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Grande incêndio atinge tanques na área industrial da Alemoa, em Santos

Há relatos de diversas explosões nos tanques, cheios de álcool. Fumaça pode ser vista de outras cidades

Incêndio atinge tanques de álcool na área industrial da Alemoa, em Santos. Há relatos de explosões. Foto: Carlos Nogueira

De A Tribuna On-Line

Um incêndio de grandes proporções atinge tanques de álcool da empresa Ultracargo, na área industrial da Alemoa, em Santos, na manhã desta quinta-feira (2). Há relatos de várias explosões em sequência.

Equipes do Corpo de Bombeiros de cidades da Baixada Santista e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão no local. São pelo menos 25 viaturas da corporação. Oito estão vindo da Capital e do ABC.

Um plano de auxílio mútuo das indústrias de Cubatão foi acionado assim que o incêndio começou. A Refinaria de Cubatão já mandou para a Alemoa, em Santos, um caminhão-tanque com 6 mil litros de líquido gerador de espuma e quatro técnicos em combate a produtos químicos. Outras indústrias estão mandando equipes próprias.

Os Bombeiros pedem que a região seja evitada por conta de riscos de explosão. De vários bairros de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande é possível é ver uma imensa cortina de fumaça densa e preta.

A Ultracargo informou, por meio de nota, que a brigada de incêndio foi acionada assim que notou o início das chamas e disse que é prematuro apontar qualquer motivo para as explosões.

Equipes do Corpo de Bombeiros da Baixada Santista estão empenhadas no combate ao incêndio nos tanques da Alemoa. Foto: Luigi Bongiovanni

De acordo com as primeiras informações da Prefeitura de Santos, há duas vítimas, sem gravidade. Uma inalou a fumaça tóxica e outra está em estado de choque por conta da primeira explosão, que originou o fogo. Equipes da Defesa Civil de Santos e Cubatão auxiliam nos trabalhos do Corpo de Bombeiros.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) entrou em contato com a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), para represar os caminhões no Planalto enquanto o incêndio não for controlado. A Entrada de Santos está sendo liberada para a passagem de veículos, com a atuação de agentes de trânsito nos semáforos.

Segundo a Ecovias, a Via Anchieta tem tráfego bloqueado no km 64, sentido litoral, por causa do incêndio. Motoristas que querem vir ao litoral devem utilizar a Rodovia dos Imigrantes e por São Vicente chegar a Santos. Quem pretende ir a São Paulo, não encontra dificuldades de utilizar a Via Anchieta.

Fogo começou depois de uma explosão em um dos tanques de combustível na Alemoa, em Santos. Foto: Fabrício Souza

Em nota à imprensa, o 6º Grupamento de Bombeiros – Santos,  informa que foi acionado, às 10h10 desta quinta-feira, para a ocorrência de “Incêndio em Tanque de Álcool” na Rua Engenheiro Augusto Barata, S/N – Alemoa – Santos/ SP.

O terminal abriga 175 tanques de capacidade de até 10.000³ em uma área de 183.871 m². Os produtos movimentados no local incluem combustíveis, óleos, vegetais, etanol, corrosivos e químicos.

A princípio se deslocaram para o local, cinco viaturas do bombeiros, composta por 14 bombeiros, duas viaturas do SAMU, Defesa Civil, Sabesp e Policiamento.

Lula visita a área 51 nos EUA e sai de lá decepcionado

Mundo suspeita que a NASA mantém ETs em cárcere privado na área 51 americana

Do Portal G17

O ex-presidente Lula esteve nos Estados Unidos visitando a secreta área 51. Mas o Lula saiu de lá decepcionado. “Não foi o que eu esperava, não encontrei lá o que imaginava encontrar”, disse Lula.

A suspeita é que na Área 51 a NASA mantenha, em cárcere privado, alguns ET’s capturados enquanto visitavam a Terra. Lula imaginou que naquela base secreta americana tivesse um líquido precioso.

Neymar agradece cessão de área para o seu projeto em Praia Grande

Por meio de nota em seu site oficial, o atacante do Santos agradeceu em seu nome e de sua família ao prefeito Alberto Mourão e à Câmara de Praia Grande.
Foto: Ivan Storti/ Santos FC
Neymar agradeceu à Prefeitura de Praia Grande pela aprovação do Projeto de Lei que autoriza a cessão da área que abrigará o instituto que leva o seu nome.

