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A besta que subiu do mar

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E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: “Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?”.

E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfêmias contra DEUS, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.

E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

Se alguém tem ouvidos, ouça.

Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

Texto extraído do capítulo 13, versículos do 1 ao 10, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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A besta que subiu da terra

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E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, e falava como o dragão; e exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.

E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens, e engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.

E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Texto extraído do capítulo 13, versículos do 11 ao 18, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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A queda de Babilônia: A visão da grande prostituta montada na besta

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E um dos sete anjos que tinham as sete taças veio, e falou comigo, dizendo-me: “Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas, com a qual fornicaram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua fornicação”.

E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua fornicação; e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.

E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a, eu maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: “Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres. A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, ainda que é. Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição. E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis”.

E disse-me: “As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas; e os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo, porque DEUS tem posto em seus corações que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que deem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de DEUS. E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra”.

Texto extraído do capítulo 17, versículos de 1 a 18, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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Vitórias de Cristo contra a besta e contra o falso profeta

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E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra de DEUS.

E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do DEUS Todo-Poderoso.

E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.

E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: “Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande DEUS; para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes”.

E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos, reunido para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército. E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.

E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.

Texto extraído do capítulo 19, versículos de 11 a 21, de O Apocalipse de João (Bíblia Sagrada), segundo a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF).

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Profecia nostradâmica sobre a “besta barbuda”

Em suas Centúrias, Nostradamus* escreveu com tanta exatidão que nos faz acreditar que falava de alguém em particular, em especial do Brasil. Quem seria?

Veja um fragmento de um texto de Nostradamus:

“…e próximo do terceiro milênio uma besta barbuda descerá triunfante sobre um condado do hemisfério sul, espalhando a desgraça e a miséria. Será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente completos. Trará com ele uma horda que dominará e exterminará as aves bicudas, e implantará a barbárie por muitas datas sobre um povo tolo e leviano.”

(*) Nostradamus (Michel de Nostredame ou Miquèl de Nostradama) nasceu na França, em Saint-Rémy-de-Provence, aos 14 de dezembro de 1503 ou 21 de dezembro de 1503, e morreu em Salon-de-Provence, aos 2 de julho de 1566.