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Alex Matos ainda na frente na corrida pré-eleitoral de 2016 para Peruíbe

Alex, o preferido na terceira apuração

Da Redação

Pelo terceiro dia consecutivo, Alex Matos continua liderando as enquetes levadas ao ar por este blogue.

Estão previstas 211 enquetes somente sobre o tema “prefeituráveis 2016 para Peruíbe” contendo 21 dos principais e prováveis candidatos. As enquetes apresentam sempre dois nomes, como se somente os dois fossem candidatos. Ao votar você está indicando quem você escolheria caso fossem somente os dois candidatos. A ideia é buscar um nome de consenso para a eleição de prefeito de Peruíbe em 2016. Na tabulação final de todos os prefeituráveis aparece o resultado como apresentado na tabela abaixo.

O resultado parcial até aqui – com as enquetes tendo começado em 19 de dezembro de 2014 – indicam o seguinte:

NOME VOTOS %
Alex Matos (Alex Matos) 13 14%
Cristen Charles (Na Mira!) 9 10%
Gilson Carlos Bargieri (Gilson Bargieri) 9 10%
José Ernesto Lessa Maragni Jr. (Zeca da Firenze) 9 10%
Antonio Carlos Caruso (Dr. Caruso) 8 9%
Alberto Sanches Gomes (Dr. Alberto) 7 8%
Antonio Claret de Góes (Toninho Góes) 7 8%
Benedito Marcondes Sodré (Sodré) 5 6%
Julieta Fujinami Omuro (Dra. Julieta) 5 6%
Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira (Dr. Luiz Maurício) 5 6%
Claudete Andreotti (Boca de Rua) 4 4%
Emer Elias Abou Jaoude (Emer) 4 4%
Maria Onira Betioli Contel (Onira) 3 3%
Mário Omuro (Mário Omuro) 2 2%
Ana Maria Preto (Ana Preto) 0 0%

Participe você também. Clique no link sobre os nomes abaixo e vote, indicando sua preferência. Ou conheça todas as enquetes para Peruíbe neste link.

Sempre lembrando que estas enquetes NÃO TÊM valor científico, não se tratando de pesquisa com qualquer amparo de metodologia estatística, portanto.

Se você é pré-candidato a prefeito e gostaria de ter seu nome inscrito nas enquetes, escreva para [email protected] solicitando sua inclusão dentre os prefeituráveis. Este serviço é gratuito, mas fique à vontade caso queira colaborar com meu trabalho. Veja como aqui.

VEJA AS ENQUETES PUBLICADAS ATÉ AQUI (POR ORDEM DE VOTAÇÃO RECEBIDA)

NOME VOTOS % NOME VOTOS % TOTAL
Alberto Sanches Gomes (Dr. Alberto) 7 58% Alex Matos (Alex Matos) 5 42% 12
Alex Matos (Alex Matos) 8 100% Ana Maria Preto (Ana Preto) 0 0% 8
Benedito Marcondes Sodré (Sodré) 5 63% Claudete Andreotti (Boca de Rua) 3 38% 8
Claudete Andreotti (Boca de Rua) 1 13% Cristen Charles (Na Mira!) 7 88% 8
Gilson Carlos Bargieri (Gilson Bargieri) 5 63% José Ernesto Lessa Maragni Jr. (Zeca da Firenze) 3 38% 8
Ana Maria Preto (Ana Preto) 0 0% Antonio Carlos Caruso (Dr. Caruso) 7 100% 7
José Ernesto Lessa Maragni Jr. (Zeca da Firenze) 6 86% Julieta Fujinami Omuro (Dra. Julieta) 1 14% 7
Julieta Fujinami Omuro (Dra. Julieta) 4 57% Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira (Dr. Luiz Maurício) 3 43% 7
Emer Elias Abou Jaoude (Emer) 2 33% Gilson Carlos Bargieri (Gilson Bargieri) 4 67% 6
Antonio Carlos Caruso (Dr. Caruso) 1 25% Antonio Claret de Góes (Toninho Góes) 3 75% 4
Antonio Claret de Góes (Toninho Góes) 4 100% Benedito Marcondes Sodré (Sodré) 0 0% 4
Cristen Charles (Na Mira!) 2 50% Emer Elias Abou Jaoude (Emer) 2 50% 4
Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira (Dr. Luiz Maurício) 2 50% Maria Onira Betioli Contel (Onira) 2 50% 4
Maria Onira Betioli Contel (Onira) 1 33% Mário Omuro (Mário Omuro) 2 67% 3

