mogi-Mirim; Mombuca; Mongaguá; Monte Alto; Morungaba; Motuca; Nazaré Paulista; Nova Europa; Novo Horizonte; Olímpia; Orlândia; Osasco; Osvaldo Cruz; Ourinhos; Pacaembu; Paranapanema; Pariquera-Açu; Pedro de Toledo; Penápolis; Pereira Barreto; Peruíbe; Pindamonhangaba; Pinhalzinho; Piracaia; Piracicaba; Piraju; Pirajuí; Pirassununga; Pitangueiras; Pompéia; Potim; Pracinha; Praia Grande; Presidente Epitácio; Presidente Prudente; Presidente Venceslau; Rafard; Reginópolis; Registro; Ribeirão Preto; Rio claro; Rio das Pedras; Salto de Pirapora; Santa Bárbara Doeste; Santa Cruz do Rio Pardo; Santa Rita do Passa Quatro; Santana de Parnaíba; Santo André; Santos; São Bento do Sapucaí; São Bernardo do Campo; São Caetano do Sul; São Carlos; São João da Boa Vista; São Joaquim da Barra; São José do Rio Preto; São José dos Campos; São Luís do Paraitinga; São Manuel; São Paulo; São Pedro do Turvo; São Roque; São Sebastião; São Simão; São Vicente; Serra Azul; Serra Negra; Serrana; Sertãozinho; Socorro; Sorocaba; Sumaré; Taboão da Serra; Taquaritinga; Taubaté; Tejupá; Teodoro Sampaio; Tietê; Timburi; Trabiju; Tremembé; Tupã; Tupi paulista; Ubatuba; Ubatuba; Valparaíso e Votuporanga.

O resultado final será válido por 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. Mais informações podem ser obtidas no documento de abertura disponível em nosso site.

Professor de História é morto a tiros em Aquidabã

Do Plenário – A Notícia Agora

Um professor de história foi assassinado a tiros no município de Aquidabã na noite desta quinta-feira. As primeiras informações são de que a desavença tenha ocorrido por conta de som alto.

O Instituto Médico Legal (IML), em Aracaju, registrou a entrada de três corpos nas ultimas 24 horas. Foram três homicídios, sendo um em Aracaju e dois em Aquidabã. As três vitimas foram mortas por arma de fogo.

O IML recolheu um corpo ainda não identificado no bairro Bugio em Aracaju, vitima de arma de fogo.

Os dois homicídios ocorridos em Aquidabã ocorreu na noite de quinta-feira (19), no povoado Caatinga onde Edvaldo Lourenço Souza, 38 anos, foi morto a tiros. A outra vitima foi Francisco Tavares Santos, 32 anos.

As informações são de Theo Moreno, do IML

Filha de ‘Xuxa dos panfletos’ conta história de sua mãe

Foto-legenda publicada em jornal de 1958, quando Lara tinha 20 anos. (Arquivo Pessoal / Linda Baido)

Da Redação de O Repórter Regional

Faleceu no último dia 08 em Peruíbe, aos 76 anos, Lara Baido, conhecida popularmente em Peruíbe como Xuxa. Segundo a certidão de óbito, Lara morreu de pneumonia, problemas cardíacos e desnutrição.

O jornal O Repórter Regional entrou em contato com sua filha, Linda Baido. Questionada sobre os boatos sobre a morte da mãe no Facebook, ela afirmou que não sabe. “Na minha opinião, ela levou o final de sua vida se martirizando.”

Inicialmente, em seu perfil na rede social, ela afirmou que recebeu uma mensagem dizendo que sua mãe foi agredida entre o dia 1º e o dia 2 e que ela estava ‘entubada’, respirando por aparelhos e com água nos pulmões.

De acordo com a polícia, não foi feito nenhum boletim de ocorrência sobre esta morte.

Após a notícia, familiares se mobilizaram para visitá-la na cidade, mas ela não resistiu. Depois do fato, que ganhou grande repercussão na internet, os moradores de Peruíbe foram surpreendidos ao saber do passado de Xuxa, que era conhecida por entregar panfletos na cidade.

Linda contou que sua mãe nasceu em Bolonha, na Itália, falava espanhol, português e italiano, foi vedete (cantora e dançarina em musicais), atriz de teatro e atuou em três filmes nacionais, entre eles “Pequeno por fora” em 1960.

Foi eleita em 1958 ‘miss super’ no Supercampeonato do clube Vasco da Gama (RJ) e princesa Koleston também em 1958. Atuou em vários programas da TV brasileira, sempre como atriz e vedete.

Mudou para Peruíbe, se casou com o Dr. Othoniel de Almeida. De acordo com sua filha, ‘seu grande amor pra toda vida’.

Ele era dono da fábrica de palmitos ‘Gostoso’ e do ‘Sitio Casqueiro’ onde hoje é a reserva da Jureia. “O governo tomou suas propriedades que eram legais e documentadas, para criar a reserva ecológica da Juréia. A indenização devida nunca foi paga pelo governo e em 1987, Othoniel foi assassinado”, conta.

Ela diz que desde então, Lara Baido nunca mais foi a mesma. “A tristeza e a amargura tomou conta. E ela quis viver o resto da vida nas terras de seu grande amor até o fim de sua vida”, desabafa.

Deixou duas filhas: Linda Baido Cavalcanti e Tulla Baido Doherty e netos.