Da Reportagem do Diário do Litoral

A Câmara Municipal de Praia Grande aprovou, em duas sessões extraordinárias, realizadas na tarde desta sexta-feira (11), o Projeto de Lei nº 01/13, de autoria do Executivo, que autoriza a concessão de área para a implantação do Instituto Neymar Jr, no Município. A propositura foi confirmada com 16 votos favoráveis e um contrário, do vereador Marco Antonio de Sousa, o Marquinho (PMN). As plenárias, presididas pelo vereador Sergio Luiz Schiano de Sousa, o Serginho Sim (PSB), foram realizadas durante o recesso parlamentar.

A área cedida tem 8.400 metros quadrados, composta pelas quadras 027-A e 027-B, no Jardim Glória. O local é atualmente ocupado pelo Grêmio Municipal. O prazo da concessão é de 30 anos, renovável por mais 30. O concessionário tem prazo de três meses para o início das obras.

Presidente da Comissão de Educação Cultura Esporte e Turismo, o vereador Eduardo Soares de Pádua Jardim, o Edu Sangue Bom (PPS), ressaltou os benefícios do projeto. “O instituto tem clara intenção de promover uma verdadeira transformação social, em um bairro que é tão carente. Não formará apenas atletas, mas cidadãos”, disse. “Porém, não posso deixar de citar que há uma escassez de espaços para a construção de escolas e creches. Por conta disso, a cessão da área para uma instituição que não tivesse um trabalho como este, não teria meu voto favorável”.

Agradecimento de Neymar

“Queremos, eu e minha família, agradecer a Cidade de Praia Grande, o Prefeito Alberto Pereira Mourão pela indicação e a Câmara Municipal pela aprovação do ”Projeto de Lei” que autorizou a concessão de uma área localizada no Jardim Glória, a qual serviu de sede para o Campo do ”Grêmio” durante vários anos, para que lá seja construído o Instituto ”Projeto Neymar Jr”.

À população da Praia Grande, principalmente as famílias que residem nos bairros situados no entorno da futura sede do Instituto, queremos dizer que saberemos retribuir com muita dedicação e compromisso a confiança depositada em minha família e nas pessoas engajadas na transformação da realidade daquela região.

Com a cessão do terreno, encerramos apenas a primeira etapa do projeto. Teremos muito trabalho pela frente em busca de mais parceiros para tirarmos do papel tudo o que foi carinhosamente planejado dando assim vida a esse sonho. Se você, ou sua empresa, quiser se juntar a nós, entre em contato através do e-mail [email protected]. Toda colaboração será bem vinda.

Trabalharemos para que o Instituto ”Projeto Neymar Jr” seja mais um gol de placa, ainda mais bonito que os marcados pelo Neymar Jr. dentro de campo !! Que ele seja motivo de orgulho para os moradores da Praia Grande.

Obrigado!”

Foto: Divulgação/ PMPG
A área de abrangência compreenderá os bairros Jardim Glória, Vila Sônia, Guilhermina e Sítio do Campo, contemplando alunos de quatro escolas municipais dos arredores.

Instituto Neymar

A estrutura contará com campo de futebol profissional, quadra poliesportiva, piscina e academia de ginástica, além de outras dependências. A previsão é que em 5 anos, consiga atender 2 mil crianças de 7 a 14 anos e seus familiares, totalizando 10 mil pessoas. As atividades ocorrerão em dois turnos, manhã e tarde, e os grupos serão divididos por faixa etária.

A área de abrangência compreenderá os bairros Jardim Glória, Vila Sônia, Guilhermina e Sítio do Campo, contemplando alunos de quatro escolas municipais dos arredores. Além de ser aluno destas unidades, e ter frequência escolar acima de 90%, também é critério para participar do instituto ser morador desta região e ter renda familiar per capta de até R$ 140,00.

O Instituto não receberá verbas públicas de qualquer esfera, seja federal, estadual, ou municipal. Será mantido por doações e parcerias. Atualmente a Volkswagen do Brasil e o Banco Santander já patrocinam o projeto.

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Moradores de reserva ecológica devem desocupar área em Peruíbe

Mais de 100 famílias moram na Juréia-Itatins. Peruíbe e três cidades do Vale do Ribeira fazem parte da área.