Corrida por partidos mostra antecipação da campanha de 2016

Baldim (direita) posa ao lado do “Lula” peruibense, durante a última campanha eleitoral.

Da Redação

Uma verdadeira corrida por partidos vem sendo encetada em Peruíbe, como se imagina acontecer em quase todas as cidades brasileiras neste ano de 2014, embora as eleições municipais estejam ainda teoricamente distantes.

A corrida evidencia duas coisas: a preocupação por “segurar” o maior número de partidos com vistas a futuras negociações de apoio a este ou aquele candidato, ou porque a sede pelo poder é bem maior do que a vontade em ajudar na promoção do bem para o povo.

Exemplos é que não faltam. Para um modelo “democrático” em que basta que você tenha 500.000 assinaturas para conseguir formar um partido, o Brasil até que é pródigo nestes: São 32 partidos regularmente funcionando, e outros 26 aguardando aprovação pelo TSE. Em Peruíbe, nas últimas eleições foram 25 partidos participando do pleito, dos quais apenas 11 conseguiram eleger representantes no Legislativo.

Não é difícil ver este ou aquele velho conhecido da política peruibense propalando a quatro ventos que “controla” dois ou três partidos. O ex-candidato a vereador e a deputado estadual, empresário Ricardo Baldim ilustra bem este fato. Segundo um colaborador e amigo muito próximo, apesar de não ter “sorte nas urnas”, uma vez que não só não se elegeu em suas duas últimas tentativas, mas também não conseguiu eleger seu irmão Adolfo Baldim, que foi candidato a vereador em 2012, Baldim teria sob seu controle hoje pelo menos três partidos: O PDT, o SOLIDARIEDADE e o PÁTRIA LIVRE.

A evidência desse domínio pluripartidário fica para o fato de “com a criação do SOLIDARIEDADE, Ricardo Baldim, que é do PDT, transferiu seu fiel escudeiro Mauro Machado, que era vice presidente do PDT, para organizar o novo partido”, informa esse seu amigo que roga pelo anonimato.

Samba do crioulo doido

Evidente que a nível nacional os partidos nanicos pouco estão se importando com o quem é quem em cada cidade. Afinal, se fosse parar para ouvir toda e qualquer história sobre este ou aquele filiado, não teria tempo sequer para se organizar rumos ás eleições de outubro deste ano, que já vem se avizinhando. É só passar a Copa.

Mas fatos como esses dão um tom curioso sobre quem este ou aquele “cacique” apoiaria para deputado agora em 2014. Ricardo Baldim teria que decidir entre dois linhas-duras da política estadual, a saber, Paulinho da Força (SOLIDARIEDADE) ou o Major Olímpio (PDT).

Descobertos, afinal, onde estão os caciques, fica a pergunta: e os índios, onde estão, e como é que ficam?

PT dá início à corrida eleitoral com pré-convenção neste sábado

Vereadora Onira (centro) ladeada por lideranças políticas da cidade como os ex-prefeitos Julieta Omuro e Mário Omuro (ambos do PPS), o presidente da Câmara, Emer Elias Abou Jaoude (PSD) e o vereador André de Paula (PMDB)

Da Redação

Acontece neste sábado, na Colônia Veneza, o encontro municipal do Partido dos Trabalhadores de Peruíbe. O evento, que é praticamente uma preparação para a campanha eleitoral que começa a partir de julho, tem como caráter principal a apresentação formal dos candidatos do partido às eleições deste ano, tanto para o Executivo  quanto para o Legislativo.