Lara nunca aceitou ir embora de Peruíbe, nem à pedido de sua filha, que vive atualmente em Camaçari, região metropolitana de Salvador (BA). “Ela talvez tenha sido a mulher que mais amou Peruíbe em toda a história da cidade.”

Antes de conhecer Othoniel de Almeida, ela conta que sua mãe teve um relacionamento no Rio de Janeiro com o oficial do exército, Manoel Pereira Oliveira Cavalcanti, e deste relacionamento ela nasceu.

Depois disso, ela foi para São Paulo com Almeida e deste relacionamento nasceu a outra filha: Tulla Baido de Almeida, sete anos mais nova que Linda. “Um relacionamento de amor e ódio, de idas e vindas. E aos poucos, de tanta paixão foi perdendo a noção da realidade.”

As duas filhas passavam todas as férias escolares em Peruíbe devido aos negócios de Almeida no município. “E após a trágica morte dele, assassinado, minha mãe entrou em um mundo ilusório e imaginativo. Não querendo aceitar a realidade e acreditando que ele estava vivo e que voltariam a ficar juntos e felizes em Peruíbe.”

Linda conta que sua mãe morou por um tempo com a outra filha em São Paulo, depois morou com ela em Peruíbe e por mais que tentaram, não conseguiram levá-la com elas.

“Ela preferiu entregar sua vida a este amor que ela denominava ser a missão de sua vida. Na minha opinião, ela se martirizou e hoje eles se encontraram naquela noite da sua passagem onde todos os raios e os ventos anunciaram que estava concluída sua missão. Enfim, esta é uma história verdadeira, bonita e triste.”, conclui.

A história é cíclica II

Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler, o ensinou a mentir e acabou por leva-lo à loucura e ao suicídio.

Grigoriy Rasputin, protegido da czarina Alexandra Feodorovna, que o considerava um “mensageiro de Deus”, exerceu grande influência sobre a Corte russa, a ponto de praticamente mandar no czar Nicolau II e, consequentemente, na administração da Rússia. Essa influência fez o povo russo não só odiar ao próprio Rasputin, tido como licencioso e devasso, como também à própria czarina, com quem evidências davam conta de estar tendo um caso extraconjugal. O destino dos dois foi cruel: Ambos foram assassinados pela oposição.

Passados quase 100 anos, Peruíbe hoje parece também ter protótipos de Goebbels e de Rasputin. Até quando ambos tapearão nossa Feodorovna?

Conheça a sequência das Arengas.

A história é cíclica I

A agradável e atenta leitura que faço do “Peruíbe Documental”, de Henrique Natividade, nos traz surpresas interessantes. Depois da tal “doença do mau caráter” que vitimou metade da população de Peruíbe no início do século XX (1902), matando pelo menos 10% de sua população de então, agora nos deparamos, um pouco mais tarde, em 1913, com uma não menos curiosa coincidência histórica que nos faz realmente pensar que os fatos acontecem e voltam a acontecer tempos depois, ainda que repaginados.

À página 48 do referido livro lê-se a transcrição de notícia publicada na edição de 15 de maio de 1913 de O Estado de S. Paulo, que dá conta de tal “invasão de indivíduos desocupados, vagabundos e desordeiros que ali (em Peruíbe) vivem parasitariamente, cuja população  encontra-se sem garantia e sobressaltada pelas constantes desordens”.

Ande pelas ruas de Peruíbe hoje, 101 anos depois, e você verá essa notícia passando às suas vistas, com se fosse um filme: uma história da vida real.

Conheça a sequência das Arengas.

PF desarticula maior esquema de fraude da história da Caixa Econômica Federal

Do Portal TERRA Polícia

A Polícia Federal desencadeou, na manhã deste sábado, uma operação para combater a que é apontada como a maior fraude já sofrida pela Caixa Econômica Federal.  Foram emitidos, pela Operação Éskhara, cinco mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva nos Estados de Goiás, Maranhão e São Paulo.

De acordo com a PF, a fraude consistiu na abertura de uma conta corrente na agência da Caixa no município de Tocantinópolis (TO), em nome de uma pessoa fictícia, criada para receber um falso prêmio da Mega-Sena no valor aproximado de R$ 73 milhões. Em seguida, o dinheiro creditado foi transferido para diversas contas.

As investigações apontam para a participação no esquema de um suplente de deputado federal do estado do Maranhão no crime, dentre outros envolvidos. No decorrer da investigação, foi preso o gerente geral da agência de Tocantinópolis.

Até o final da manhã deste sábado, a PF já havia apreendido aproximadamente 70% do dinheiro desviado. Participam da operação 65 policiais federais dos estados do Tocantins, Goiás, Maranhão e São Paulo.

Os acusados serão indiciados pelos crimes de peculato , receptação majorada, formação de quadrilha e  lavagem de dinheiro, cujas penas somadas, caso condenados, podem chegar a 29 anos de reclusão.

Conheça a história de sucesso da Forever

Do Site Oficial da Forever

A Forever Living Products é líder mundial no cultivo, processamento e distribuição de produtos de Aloe Vera.

A história da Forever começa com um homem e um sonho ambicioso. Rex Maughan procurou durante anos por uma idéia de negócio que permitisse conjugar os dois maiores objetivos da sua vida: melhor qualidade de vida e total liberdade financeira. Em 1978 encontrou o que procurava e convidou 43 pessoas a participar na primeira reunião da Forever Living em Tempe, Arizona (USA). Teve início então uma viagem que viria a proporcionar um negócio de sucesso impensável.