Do G1 Santos e Região

A Justiça mandou desocupar uma grande área de preservação permanente no Estado de São Paulo. No local estão três cidades do Vale do Ribeira e Peruíbe, no litoral de São Paulo. Mas há um impasse, 120 famílias já moravam na reserva Juréia – Itatins antes dela ser criada e, pela determinação elas têm de deixar o local.

O pescador Pedro do Prado foi quem construiu a casa de bloco onde mora com a mulher e os dois filhos. O terreno na comunidade Barra do Una, em Peruíbe, foi herança do avô. “Meu avô e minha mãe morreram, aí desmembraram o terreno, da estrada para lá ficou para o meu tio, e da estrada para cá ficou para meu pai, aí ficamos aqui até agora”.

Como já estava no local antes de 1986, quando a área se tornou uma estação ecológica, Pedro é considerado pelo estado um morador tradicional. A esposa dele Glória Maia do Prado cultiva hábitos e costumes dos antepassados, como o de defumar o peixe no fogão à lenha. “Comemos no almoço e no café da manhã também, com farinha e tomamos com café, é moda caiçara, costume nosso”, diz a dona de casa.

É do peixe que vem a renda da família. Eles pescam e vendem o que sobra numa banca montada na porta de casa. Mas a vida deles pode mudar, já que a Justiça determinou que toda a estação ecológica Juréia-Itatins seja desocupada. Com isso, as 120 famílias tradicionais que vivem na área vão ter que ir embora.

A determinação veio do Ministério Público, que se baseou na lei federal que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. O governo do estado teve um prazo de um ano para iniciar as negociações com os moradores. O tempo acabou no mês passado e, por enquanto, pouca coisa mudou, mas quem vive na reserva esta preocupado. As casas de veraneio, que são mais da metade de todas as construídas na região foram as primeiras a sofrer as consequências, algumas já foram demolidas.

“A gente vai atrás dos nossos direitos. Vou procurar um advogado, afinal de contas eu não invadi aqui. Quando eu comprei essa casa, que foi construída em 1976, a casa já estava aqui, porque eles não me indenizaram em 1986?”, diz o aposentado Pedro Mauro Jordan.

A estação ecológica Juréia-Itatins tem quase 80 mil hectares divididos em quatro municípios: Peruíbe, Miracatu, Iguape e Itariri. Segundo o gestor da fundação florestal, responsável pela estação, as famílias tradicionais ainda podem ser beneficiadas por um projeto de lei que cria reservas de desenvolvimento sustentável nas comunidades de Barra do Una e Despraiado.

O gestor da estação ecológica, Roberto Nicácio, explica o que pode acontecer com as famílias “Do ponto de vista legal, desde que foi criada em 1986, a estação ecológica não prevê a permanência de população em seu território, mas nem todas as questões foram resolvidas, espero que resolva logo, enquanto isso ainda tem uma parcela da população significativa na Juréia. Com a construção do mosaico, as famílias poderão desenvolver atividades cultural, de subsistência, atividade turística, desde que ordenada, sem a dúvida de ter que sair do local”, explica Nicácio.

Audiência pública em Peruíbe debate criação de área de conservação ambiental em SP

Da Agência Brasil, no Jornal do Brasil

O debate sobre a criação de unidades de conservação ambiental de 97,2 mil hectares de Mata Atlântica ocorre hoje (12), na Câmara Municipal de Iguape, litoral sul de São Paulo. Esta é a segunda de uma série de audiências públicas sobre a criação do Mosaico de Unidades de Conservação da Jureia-Itatins. O projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado abrange áreas em quatro municípios.

Segundo o diretor de Operações da Fundação Florestal, Boris Alexandre César, a proposta do mosaico é regularizar a situação fundiária da área. Em 1986 foi criada uma estação ecológica Jureia-Itatins na região. A unidade nunca foi, no entanto, plenamente implementada porque as comunidades tradicionais que viviam no interior da área teriam de ser removidas.

O mosaico prevê a incorporação de áreas de preservação na estação ecológica e, ao mesmo tempo, o desmembramento de outras partes em reservas de desenvolvimento sustentável (RDS) e parque estaduais. Desse modo, é possível manter os moradores tradicionais, como os caiçaras, e abrir cachoeiras e praias para a visitação, fomentando o turismo.