Diferente das eleições anteriores quando o PT procurou buscar alianças com outros partidos para somar forças no sentido de eleger pelo menos um de seus representantes, desta vez a militância do partido ousa em afirmar que disputará o pleito, ainda que sozinha.

Candidata a prefeita pelo partido, a vereadora Maria Onira Betioli Contel já anunciara esta disposição em março do ano passado (veja aqui) e terá seu nome referendado à Convenção Municipal que ainda não tem data marcada, mas que deve acontecer durante o mês de junho, a partir do dia 5. Também serão apresentados os nomes dos candidatos a vereadores, que também serão referendados para serem oficializados como candidatos na Convenção.

Vice surpresa

Onira deverá ser apresentada aos filiados como candidata oficial à prefeitura, mas deve chegar ao encontro de amanhã sem um vice para sua chapa. “Vamos discutir também neste encontro as políticas de alianças com outros partidos e, embora estejamos com a disposição de irmos sozinhos para a luta, nós queremos declarar aqui que estamos de braços abertos para receber todos os partidos que quiserem se somar a nós para levarmos a efeito o único e verdadeiro projeto de mudança política para Peruíbe”, afirma um dos líderes petistas, sinalizando que o vice pode vir de um dos partidos que podem se reunir ao partido do ex-presidente Lula e da atual presidente Dilma.

Há quem aposte, contudo que a direção do PT já tem o nome do vice, mas que prefere postergar a apresentação formal de seu nome para uma outra ocasião, em uma grande festa que se pretende fazer, desta vez aberta a toda a população. “Temos certeza de que o nome desse vice vai surpreender muita gente”, aponta um apaixonado correligionário do partido, apenas dando a pista de que a dobradinha representará o resgate da história e da dignidade de Peruíbe.

O encontro de amanhã é reservado aos filiados e a representantes da imprensa.

Um verdadeiro resgate da época da corrida do ouro no interior de SP

Em Ribeirão Grande, construções da época dos exploradores de ouro. A região agora vai a busca do seu potencial turístico baseado na história.

Márcio Pissócaro, do G1 Itapetininga e Região

Em Ribeirão Grande, no interior de São Paulo, o bairro Agudo Grande se destaca pela importância dentro da história da colonização do Brasil. Quem passa pela estrada, vê um local aparentemente esquecido pelo tempo e pelos homens. São 15 quilômetros de lama e buraco. A história dessa área é até mesmo pouco conhecida por moradores da região.

Mas é nesse local que existe história de mais 400 anos. Histórias da época da colonização do país. De acordo com o lavrador Joaquim Alves, que mora na região e buscou conhecer a história de onde vive, as estruturas construídas na área datam de 1600. Um dos destaques é uma velha construção da era do ouro. Ela foi feita para controlar a corredeira do rio para o garimpo. São corredores de pedras nas margens do rio Ribeirão Velho que canalizava o leito.

Este conjunto de paredões construídos para desviar o curso do rio por aqueles que buscavam o ouro se deu o nome de “Encanados”. Na região, são mais de 14 deles. Alguns, como o de Ribeirão Velho, permanecem intactos e estão dentro de propriedades particulares.

Essas construções datam da época em que faiscadores (nome dado aos homens que saiam em busca de ouro) subiam as serras litorâneas em busca de pedras e metais preciosos no continente paulista. Na maioria destes aventureiros vinham de Cananéia e Iguapê (litoral norte de São Paulo).

As barragens além de ajudar a explorar do ouro, protegiam os rios dos desmoronamentos de terra. A altura dos paredões variava conforme o nível da água. O maior deles tem quase 3 metros.