A Forever passou rapidamente do sonho de uma pessoa para o sonho de milhões de pessoas. A qualidade dos nossos produtos e a simplicidade do nosso negócio permitem a qualquer pessoa melhorar a sua própria qualidade de vida.

Todos os produtos Forever têm sua qualidade reconhecida mundialmente. Os produtos nutricionais detêm o Selo Islãmico de Aprovação e Selo Kosher. Os produtos de cuidados pessoais e cosmético são reconhecidos pelo Aloe Vera Science Council, instituição que comprova a qualidade dos melhores produtos de Aloe Vera do mundo. A Forever também obteve o selo Cruelty Free dado pela PETA, garantindo que seus produtos não são testados em animais.

Logomarcas

A Forever, nestes 30 anos, expandiu-se globalmente e hoje opera com sedes próprias em mais de 130 países, possui um volume anual de vendas superior a 2 bilhões de dólares, e tem seus produtos distribuídos através de mais 9 milhões de Empreendedores Independentes nos cinco continentes. É uma das maiores empresas de Network Marketing do mundo.

Atualmente, sua sede internacional está localizada em Scottsdale, Arizona.

No Brasil

A Forever Living Products Brasil iniciou suas operações em 1996. Desde então, a grande aceitação de seus produtos, seu excelente Plano de Marketing e a dedicação de seus Empreendedores fizeram com que o Brasil atingisse o 5º lugar em vendas em 2006, 3º lugar em 2007, e o 2º lugar em 2008, dentre os mais de 130 países onde a Forever atua ao redor do mundo.

A matriz brasileira fica localizada em Botafogo, Rio de Janeiro. A empresa atende seus Empreendedores em todo o território nacional e já conta com filiais estabelecidas em São Paulo, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Recife, Joinville, Curitiba, Belém, Natal, Salvador, Cuiabá, Campo Grande e Vila Velha.

gráfico
Washington Luiz de Paula – Empreendedor Independente FLP 550.001.663.740

História e relaxamento à beira mar em Itanhaém

Cidade traz belas paisagens e monumentos que contam a história paulista

Foto: Miguel SchincariolDo Folha Paulistana

Entre praias e monumentos, a cidade de Itanhaém é uma ótima opção para quer quem relaxar, recarregar as energias e ainda conhecer um pouco da história de São Paulo. Tudo isso com o adicional de ser bem pertinho da capital – a apenas 90 km.

Itanhaém conta com 14 praias – cartão de visitas da cidade, conhecidas por suas belezas naturais. Entre as mais populares estão: Praias dos Sonhos, do Cibratel e dos Pescadores, onde o fluxo turístico é intenso, principalmente, por suas ótima balneabilidade durante o ano inteiro. Além disso, vale a pena conferir a agenda municipal que sempre oferece shows, esportes, aulas de ginástica à beira do mar. Um ótimo programa para relaxar no final de semana.

Ali, aproveitando a maresia, um dos pontos a serem vistos é a Cama de Anchieta. Segundo a lenda, o beato José Anchieta escolheu a formação rochosa na Praia dos Sonhos para descansar e encontrar inspiração para escrever seus poemas.

Os turistas podem encontrar inspiração também no Portal Místico do Morro de Pernambuco, formação rochosa de forma peculiar que acabou ganhando a simpatia de esotéricos dos mais distintos cantos do Brasil. Fato é, independente de qualquer crença, que trata-se de uma bela paisagem para qualquer um recarregar as energias.

Após relaxar e recarregar as energias, uma dica é mergulhar na história do município. Importante patrimônio histórico, a Casa de Câmara e Cadeia tem suas origens no processo de colonização da antiga Vila de Nossa Senhora de Conceição. Durante a suposta data de fundação da cidade, já havia a parte inferior, onde funcionava a Cadeia. Em 1561, sofreu sua primeira reforma, quando a parte superior foi ali construída. A construção funcionou como cadeia até o ano de 1964.

Já o Monumento Paulo Leandro de Lima é responsável por prestar uma homenagem aos pescadores da região – grande atividade econômica da região. Homem íntegro, Paulo Leandro de Lima, natural de Iguape, chegou a Itanhaém em 1946 e utilizava-se da piroga, uma espécie de canoa indígena para realizar seu trabalho.

Em uma história mais recente, a cidade conta com o nome “Mulheres de Areia” escrito em suas páginas. Esculpida por Serafim Gonzalez, ator que participou da primeira versão da novela transmitida pela extinta TV Tupi, o monumento é um marco das gravações na cidade. A escultura está na Praia dos Pescadores.

Vale lembrar ainda que Itanhaém faz parte do projeto Caminha São Paulo: a rota Passos dos Jesuítas – Anchieta. Trata-se de um caminho de peregrinação e contemplação pelo litoral paulista que vai de Peruíbe a Ubatuba, envolvendo 360 quilômetros.

Passos dos Jesuítas – Anchieta é uma rota inspirada nos caminhos percorridos pelos jesuítas na segunda metade do século 16, com destaque para o poeta, professor e historiador José de Anchieta. Para participar, basta inscrever-se no portal www.caminhasaopaulo.com.br.

Peruíbe, 53 anos de história

Onira Betioli*

Situada no Litoral Sul, a Cidade de Peruíbe chega aos seus 53 anos de Emancipação Político-Administrativa neste dia 18 de fevereiro, festejando a data em pleno sábado de Carnaval. Terra de história e oportunidades, a população celebra sua data com respeito ao passado, vivendo o presente e olhando para o futuro.