“A proposta do Estado é de regularizar uma situação não adequada que hoje existe na Jureia no sentido de dar segurança para aqueles que realmente são populações tradicionais e, ao mesmo, tempo compatibilizar isso com a preservação ambiental”, explicou Alexandre César.

Parte dos ocupantes da Jureia, entretanto, não concorda com o projeto. Para o presidente da União dos Moradores da Jureia, Dauro do Prado, “a forma como o governo está apresentando essa proposta não abrange todas as comunidades”. Ele reclama que as duas RDS que serão criadas, da Barra do Una e dos Despraiados são pequenas para garantir a sobrevivência das famílias.

Ainda de acordo com Prado, o governo estadual pretende remover parte das 300 famílias distribuídas em 12 comunidades na região. “Imagine só, tirar essas comunidades tradicionais caiçaras que vivem lá desde 1750, com uma cultura consagrada”.

Alexandre César reconhece que estão sendo feitas remoções na região. Mas, segundo o diretor, a Fundação Florestal está trabalhando para retirar ocupantes irregulares que não se enquadram como população tradicional. “A Fundação Florestal, inclusive por meio de ação movida pelo Ministério Público, está removendo mesmo essas famílias de dentro da Jureia, mas não são população tradicionais”.

Responsável pela gestão das unidades de conservação estaduais, Alexandre César admite ainda que o projeto não atende a todos os moradores tradicionais da região. “Existem algumas famílias que estão isoladas em outras áreas dentro da Juréia. Então, nós temos a proposta de fazer algumas realocações”.

Porém, ele pondera que o governo estadual tenta evitar remover moradores das terras onde vivem historicamente e por isso, está aberto a negociações para resolver casos pontuais. “É um processo de negociação e pode-se construir alternativas que atendam a todos os interesses”.

A estimativa da Fundação Florestal, segundo Alexandre César, é que existam 180 famílias que atendem aos critérios para serem consideradas como tradicionais na Jureia. Para certificar-se disso, o órgão já contratou um laudo antropológico para determinar quem tem direito a permanecer nas terras.

Além da consulta pública que ocorreu na última quita-feira (10) em Peruíbe e a que ocorre hoje, está prevista uma audiência na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo no próximo dia 24 para debater o projeto que cria o mosaico.

DH investiga mais um assassinato em área ocupada pelas Forças de Pacificação

De O Dia Online

Um novo caso de assassinato no Complexo da Penha é mais um indício da dificuldade de pacificação desta região. O corpo de Manoel da Silva Santos, de 25 anos, foi encontrado neste fim de semana em um dos acessos ao Morro da Chatuba, na Penha, na Zona Norte, e a Divisão de Homicídios (DH) investiga o caso.

O Exército ainda enfrenta resistência dos traficantes. De acordo com reportagem do SBT Rio, nos últimos dois meses, militares sofreram mais de 200 ataques de bandidos do Alemão e da Penha. O general Tomás Miguel Miné Paiva Ribeiro, substituído nesta segunda, declarou que a missão no Alemão e na Penha foi mais violenta e complexa que sua experiência no Haiti, em 2007.

Na ocasião, seu contingente foi o primeiro a não ser alvejado pelas gangues, que perderam o controle do território para os capacetes azuis da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah). O oficial foi subcomandante do Batalhão Brasileiro (Brabatt) no Haiti.

“Não posso dizer pelo tempo em que não estive aqui. Passei o comando em agosto de 2011. Naquele momento, realmente, eu disse que o Alemão estava um paraíso. Agora, pelas informações que eu tenho, o Alemão continua um paraíso, e agora até com vista aérea”, brincou, fazendo referência ao teleférico instalado na área, com seis estações.

O general Sarmento reassume a Força em um momento de tensão, com aumento das hostilidades ao Exército e o princípio da substituição dos militares por tropas da PM, que implantarão UPPs na área.

Ele prometeu manter o intenso patrulhamento de becos e vielas, considerado um dos responsáveis pela intensificação das hostilidades. “O modus operandi será o mesmo, com o foco na população. O patrulhamento nos becos continua”, disse Sarmento.