O que chama a atenção são estacas com couro de boi fincadas nestes corredores. A parte com pêlos ficam viradas para cima. De acordo com outro estudioso da história local, o aposentado Cândido Oliveira, a idéia dos desbravadores era extrair o ouro em pó. “Eles retiravam a terra dos barrancos e jogar nestes encanados onde os pêlos filtravam as águas e retinha o pó do ouro. Depois o couro era batido e o pó de ouro extraído”, explica.

Ainda de acordo o pesquisador, na região não se encontrava pepita de ouro, apenas o pó. Quando extraído da terra, eram armazenados em garrafas. “Até hoje é comum ouvir os mais velhos dizerem que “fulano achou uma garrafa de ouro” para se referir a alguém que ficou rico”, explica.

O ribeirão Velho desemboca no rio das Almas. Foram mais de 120 anos de exploração de ouro na região. A ação dos homens degradou o local e com isto, encontrar o precioso metal se tornou cada vez mais difícil. Essas construções datam da época em que faiscadores (nome dado aos homens que saiam em busca de ouro) subiam as serras litorâneas em busca de pedras e metais preciosos no continente paulista. Na maioria destes aventureiros vinham de Cananéia e Iguapê (litoral norte de São Paulo).

Mas a herança deixada pelos “Encanados” é o turismo. De acordo com a turismóloga Beatriz Lima, que estuda a região, o potencial ainda não é todo explorado. “Ainda falta investimento, mas quando isso acontecer, a região será uma grande riqueza”, afirma.

O morador Paulo Pires tem uma propriedade que fica dentro de uma das trilhas aberta há mais de 400 anos. São dois quilômetros de caminhada em mata fechada. “É um caminho muito bonito que os padres abriram nessa parte do Estado. São belas passagens que, com o passar dos anos, foi só ganhando mais beleza”, revela o homem.

Atletas anônimos fazem a diferença na Corrida Integração

Da Redação do EPTV Campinas

Chegando ao pódio ou não, os atletas da Corrida Integração sempre têm uma história para contar, seja sobre como superaram desafios para levar para casa a medalha de participação, seja dos momentos divertidos e de bem estar durante a prova.

O evento abre espaço para todos que gostam de praticar o esporte e adquirir hábitos saudáveis. Cada um correu ou caminhou do seu modo e com um objetivo pessoal. Enquanto alguns queriam apenas participar da festa, outros queriam manter a forma física, emagrecer, incentivar um parente ou amigo a fazer atividades físicas. Foram vários os motivos encontrados, como relataram alguns participantes da prova.

Caminhada

Muitas pessoas querem participar do evento, mas não se sentem preparadas para enfrentar a corrida. Para incluí-los, a modalidade “caminhada” foi implementada em 2003, quando se comemorava também os 20 anos de prova.
Mas Denilze de Barros Ricciardelli chegou ao Parque Taquaral pronta para a caminhada. Incentivada pelos amigos, no entanto, e pelo clima de festa, decidiu arriscar-se e correu o trajeto de 5km. Denilze não teve problemas para cruzar a linha de chegada. Ela explica que começou a treinar no final de julho, mas faz academia há um ano. “Percebi uma melhora na qualidade de vida depois que deixei o sedentarismo. O pique é outro! E, agora, que peguei o gosto pela corrida, não quero mais parar”.

Corrida 5K

Já a corrida dos 5Km foi agregada ao evento no ano passado, já que o objetivo da EPTV é levar à população da região de Campinas motivação para uma vida mais saudável.

Aos 22 anos, Marina Malachias subiu ao 3º lugar do pódio dos 5 km satisfeita com sua performance. “Achei a corrida emocionante! Hoje completam 4 anos que eu corro. No ano passado fiquei em quarto lugar na Corrida Integração. Esse ano cheguei em terceiro. É muito legal sentir essa evolução”. Marina é professora de Educação Física e treina diariamente. Para ela, além do treino, alimentação e sono adequados são essenciais no esporte.