Nossa querida e alegre Peruíbe ainda no Século XVI dava seus primeiros passos… Ligada à época à Capitania de São Vicente (e depois à Capitania de Itanhaém) foi palco relevante na construção da história do País. Aqui se deram importantes momentos da história, com o seu Aldeamento São João de Peruíbe, as presenças dos jesuítas Leonardo Nunes (o Abarebebê, o Padre Voador) e José de Anchieta; por aqui passaram inclusive aventureiros como Anthony Knivet.

Registre-se aqui as marcas históricas deixadas em nossa Cidade, como as Ruínas do Abarebebê e o Caminho do Imperador, que evidenciam a relevância de nossa comunidade.

De lá para cá essas terras vêm se desenvolvendo: a instalação da Linha do Telégrafo em tempos remotos, a chegada da Estrada de Ferro da Southern São Paulo Railway, a antiga Rodovia Pedro Taques (hoje, Padre Manoel da Nóbrega), a chegada de migrantes, o alvorecer do comércio, o desenvolvimento imobiliário… Até chegarmos ao final da década de 1950, mais precisamente em 18 de fevereiro de 1959, quando a Cidade de Peruíbe se emancipa de sua co-irmã Itanhaém. O tempo passou rápido… da antiga vila caiçara, hoje temos a pujante Peruíbe.

O município aos poucos vem se firmando como referência não só para a Região Metropolitana da Baixada Santista, mas também para o País e até para o exterior. Com seu patrimônio ambiental relevante, como a Jureia-Itatins e o Parque Estadual Serra do Mar, ocupa papel importante para o desenvolvimento regional. Nesse sentido, coloca-se a necessidade de termos uma posição mais pró-ativa em relação à questão ambiental.

Se de um lado temos avanços e conquistas, d’outro temos desafios. As descobertas da camada do pré-sal, o sempre ativo mercado imobiliário e de serviços, a expectativa de investimentos públicos e privados, o turismo, tudo isso coloca nossa Cidade no centro das atenções.

Porém, é necessário que Cidade gere mais empregos e oportunidades, prepare a mão-de-obra local, incentive e articule investimentos com sustentabilidade (com estudos confiáveis para transformar o patrimônio ambiental como meio de desenvolvimento responsável).

Também é fundamental priorizar as políticas públicas de educação, saúde, assistência social, segurança pública, cultura, esportes e outras áreas que fortaleçam a cidadania e dê as condições adequadas de desenvolvimento social da população.

Em síntese: que o poder público, junto com o setor privado, seja indutor da economia local, alavancando o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida tão esperados.

No entanto, pela sua trajetória vencedora e de avanços, tenho convicção de que nossa aniversariante Peruíbe terá a sabedoria necessária para galgar patamares de desenvolvimento, com qualidade de vida, inclusão social, participação popular e oportunidades para todos que aqui habitam e constroem nosso Município.

Portanto, todos nós – munícipes e turistas – temos papel singular nesta caminhada, com a certeza de construir esta Peruíbe boa para se viver, de oportunidades, que orgulha seus filhos nativos e cativa seus filhos por opção.

Por isso, neste 53º aniversário Peruíbe firma-se como uma Cidade dinâmica, ativa, promissora. Parabéns!

(*) Onira Betioli, Educadora, Vereadora à Câmara Municipal da Estância Balneária de Peruíbe

Iguape no abandono do tempo e da história

“Eu não escrevo para matar o tempo, nem para revivê-lo; escrevo para viver e reviver” (Octavio Paz)

Por Antonio Rochael Jr*., no Diário de Iguape

Quem viaja pelo interior do País, pelo Estado e mesmo pelos municípios mais próximos de nós, pode muito bem observar que existe uma divisão entre dois sentimentos.

Para analisarmos melhor esta comparação, exemplificamos: o encanto com o nosso rico patrimônio cultural, histórico, religioso e ecológico e a tristeza pela qual nós nos encontramos hoje.

Vemos antigas igrejas, construções tipicamente coloniais e com todo este arsenal de monumentos, ou seja, casarios que outrora foram dos grandes políticos, ricos empresários e célebres iguapenses continuam hoje completamente abandonados e outros numa verdadeira ruína. Quando chamo a atenção destes fatos para o nosso leitor inteligente, entendo que destas edificações emana a sensação de pertencermos a uma comunidade cívica única, porque o patrimônio histórico de uma cidade contemplada pelo IPHAN precisa sobreviver ao tempo.

As bases fundamentais, isto é, os traços dos casarões senhoriais, as ruínas em grande número, os engenhos de arroz, salgas de peixes, são expressões simbólicas dos alicerces da nossa riqueza e cultura que ficaram para trás nos vestígios do passado.

O que mais nos preocupa agora, como cidadãos iguapenses em particular, são as edificações coloniais belíssimas, não só pela antiguidade, mas por serem os primeiros exemplares de uma produção artística e arquitetônica genuinamente colonial portuguesa.

Hoje, o risco que correm desses monumentos desaparecerem também, resulta da conseqüência de alguns vícios da nossa administração pública. Temos o compromisso como cidadão de lutar, de escrever, de falar, de fazer transparecer a preservação da memória nacional e de todo patrimônio iguapense. Infelizmente, num município como o nosso, carente de tudo, dificilmente o tema faz parte das agendas de governo municipal e legislativo.

Sem desmerecer os esforços ideológicos de entidades federais como o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional), pensamos também, que são as comunidades locais as maiores responsáveis pela manutenção de seus monumentos, porém somos ignorados. Faltam políticas públicas mais resistentes, mais abertas, mais corajosas, eficientes e realistas neste sentido.