Em seu discurso de despedida, o general Tomás afirmou que a atuação nos complexos é a “missão mais importante do Exército em território nacional” e que a pacificação é um caminho sem volta.

Pastor Ed René Kivitz afirma que Jesus foi um “marketeiro”, em artigo escrito para profissionais da área

Pastor Ed René Kivitz afirma que Jesus foi um “marketeiro”, em artigo escrito para profissionais da áreaTiago Chagas, no GNotícias

Em um artigo escrito para a revista Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o pastor Ed René Kivitz, da Igreja Batista da Água Branca usou a vida e ministério de Jesus como ilustração para explicar ações de marketing e o cotidiano desses profissionais e estudantes.

Ed René afirmou que Jesus foi um “marketeiro”, desígnio usado para descrever profissionais que atuam na área do marketing, e que é tido como pejorativo por muitos. Kivitz também afirma que “a verdade é que a teoria que os manuais contemporâneos de comunicação e de marketing ensinam foi praticado por Jesus como sabedoria”.

O pastor explica sua comparação dizendo que “a estréia de Jesus de Nazaré não poderia ser mais extraordinário e midiático: ajoelhado às margens do rio Jordão, Jesus recebe a visita do Espírito Santo, que repousa sobre ele na forma corpórea de uma pomba, enquanto os holofotes do céu se acendem como moldura para o ecoar da voz do Deus Altíssimo que declara em alto e bom som: ‘Esse é o cara’”.

O texto, recheado de termos que definem estratégias e ações de marketing, explica a trajetória de Jesus comparando-o a um “case”, ou campanha publicitária, e ilustra situações do cotidiano da profissão com histórias de Jesus. “Eis uma boa definição de marketing: conjunto harmônico de ações estratégicas que visam a gerar consumidores e ou usuários de um produto ou serviço. No caso de Jesus, o que seria isso que chamamos de produto ou serviço? Arrisco dizer que o que Jesus oferecia aos seus circunstantes (clientes) era, nada mais nada menos, do que ele mesmo: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”;  “Venham a mim! Andem comigo e vocês vão recuperar a vida”;  “Eu Sou a Luz do mundo”; “Eu Sou o pão da vida”; “Eu Sou a Ressurreição e a Vida. Quem crer em mim, ainda que morra, viverá”; e a mais bombástica das afirmações: “Eu e o Pai somos um: ver a mim é ver o Pai”, escreveu o pastor.

Para Ed René, a vida e obra de Jesus foram simbolizadas de forma a marcar a memória daqueles que são alcançados por sua mensagem, exatamente a fórmula que “marketeiros” buscam aplicar em suas tarefas: “Jesus foi um criativo capaz de ilustrar sua mensagem, pessoa e obra, em ícones mnemônicos: o batismo nas águas, que dramatiza a morte e ressurreição para uma nova dimensão de existência e vida; a eucaristia, quando o pão repartido é o corpo do Agnus Dei, e o vinho é o sangue derramado do Cristo Redentor. Lembro, ainda, que acima de todas as marcas, reina soberana a cruz, espetáculo de horrores e símbolo da maior expressão passional de um Deus que morre por amor”, exemplificou.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Jesus Marketeiro”, publicado pelo pastor Ed René Kivitz:

Chamar Jesus de marketeiro soa quase blasfêmia. O adjetivo é pejorativo. Primeiro para os profissionais do marketing, e muito mais para Jesus. O título é quase sempre confundido com propaganda enganosa e manipulação desonesta. Mas o termo pode ser redimido. A verdade é que a teoria que os manuais contemporâneos de comunicação e de marketing ensinam foi praticado por Jesus com sabedoria.

Advirto que não gosto dessas comparações do tipo Jesus foi o maior psicólogo, o maior coach, o maior formador de equipe, e assim por diante. Além de esvaziar a grandeza de Jesus, que é incomparável, corre-se o risco de atribuir a Clark Kent o que é possível somente ao Superman. O fato é que Jesus merece nota máxima em todos os quesitos utilizados hoje para medir a excelência de qualquer profissional.

