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Prados realiza evento pela luta antimanicomial neste próximo sábado, 1º de junho

Da Redação

O Dia Nacional da Luta Antimanicomial receberá atenção da municipalidade em Prados, MG, no próximo dia 1º de junho, sábado.

O evento, organizado pela Secretaria de Saúde do Município, através do Núcleo de Saúde Mental, faz parte do Programa Bem Viver, desenvolvido junto às Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Prados, tomará toda a manhã do sábado, com serviços de orientação médica e psiquiátrica, além de aferição de pressão arterial e de glicose (detecção do diabetes). A concentração está marcada para as 8hs na Praça Getúlio Silva (próxima à prefeitura), onde os participantes serão convidados para uma caminhada até a Praça Dr. Viviano Caldas, no centro).

Para Rildo Costa, secretário de Saúde de Prados, o evento se reveste de importância porque busca conscientizar a sociedade de que é possível a convivência com pessoas portadoras de transtornos psiquiátricos, e que, além de ser um direito do paciente, como diz o lema do encontro, é bem melhor a luta “de mãos dadas contra correntes”.

“Saúde é prioridade”

Menina dos olhos do prefeito Juninho do Lester, a Saúde de Prados pode-se dizer que “vai muito bem, obrigado”.

Desde que assumiu Juninho fez questão de frisar que “pode faltar dinheiro para tudo, menos para a Saúde”, e, mesmo enfrentando desafios de dívidas herdadas de governos passados, e uma enorme dívida do governo do Estado para com o município de Prados, o prefeito tem provado que “a mão que pega no ferrão para conduzir um carro de boi pode muito bem empunhar uma caneta para administrar uma cidade”, o que, aliás, tem feito com a mesma maestria e disposição com que gerencia seus negócios particulares e seu trabalho.

História

Comemorado há 32 anos sempre aos 18 de maio, o Dia Nacional da Luta Antimanicomial foi uma conquista que nasceu na cidade de Bauru (SP), durante Congresso de Trabalhadores de Serviços de Saúde Mental, que buscou dar visibilidade ao “Movimento da Luta Antimanicomial”, a partir da adoção do lema “Por Uma Sociedade Sem Manicômios”, que ensejou significativas propostas que buscavam uma reforma na psiquiatria brasileira dentro desse contexto.

Os objetivos do movimento passaram a ser, desde então, propor não só mudanças no cenário da atenção à saúde mental, mas, principalmente, questionar as relações de estigma e exclusão que, social e culturalmente, se estabeleceram para as pessoas que vivem e convivem com os chamados “transtornos mentais”.

No Brasil o movimento tem derivação em uma série de eventos políticos globais de saúde, e que buscam base no pensamento do médico italiano Franco Basaglia; e, no Brasil o movimento é ligado à Reforma Sanitária Brasileira.

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