Cidadãos “mais iguapenses” e que se dizem amar verdadeiramente mais esta terra do que nós, o povo, procurem abrir os olhos e fazer alguma coisa por esta terra enquanto há tempo. Quando os desastres acontecem e as perdas são irreparáveis, há o clamor que não reconstrói e nem sequer tem servido para reorientar os caminhos. Damos como exemplo o prédio do Correio Velho; Sobrado dos Toledos (do Santo); Igreja de São Benedito; Igreja do Rosário (hoje Museu Sacro Municipal (já em extinção); Chafariz da PRAÇA DE São Benedito; Prédio da antiga indústria Pirá; Prédio da Única (Matarazzo); Engenho do Itaguá; Fonte do Senhor (de Cima); Hospital Feliz Lembrança (Santa Casa); Prédio da Maternidade anexo a Santa Casa; Morro do Cristo Redentor; o Ginásio de Esportes “Pedro Rodrigues de Oliveira Filho”, em homenagem ao valoroso e apaixonado iguapense, vemos Iguape com dinheiro jogado no lixo nessa importante obra, hoje apenas como depósito de sucatas e abrigo de pombos e mendigos. Estádios de futebol que nasce e morre ao mesmo tempo, levando a desintegração dos “times” amadores, uma das riquezas da nossa juventude à desilusão e às desesperanças.

Para onde foi a nossa Banda Musical “Aquilino Jarbas de Carvalho” de jovens iguapenses, que tanto sucesso e orgulho mostraram a este país?

A Orla do Mar Pequeno que deveria ser o Cartão Postal da cidade, parcialmente em abandono, inclusive os parquinhos das crianças. Constroem-se sanitários e velórios sem projetos e logo são embargados e destruídos; ficando no meio das vegetações com o nosso dinheiro enterrado, num desperdício total e de descaso. Uma série de residências senhoriais e sobrados tão nobre que o tempo vem apagando. Tudo aquilo que a ganância dos homens fizeram modificar preservam-se na incompetência.

O que realmente liberta uma comunidade é, sobretudo, a capacidade de valorizar e a compreender sua trajetória histórica para a partir daí, se auto-reconhecer no passado e tornar-se agente ativo na construção do próprio futuro que já estamos vivendo.

De tudo que acontece por aqui e de tudo que acabamos de alimentar, de analisar e escrever ficarem resumidos somente no pensamento, no papel, fora das ações e no blá…blá..blá….dos nossos políticos, Iguape, terra dourada e idolatrada “não se salva”; se perpetuará apenas, no abandono do tempo e da sua história.

(*) Antonio Rochael Jr. é professor e sociólogo

Errata: Julieta está no PPS, e não no PMDB (Um pouco dessa história)

Da Redação

Matéria publicada ontem aqui (veja aqui) levantando dúvida sobre rivalidade política que haveria entre Ana Preto (PTB) e a prefeita Milena Bargieri (PSB) contem um erro que precisa ser reparado: A ex-prefeita Julieta Omuro não está mais no PMDB, e sim no PPS, por onde pretende se lançar candidata a prefeita no ano que vem.

O erro se deu pelo que se pode chamar de “força do hábito”, já que Julieta é esposa do também ex-prefeito Mário Omuro, cuja trajetória política começou nos áureos tempos do velho “Manda Brasa” (MDB), partido que se transformaria mais tarde no PMDB. “Não consigo dissociar um membro da família Omuro do PMDB”, lembra o sempre saudosista Washington Luiz de Paula, dono e responsável por este blogue. Para ele, a saída de Mário Omuro e Julieta Omuro do PMDB é um disparate, na mesma proporção em que foi disparate o partido de gloriosas lutas contra a Ditadura Militar pós 1964 receber em suas fileiras nomes como os do ex-vereador Anielo Pernice Neto (já falecido), e – pior ainda – do ex-prefeito Benedito Marcondes Sodré, histórico inimigo dos peemedebistas peruibenses.

A verdade é que o PMDB começou a perder sua identidade e a desintegrar com a divisão da qual resultou o nascimento do PSDB, para onde foram valorosos soldados da Oposição como Mário Covas e José Serra, para citar dois nomes de projeção nacional. De mesma projeção ficaram na agremiação, Ulysses Guimarães e Orestes Quércia. Ulysses, que foi o presidente da Assembleia Nacional Constituinte de 1988 tinha autoridade nada contestável sobre o partido, autoridade esta que, em São Paulo, era repassada para Orestes Quércia, que tinha o PMDB como um de seus filhos.

Com o falecimento de ambos, o partido ficou à mercê dos vendilhões. Recente pesquisa da ONG “Transparência Brasil” dá conta de que o partido é um dos campeões em escândalos de desvios de dinheiro público, e seus representantes no Congresso Nacional liderando o ranking de deputados e senadores com mais processos na Justiça.

História se repete em Peruíbe

Se vivo estivesse, ou se for possível a indignação de onde está, Victor Caetano dos Santos (emancipador e vereador de 1960-63), cuja família corajosamente abraçou a Oposição nos anos de ferro da política brasileira (e municipal), o saudoso Victor certamente não ficaria calado ante o virulento atentado que feriu de morte o PMDB, que foi a admissão dos inquisidores das antigas Arena e PDS em suas fileiras.