Mas o xis da questão é o seguinte: Jesus foi um excepcional marketeiro. Fosse ele uma campanha publicitária, disse Adilson Xavier, sua estrutura seria perfeita. “Primeiro, houve um importante período de teaser, com os profetas do Antigo Testamento criando expectativa em torno do Salvador que haveria de chegar. Depois a intensificação do teaser, num misto de aquecimento e pré-lançamento da campanha, com João Batista fazendo a ponte entre as profecias e a efetiva chegada do aguardado personagem”.[1]

A estréia de Jesus de Nazaré não poderia ser mais extraordinário e midiático: ajoelhado às margens do rio Jordão, Jesus recebe a visita do Espírito Santo, que repousa sobre ele na forma corpórea de uma pomba, enquanto os holofotes do céu se acendem como moldura para o ecoar da voz do Deus Altíssimo que declara em alto e bom som: “Esse é o cara”.

O day after aponta para um conjunto de ações estratégicas que sugerem um planejamento minuciosamente elaborado pelo conselho divino da Santíssima Trindade. Eis uma boa definição de marketing: conjunto harmônico de ações estratégicas que visam a gerar consumidores e ou usuários de um produto ou serviço. No caso de Jesus, o que seria isso que chamamos de produto ou serviço? Arrisco dizer que o que Jesus oferecia aos seus circunstantes (clientes) era, nada mais nada menos, do que ele mesmo: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”;  “Venham a mim! Andem comigo e vocês vão recuperar a vida”;  “Eu Sou a Luz do mundo”; “Eu Sou o pão da vida”; “Eu Sou a Ressurreição e a Vida. Quem crer em mim, ainda que morra, viverá”; e a mais bombástica das afirmações: “Eu e o Pai somos um: ver a mim é ver o Pai”.

Não é de admirar que Jesus estivesse ocupado com o que chamamos demarketing de posicionamento. Essa é a razão porque encomenda uma pesquisa de opinião para identificar o lugar que ocupa na cabeça de seu público: “O que pensam de mim? Quem o povo pensa que eu sou?”. Depois transforma seus discípulos numa espécie de focus group e faz uma pesquisa quali: “E vocês, o que pensam de mim?”. Jesus sabia que a aceitação de sua mensagem estava absolutamente vinculada à exata compreensão de sua identidade: se eles não sabem quem sou, não entenderão o que eu digo, não aceitarão o que proponho, e não serão meus seguidores.

Os passos de Jesus seguem um cronograma inteligente, tanto na cronologia quanto na geografia. Começa em Nazaré, sua cidade de origem, e vai caminhando em direção ao mundo gentílico (não judeu), até chegar na Galiléia. Primeiro, se revela ao seu próprio povo, depois abre gradativamente a porta de acesso aos estrangeiros. Vai se mostrando aos poucos, criando suspense e interesse nas multidões, num balanço perfeito de aparições públicas e afastamento, entremeado de afirmações de impacto. Seus milagres e ações de misericórdia e compaixão são de amplo espectro, mas desenvolvidos com impecável (desculpe o trocadilho) precisão: cura as pessoas certas, no lugar certo, na hora certa, e faz questão de encaminhar cada uma delas aos formadores de opinião e autoridades espirituais do povo. Jesus parece caminhar com um cronômetro que lhe diz o momento exato para cada uma das ações planejadas. Recomendações diferentes para pessoas diferentes em ocasiões diferentes: “Não conte nada para ninguém”; “Conte apenas aos sacerdotes”; “Conte para todo mundo o que eu fiz por você”.

Jesus foi também um expert em marketing de relacionamento. Um dos seus primeiros atos de campanha foi formar um time, sempre soube que o plural tem primazia sobre o singular, e por isso mesmo enviou sua equipe de vendas sempre dois a dois. Foi o mestre da inclusão e chamou para a mesa gente de tudo que é tipo e reputação. A essência de sua caminhada foi o convite à fraternidade universal, à comunhão do amor a Deus e ao próximo, sendo ele mesmo o padrão do amor: “Assim como eu amei vocês”.

Além de ser ele mesmo um logo humano, a encarnação de sua mensagem, vivendo de modo indubitavelmente coerente com sua campanha, foi um exímio contador de histórias e criador de aforismos. Suas parábolas tinham características virais, com conteúdos próximos a bombas de tempo, que ficavam borboleteando nas mentes dos ouvintes e explodiam de maneira inesperada gerando o alumbramento e a metanóia – expansão da consciência.