Marta Teresa Sgnori Andrino participou da corrida de 5 km e disse que não teve dificuldades para superar o percurso. “Tinha duas subidas, mas foi fácil passar por elas”, garantiu. A atleta explicou que participou pela primeira vez da Corrida Integração e gostou da organização. Animada, ela contou que começou a correr para emagrecer. “Já eliminei 14 quilos e pretendo perder mais 10”, disse, otimista.

Corrida 10K

Na modalidade mais tradicional da Corrida Integração, que acontece anualmente desde 1983, quem mostrou que tem pique mesmo foi o estudante de publicidade da PUC-Campinas Thomaz Marostegan. Ele acordou cedo no domingo para correr os 10 km. Depois, tomou um banho, pegou o carro e enfrentou uma viagem de 7 horas até o Rio de Janeiro para assistir, no Rock in Rio, aos shows do Metallica e Slipknot. Retornou para Campinas em tempo de não perder a aula na segunda-feira. Thomaz participa da Integração desde 2003 motivado por uma promessa pessoal: ele irá correr por 30 anos como um teste para si mesmo. “Amo correr e me propus a nunca chegar num limite em que eu não possa mais fazer isso”.

Geraldo Donizetedeu à corrida um significado sociológico ao analisar:“Gosto dessas muvucas socialistas, onde correm, lado a lado, ricos e pobres, feios e bonitos. Na Corrida Integração isso acontece. Não há discriminação e ficam todos iguais, no mesmo nível”. Geraldo é ex-atleta. Jogava futebol e, hoje, aos 54 anos, precisa de fisioterapia devido às contusões que sofreu nos joelhos e tornozelos.

O seu preparador físico e fisioterapeura Gustavo Lopes correu ao lado de Geraldo Donizete na prova de domingo. Gustavo participa há 15 anos da Corrida Integração. Às vezes vai para acompanhar algum aluno, como esse ano, para ajudá-lo na superação. “Até a água eu carrego”, explica.

O também personal trainer Eduardo Moreno contou que não encontrou dificuldades para superar os 10 km de prova. Não era para menos. Afinal, ele usa as aulas que ministra para o seu próprio condicionamento. “Eu treino enquanto estou dando aula. No entanto, dedico pelo menos um dia da semana especificamente para mim”, explica. Com tempo total em torno dos 45 minutos, ele explica a sua boa performance: “Faço treinos intervalados e ‘tiros’ de 400 a mil metros”. Treinos intervalados são corridas mescladas com exercícios físicos e os ‘tiros’ são corridas de velocidade nas quais o atleta exige o máximo da sua musculatura. Por isso, ele aconselhou também que se faça fortalecimento muscular para não sofrer lesões durante os treinos ou nas provas. “Também notei que os mais amadores forçaram muito na saída e param metros depois. Eles precisam de orientação para dosar melhor o gasto de energia”.

Mãe há apenas sete meses, e treinando há três, Claudia Aparecida Moreno, de 36 anos, concluiu o percurso em 59m20s. Ela contou que sempre gostou de correr e que a Corrida Integração foi sua segunda prova depois do parto. Embora não tenha se sentido muito bem na largada – “era muita gente em pouco espaço”, disse – ela soube dosar o ritmo e poupar forças para concluir a prova, passando pela subida de acesso à Barão de Itapura com folga. “Mas foi o pior trecho”, destacou. Para justificar o bom desempenho, ela disse que fez treinos individuais e contou com as instruções de um personal trainer. “Também fiz aulas de musculação na academia para dar um reforço”, explicou.