Washington lembra que quem segurava Mário Omuro e Julieta no partido era Orestes Quércia, que tinha uma consideração especial, não só pelos membros da família Omuro, mas, sobretudo pela família Wizentier, representada pelo seu filho Marcos Ensel (Marquinhos), ex-vereador, falecido precocemente aos 36 anos de idade em 1998. “Houve uma tentativa uns dois ou três anos antes de Quércia falecer de tirar o partido das mãos de Mário Omuro em Peruíbe, tentativa esta patrocinada pelo deputado Jorge Caruso, então líder do PMDB na Assembleia Legislativa, e com o conhecimento e complacência do ex-vereador Manoel Reis Guedes, por sua vez líder do PMDB na Câmara de Peruíbe”, lembra Washington. A intenção era entregar o partido para o então vereador Anielo Pernice Neto, irmão de Ordem de Caruso.

O atentado, porém, não logrou êxito: Quércia foi enfático em lembrar que ninguém tirava o PMDB de Mário Omuro em Peruíbe.

Mas não demorou em que Mário Omuro cedesse. O partido que já viera de receber Sodré como filiado, evento que foi comemorado como uma “grande aquisição” do “articulista” Manoel Reis Guedes, acabou recebendo também Anielo e, com eles, muitos de seus simpatizantes. Resultado: o partido inchou, e a família Omuro esvaziou.

A ida de Julieta e de Mário Omuro para o PPS marca o fim de uma epopeia. Para Washington, “os dois saíram do PMDB, mas esqueceram de suas identidades políticas lá. E, sem essa identidade – vaticina – jamais voltarão a serem o que já foram. Jamais voltarão ao poder municipal novamente”.

Cananeia reconta sua história no livro “Cananeia, O Primeiro Povoado do Brasil”

Do Diário de Iguape

No próximo dia 25 de novembro, o escritor Ídolo de Carvalho realizará o lançamento do seu livro “Cananeia, O Primeiro Povoado do Brasil – A Saga do Bacharel, A Verdadeira História”, no espaço Kurt Kaffee, a partir das 20 horas.

De acordo com o escritor, o livro apresenta a realidade despida de glamour, diferente daquela contida nos livros didáticos, parece atrair leitores, tanto quanto a polêmica em relação à primazia de ter sido Cananeia e não São Vicente, o primeiro povoado do Brasil. “Hoje as pessoas não têm a mínima noção do que era viajar em rumo duvidoso num primitivo barco de madeira movido à força vélica. Nunca tiveram que fazer suas necessidades fisiológicas ou lançar os seus enjôos num balde. Debruçar-se sobre a mureta nua de um ondulante navio, para, com balde e corda, retirar água do mar; limpar-se com ela usando um improvisado pincel feito com um pedaço de corda desfiada. Beber e comer alimentos contaminados por mãos imundas e roídos de ratos e baratas; conviver com uma tripulação que tomavam um banho … por ano e sodomizava os grumetes”, comentou o escritor Ídolo.

O livro retrata a verdadeira história da cidade de Cananéia, sua colonização e a real história do Bacharel de Cananéia, Mestre Cosme Fernandes, reconhecidos por muitos como um dos grandes precursores da colonização portuguesa no Brasil.

Em cinco anos de pesquisas em três países e a abrangência da narração, que dão alta qualidade ao texto, é que o Ídolo Carvalho foi presenteado com o prefácio de seu livro escrito por Hernani Donato e as orelhas da capa e contra-capa por Eduardo Bueno.

Para o autor, “se a ‘certidão de nascimento’ do Brasil é a carta de Caminha, de Porto Seguro; o berço é Maratayama, de Cananeia, e está devidamente registrado na gravação do mármore da laje existente no monumento Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, às margens do Tejo, perto da Torre de Belém. A partir de notícias esparsas, traços que a historiografia nos legou, este livro reconstrói a vida de um personagem meio humano, meio mito, membro da elite do país mais avançado do seu tempo, que foi conduzido à força para o Brasil, como degredado. A sua extraordinária importância deve-se ao fato de ter sido ele o primeiro colonizador e iniciado a primeira povoação do Brasil em Cananeia. Exatamente por ser um caso singularíssimo, ou seja, um bacharel condenado ao degredo, é que seu rastro na história pôde ser seguido.”

Resumo

Lançamento do livro “Cananeia, O Primeiro Povoado do Brasil – A Saga do Bacharel, a Verdadeira História”
Data: 25 de Novembro de 2011
Horário: 20 horas
Local: Kurt Kaffee – Avenida Beira Mar, Centro, Cananéia/SP.

Uma história de amor. Veja. Leia. Reflita. Compartilhe.

Fotos de uma história de amor

A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos..
A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA.

Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação.
Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.

Fotos de uma história de amor[4]

Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina,

Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.
O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.

Fotos de uma história de amor[6]

Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie.

Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.
O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho

com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.

Fotos de uma história de amor[8]

Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie.

Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.
O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho

com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.

Fotos de uma história de amor[10]

No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco.

A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.

Fotos de uma história de amor[12]

Katie morreu 5 dias depois do casamento.

Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar…

a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure,

por isso devemos deixar de complicar nossas vidas…

A vida é curta, por isso

Trabalhe como se fosse seu primeiro dia
perdoe rapidamente
beije demoradamente, ame verdadeiramente
ría incontrolavelmente
e nunca deixe de sorrir
por mas estranho que seja o motivo.
A vida pode não ser a festa que esperamos
mas enquanto estamos aqui, devemos sorrir e agradecer… 

Enviado por Andrea Aguiar

A história se repete: Durante as chuvas, Peruíbe vive o caos da incompetência

O que o povo de Peruíbe está sofrendo nestes dias sofre todos os anos. Seja com Milena, com o pai dela, com Alberto, com Mário Omuro, com Sodré, com Popescu… É, portanto, perfeitamente previsível. E, porque previsível, acontece para escancarar ou a incompetência com que nossos governantes – todos! – gerem a cidade, ou porque, mesmo sabendo o caminho para se resolver o problema das enchentes em tempos de chuva, preferem brincar com o sofrimento alheio.

As águas que caem dos céus de dezembro a março em Peruíbe não poupam nem mesmo os ricaços dos Boungainvilles I e II. Em certos trechos da Avenida Padre Anchieta, simplesmente não há como se passar, como no baixio desde a Imobiliária Toninho Góes até o Restaurante Alpendre, alcançando a imobiliária do ex-vereador, ex-presidente da Câmara, ex-vice-prefeito de Gilson e de Sodré, José Carlos Rúbia de Barros, o Carlinhos. O próprio Restaurante Alpendre, onde, em dias como estes só se vai comer a nado ou de barco pertence – ou já pertenceu – a um dos poderosos da atual administração, David da Silva Maia Neto, também ex-vereador. E, nos luxuosos condomínios fechados (que fecham e dividem a cidade), moram o plenipotenciário Gilson Bargieri e sua filha, atual alcaide. Ambos os dois também têm dificuldades para chegar em casa, já que a Avenida Beira Mar (é menos complexo chamar a avenida da orla assim do que Avenida Governador Mário Covas Júnior), fica também instransitável.

O antigo canal da Ubatuba só tem de antigo o nome. Hoje Avenida (ou rua) dos Expedicionários, o canal, que vem por galerias desde o Ribamar até o Stella Maris, e da Avenida Padre Leonardo Nunes até o Rio Preto em forma de canal mesmo (quase um rio dentro da cidade) atinge em cheio o centro administrativo da cidade, e prefeitura e câmara (e, amanhã, o fórum), e até mesmo a delegacia mais adiante, ficam ilhados.

De certos trechos da Padre Anchieta, pode-se olhar a inclinação que leva à praia de um lado, e que leva em direção à linha do trem: são duas corredeiras de águas intermináveis.

Em resumo: se correr a água pega; e ficar, a água faz adernar.

E o que dizer do Jardim das Flores? E do Caraguava? E da Vila Peruíbe? E da estrada do Guaraú? E do Jardim Veneza?

Detenho-me ao Jardim das Flores onde nada lá são flores, mas que é o suprassumo de tudo que há de exemplo que se possa dar de descaso ou incompetência em termos de gestão pública. A começar da escolha do terreno que, não bastasse ser uma baixada, é margeado pelo Rio Preto quando ele teima abraçar a cidade. Talvez fosse melhor assim, sabe-se lá… Até porque, tivesse sido construído num terreno alto, e viesse um tufão daqueles que costuma castigar o litoral catarinense, aqueles casebres seriam levados aos céus, com tudo que tem dentro (inclusive as pessoas). Seria uma catástrofe. Para que se tenha uma ideia da vulnerabilidade daquelas construções, os subempreiteiros que construíram a casas (casas?) não ganharam mais que mil reais para levantar cada uma delas desde o alicerce até o respaldo do telhado (e com o “acabamento” e tudo!). Agora, vão lá olhar as planilhas de custo da obra, e vejam quantos os mutuários do Jardim das Flores estão pagando, e o quanto foi liberado de verba do governo para aquele bairro, e pensem no quanto foi roubado – e está sendo roubado – do bolso do contribuinte. É um acinte!

Tudo isso para quê? Para hoje você que é morador do Jardim das Flores ver tudo aquilo que você comprou durante o ano se perder numa enchente, e ainda ir numa entrevista de TV para dizer que… “fazer o quê?, a gente mora perto do mar…”, como se o êxtase de se morar “perto” do mar compensasse prejuízos e mais prejuízos por culpa – não do mar! – mas dos agentes públicos ou despreparados ou corruptos.

Pois é. Até nisso Peruíbe piorou ao longo das últimas três ou quatro décadas. Até as enchentes antigamente tinham um ar mais romântico, mais caiçara, e elas ficavam restritas quase que exclusivamente ao Jardim Veneza (que, aliás, tem esse nome, justamente por causa das cheias, numa comparação um tanto sem graça com a Veneza italiana).

Lembro-me do ex-vereador e ex-diretor de Defesa Social, Coronel José Ignácio Monte Oliva Filho, indo à Tribuna da Câmara para, entre lágrimas não contidas, relatar a desgraça que vira durante os dias de enchentes enfrentados pelo então prefeito Mário Omuro durante sua gestão (1989-1992). E mais recentemente, sua esposa, Julieta Omuro, quase foi apedrejada em praça pública pela oligarquia da cidade porque, enquanto prefeita, decretou “estado de calamidade pública” na cidade diante do que viu de desgraça atingindo a periferia do município, em 2008. E se, por conta disso não foi apedrejada na praça, o foi nas urnas, perdendo as eleições daquele ano justamente porque se atrevera a defender os pobres e oprimidos, governando para estes exatamente como fizera seu marido 20 anos atrás. Milena e Gilson (filha e pai), Gilson e Milena (pai e filha) não pouparam esforços para criticar sordidamente Julieta pelo seu ato, e o fizeram dos palanques eleitorais, mesmo Gilson Bargieri tendo sido prefeito (2001-2004) e tendo sentido na pele as “negras aflições dos problemas sociais”, no dizer do falecido poeta Gióia Júnior.