Para encurtar a história, uma vez que acredito ter demonstrado meu argumento, lembro apenas que Jesus foi um criativo capaz de ilustrar sua mensagem, pessoa e obra, em ícones mnemônicos: o batismo nas águas, que dramatiza a morte e ressurreição para uma nova dimensão de existência e vida; a eucaristia, quando o pão repartido é o corpo do Agnus Dei, e o vinho é o sangue derramado do Cristo Redentor. Lembro, ainda, que acima de todas as marcas, reina soberana a cruz, espetáculo de horrores e símbolo da maior expressão passional de um Deus que morre por amor. Ouça essa conversa:[2]

– Só isso?

– Quanto mais simples, melhor.

– Mas um traço horizontal cruzando outro vertical não quer dizer nada.

– Desculpe, mas eu acho que quer dizer tudo.

– Lá vem você com filosofia de criador…

– Daqui a algum tempo, um Descartes da vida, entre uma filosofada e outra, vai acabar descobrindo que o cruzamento de duas linhas define com precisão qualquer ponto de qualquer superfície. Imagina isso recebendo o nome de “coordenadas”. Eu garanto que essa marca ainda vira um gesto.

– Gesto?

– Se, com a mão direita, você tocar sua testa, abdômen, o ombro esquerdo e o ombro direito, nessa sequência, o que acontece?

– É como se eu traçasse a cruz sobre mim.

– Perfeito. Um escudo invisível. Nossa marca sendo reverenciada, fazendo as pessoas se sentirem protegidas.

– Agora você realmente passou do ponto. Tá pensando que é Deus?

– Por que não?

A pergunta, portanto, a respeito da legitimidade do marketing religioso precisa ser corretamente elaborada. Não se trata de ser contra ou a favor. O que se deve considerar é sua dimensão ética. E também, e principalmente, nesse sentido, Jesus é mestre. Considerando ético o marketing cujo conjunto de ações é uma extensão de identidade (comunico o que de fato sou), com legítimas motivações e finalidades (ofereço o que promove o bem comum), Jesus foi, sem dúvida, uma estrela de primeira, para não dizer singular, grandeza. Não falou mentira a respeito de si mesmo, não diminuiu as demandas de seu discurso, não manipulou a fé popular, não prometeu o que não podia entregar, não ofereceu paliativos, não brincou com os sonhos, anseios e esperanças das massas desesperadas, não buscou seus próprios e egóicos interesses, mas deu de si e a si mesmo, derramando sua própria vida para que todos tivessem vida.

Provavelmente por essas razões, a afirmação de que Jesus foi uma estrela domarketing seja quase uma blasfêmia. Alguém poderia sugerir que, de fato, Jesus fez o anti marketing, ou tenha se recusado a usar os artifícios que hoje atribuímos pejorativamente como marketeiros.

Jesus, por exemplo,  não vendeu a alma aos poderosos de ocasião. Não tentou impressionar os filósofos gregos e muito menos tentou agradar nem se associou aos senadores e autoridades políticas romanas, além de criar caso e expor ao ridículo os formadores de opinião do judaísmo de então.

Para quem pretendia deflagrar um movimento universal, é estranho que não tenha publicado um livro, nem mesmo uma espécie de auto-biografia promocional, nem tenha sistematizado seu ensino em cinco passos para a felicidade, três degraus para o sucesso ou sete caminhos para vida abundante.

Para piorar a situação, Jesus andava sempre mal acompanhado: seus seguidores imediatos eram homens rudes, iletrados, sem berço e sem qualquer expressão social ou coisa a oferecer para alavancar a campanha de salvar o mundo. Vivia se banqueteando com gente de reputação duvidosa e se deixando tocar e abraçar por doentes e moralmente impuros conforme o cerimonialismo religioso da época.

Jesus não desenvolveu a indústria dos amuletos religiosos, jamais permitiu que suas roupas e objetos de uso pessoal fossem fetichizados pela superstição popular, não estabeleceu peregrinações para qualquer cidade o monte identificados como propícios para se buscar a Deus. Não criou um sistema semanal de eventos voltados a milagres especiais, não ensinou mantras e palavras mágicas, não fez correntes de fé nem distribuiu  e  Na verdade, desferiu golpes duríssimos contra a estrutura religiosa da tradição farisaica e corrompeu todos os hábitos e cerimoniais que se prestam a gerar identidade de grupo e espírito de corpo.