Ana Proença começou a correr para entrar em forma há sete anos. Desde que começou, ela não parou mais. A sua primeira prova oficial foi numa Corrida Integração. Nesse ano, ela correu os 10 km na categoria Elite, motivada, principalmente, por vitórias conquistadas em outras provas realizadas em Campinas e nas cidades de Bertioga e Florianópolis. Ela concluiu a prova na 12ª colocação com o tempo de 42m40s. Diferentemente dos demais atletas, os trechos mais favoráveis a ela foram as subidas. “Eu só treino em subidas, eu amo subidas”, comentou. Com uma rotina diária de treinos, incluindo exercícios físicos, Ana Proença orgulha-se de ter emagrecido sem precisar parar de comer. “Quem quiser seguir meu exemplo, eu aconselho a ser persistente e não desistir quando sentir dor”. Atualmente, ela treina corridas quatro vezes e faz spining três vezes por semana.

Já o corredor Vladimir Dias levou esposa e filha para a torcida. Ao final da prova, além da medalha de participação, ele ganhou um beijo da esposa Márcia e um abraço da filha Ludmila. “Eu corro porque gosto do esporte e me faz bem”, disse ele, que cruzou a linha de chegada na 172ª posição. Ele participou da prova pela quarta vez e gostou do percurso. “Foi tranquilo, completei a prova sem forçar e o clima ajudou muito”. Se ele estava feliz por concluir a prova, também deixou Ludmila contente, pois ganhou do pai o direito de ostentar a medalha no peito.

PT sai na frente na corrida eleitoral 2012: Onira é candidata a prefeita

Da Redação

Em reunião que aconteceu no último dia 19 na colônia de férias da AFUSE, no Bairro dos Prados, cerca de 80 pessoas, entre filiados e simpatizantes do PT decidiram pelo lançamento da vereadora Maria Onira Betioli Contel como candidata a prefeita para as eleições de outubro de 2012.

Onira, que está no seu terceiro mandato como vereadora, já foi candidata a prefeita de Peruíbe, não tendo conseguido a vitória. Para um dos apoiadores da candidatura de Onira à prefeitura, o objetivo do PT era de longo prazo: “era preciso passar por aquela derrota e estar presente no Legislativo por todo este tempo para dizer que agora sim o PT está preparado para governar a cidade”, enfatiza.

Embora a oposição política em Peruíbe sempre tenha tido um papel muito tímido, preferindo, no mais das vezes, um discurso um tanto quanto derrotista e pouco construtivo, o que talvez explique a quase perpetuação dos “mesmos” à frente do Executivo municipal, se depender do clamor da quase centena de pessoas que foram prestigiar o pré-lançamento da também pré-candidatura da professora Onira à prefeitura, é possível que se tenha chegado, afinal, ao tempo das mudanças, ao efetivo tempo das mudanças.

“Foi uma reunião democrática, sem oba-oba, sem almoço, sem lero-lero. O que o PT queria, e precisava, era já, a partir de agora discutir o posicionamento do partido no tocante as eleições do ano que vem”, lembrou outro simpatizante que também foi aplaudir a decisão de lançar a vereadora Onira como candidata a prefeita.

Homônimo e sósia do presidente, Lula (dir.) ao lado do Senador Mercadante, durante a campanha para deputado do ano passado. Foto: Fernando Borges/TerraLula peruibense

Luiz da Silva, o “Lula” de Peruíbe, petista de quatro costados, dono da famosa “Toka do Lula”, no Guaraú, chegou à reunião com a intenção de apresentar seu nome ao plenário também como candidato a prefeito. Mas acabou declinando em favor de Onira, prevalecendo o consenso.

Lula, que foi candidato a deputado federal pelo PT nas eleições do ano passado, carregou consigo, durante a campanha, o estereótipo de ser praticamente um sósia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para Sidney de Castro Moura, o Kabbello, a candidatura de Onira é “uma oportunidade de se oferecer uma alternativa séria para a cidade, para trazer a politica da cidade pra um patamar mais moderno, dando voz às pessoas que realmente podem contribuir com a cidade”, lembrou.

Com este pré-lançamento, Onira é a primeira dentre os sabidos postulantes ao Executivo municipal a se lançar pré-candidata para as eleições que acontecerão daqui a 560 dias.