Mas, e agora, José? Não, não o José Roberto Preto; é o “José” de Drummond: “E agora, José? / A festa acabou, / a luz apagou, / o povo sumiu, / a noite esfriou, / e agora, José? / e agora, você? / você que é sem nome, / que zomba dos outros, / você que faz versos, / que ama, protesta? / e agora, José?.”

José Milena, José Gilson, José Alex Matos, José Ferreirinha, José David Maia, José Neto, José quem mais que seja que componha a casta dominante (e mandatária) da cidade hoje (por acaso são vocês hoje; amanhã, quiçá, serão outros), mostrem vocês que têm um mínimo de amor pela cidade e de respeito pelo seu povo, e façam alguma coisa para minorar este mal que, como disse, não é de hoje, não é necessariamente culpa de vocês, mas que também não é só necessariamente culpa da natureza, do rio, da ressaca, das chuvas torrenciais que não param, de São Pedro, enfim.

O desassoreamento (e limpeza) dos rios que “abraçam” a cidade, se bem me lembre, não é feito há décadas. Asfaltos são feitos “para inglês ver” e para gáudio de alguns veneráveis amigos da Administração, sem um mínimo de preocupação com sistemas que permitam o escoamento de águas pluviais; árvores são cortadas (já tratei desse tema aqui) impiedosamente por toda a cidade; os mangues são invadidos por favelas e por construções “oficiais” (o prédio onde funciona o Ciretran hoje não muito tempo atrás era mangue); a areia da praia continua sendo roubada à luz do dia e até por caminhões e máquinas que não são da prefeitura; e, nas ruas estreitas e irregulares de bairros invadidos por posseiros com seus casebres e favelas faz-se asfalto para poupar que os pés pisem na lama na rua, mas que, em tempos como esse, jogam a lama das ruas para dentro das casas!

A mão justa da mãe Natureza, ao mesmo tempo em que ama, é cruel. E somos abençoados porque tudo isso que vem acontecendo não é mais que aviso que deve ser medido por todos.

Um dia logo após o Natal de 2004, milionários do mundo todo curtiam suas férias nas paradisíacas ilhas do Índico, na Indonésia e países adjacentes. Um violento terremoto chegou sem aviso e fez levantar ondas de até 50 metros (da altura do prédio Serra dos Itatins!) em toda costa do Índico na Ásia e também a costa leste da África: pelo menos 280 mil pessoas morreram (quase a população de seis cidades de Peruibe!), e, diante da tragédia, de nada adiantou ser pobre, rico, preto, branco, amarelo: a Natureza foi simplesmente implacável.

No início deste ano, aqui mais perto de nós, na região Serrana do Rio de Janeiro, cerca de mil pessoas morreram (os números ainda não estão conclusos), também por conta do descaso e da incompetência dos gestores públicos que não souberam administrar e respeitar os avisos da Natureza. Famílias inteiras de milionários foram ceifadas também.

Logo, disso tudo se deduz que quando a desgraça resolve alcançar também o rico, de nada vale todo o dinheiro que amealhou, todos os bens que juntou, honestamente ou não. Vai tudo literalmente para o ralo. E para o esgoto.

Pelo menos sonhemos com um dia em que não será mais preciso ver voluntários de barco socorrendo senhoras e crianças para que não pereçam afogados, mas que suas voluntariedades sejam usadas para mostrar que é possível sim fazer de Peruíbe uma cidade melhor; ao menos um pouco melhor.

Washington Luiz de Paula

Caixa preta da Câmara ‘é história’, diz Galba

Galba Novaes defende realização de concurso público
Galba Novaes defende realização de concurso público

Odilon Rios, do Alagoas 24 horas

Na sessão desta terça-feira, 9, na Câmara de Vereadores de Maceió, havia dúvidas sobre o prosseguimento dos trabalhos da sessão de quarta-feira, já que os funcionários ameaçam parar as atividades por exigir reajuste de 20% nos salários. Em junho, eles fecharam os portões da Câmara, cobrando aumento nos salários.

No meio das discussões sobre cortes ou não de gastos na Câmara e a uma suposta caixa preta no legislativo municipal, o futuro presidente, Galba Novaes (foto), PRB, disse que a primeira medida a ser tomada por ele será a abertura de concurso público, acabando com os cargos comissionados.

“A Câmara tem dois duodécimos para receber. Como é que falta dinheiro?”, questionou o vereador. “O que eu defendo é aquilo que diz a lei. Depois da aprovação da PEC [Proposta de Emenda Constitucional], que aumenta a quantidade de vereadores nas Câmaras Municipais, o valor a ser repassado no duodécimo será de 4,5% de tudo o que for arrecadado pelo município”, disse.

“E se dependesse de mim, não existiria cargo comissionado. Para mim, deve haver concurso público. Se o servidor cometer erros, está sujeito a uma série de penalidades”, disse Novaes.

Ele afirmou que não fará auditoria da Mesa Diretora- após a saída de Dudu Holanda da presidência. “Não tenho motivos para isso”.

Sobre as informações da existência de uma caixa preta no legislativo, classificou o assunto como “história”.

“Todos os balancetes são entregues ao Tribunal de Contas do Estado e publicados no Diário Oficial do Município, que mostra também a relação de funcionários desta Casa. Isso é história. Tudo nesta é de conhecimento público”.