Deixou seus seguidores praticamente sem qualquer instrumento de amarração simbólica de controle das massas. Sem qualquer sombra de dúvidas, fosse Jesus um líder religioso treinee em qualquer dessas neo-seitas populistas, seria imediatamente considerado um estorvo, quem sabe incompetente ou inadequado para a função. Incapaz de usar máscaras e se comportar como personagem à vontade no palco, nada afeito à manipulação psico-emocional para conquistar prosélitos, sempre falando que o dinheiro é perigoso, condenando o acúmulo de riquezas e enfatizando o cuidado dos pobres, sem qualquer pretensão de criar produtos para divulgação de sua seita, discreto demais para quem se afirma o unigênito do Deus criador dos céus e da terra, entra em Jerusalém sem ostentar uma capa cintilante enquanto cavalga um cavalo branco, mas arrastando os pés no chão montado num jumentinho.

Não foi sem razão que se dizia que o movimento de Jesus nada tinha de religião: não tinha templos, não tinha sacerdotes, não tinha cultos, não tinha dias ou lugares sagrados, enfim não tinha nada. Tinha apenas a convicção de que o Cristo estava vivo, havia aparecido a muita gente antes de subir aos céus e voltar para seu Pai, e depois havia derramado seu Espírito para viver em todos os corações de fé.

A conclusão a que se chega é que Jesus foi sim um extraordinário homem demarketing. Mas não o fez seguindo teorias potencializadoras de resultados. Jesus foi apenas ele mesmo. Suas palavras eram perfeitamente coerentes com seu caráter. Sua mensagem era apenas e tão somente manifestação do seu coração. Seus atos foram expressões de sua compaixão genuína por todos aqueles com quem trocou olhares. Ao fim das contas, na verdade, o caminho de Jesus não foi marketing driven. Foi love driven. E por isso mesmo chegou onde chegou.

Sete Barras aumenta frota na área da Saúde

Do Diário de Iguape

A Secretaria Municipal da Saúde aumentou a sua frota e conta a partir do mês de janeiro, com um veículo Kombi para transportes de pacientes com agendamento em São Paulo e Santos e uma ambulância para remoção simples, para socorro no município e região.

Segundo Valdecir Pedroso Oliveira, Chefe de Manutenção do Pronto Socorro, com essas novas aquisições, o setor de transportes contará agora com três veículos Kombi, quatro ambulâncias, um utilitário.

A prefeita Nilce Ayako Miashita disse que há previsões para a Secretaria da Saúde receber mais veículos: ”Um bom atendimento na área da Saúde é uma sucessão contínua de melhoramentos, com investimentos em bons profissionais e melhoria na frota de veículos”, disse a prefeita.

Corpo de modelo é encontrado com fio enrolado no pescoço em área rural do RS

Encontrada morta, a universitária Caren Brum Paim era modelo e representante gaúcha no concurso Miss Itália Nel MondoLucas Azevedo, especial para o UOL Notícias

PORTO ALEGRE – A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o assassinato de uma jovem de 22 anos, encontrada morta na manhã de quarta-feira (1º), em Caxias do Sul, na serra gaúcha. A universitária Caren Brum Paim era modelo e representante gaúcha no concurso Miss Itália Nel Mondo. Seu corpo foi encontrado na localidade de Fazenda Souza, em uma área rural.

A possível causa da morte foi estrangulamento, segundo a polícia, que está no início das investigações. O corpo da jovem tinha hematomas e havia um fio de fone de ouvido em torno de seu pescoço.

Um homem de 19 anos foi ouvido na tarde de hoje na 3ª Delegacia de Caxias do Sul suspeito de envolvimento no caso. Ele confirmou que esteve com Caren na última segunda-feira –a jovem desapareceu na noite de terça. No entanto, negou o crime.

Outra pessoa suspeita, de acordo com a polícia e a família da modelo, é um professor universitário. Segundo parentes de Caren, ele estaria pressionando a jovem a namorá-lo.

A vítima vivia com o namorado, com quem estava desde os 13 anos. Ela cursava ciências da computação na Universidade de Caxias do Sul e havia concluído recentemente um curso de atuação no Rio de Janeiro.

A jovem foi enterrada na tarde de hoje em sua terra natal Bagé, na região sul do Estado.

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