segunda-feira , 20 novembro 2017
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Consenso pode fazer Damares presidente do PT de Peruíbe em novembro

Damares (em pé, ao centro, de blusa vinho), em foto com grupo que está unido em torno de uma candidatura forte, de consenso.

Da Redação

Com eleição marcada para novembro próximo, a disputa interna do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Peruíbe está movimentando os bastidores da política em dois polos distintos.

De um lado, representando o conservadorismo (ou a “direita” do PT), o emblemático José Márcio dos Santos Cunha (Márcio), companheiro da ex-vereadora Maria Onira Betioli Contel, que há anos tem mantido as rédeas do partido em suas mãos. De outro, liderando a “oposição” e sua “briga” por um novo PT na cidade, o sindicalista e funcionário público, José Alves de Aguiar (Zé Alves), que tem por padrinho o atual vereador do partido, Ricardo Corrêa dos Santos, experimentado sindicalista e histórico membro do PT.

O divisor entre estas duas vertentes começou ainda na campanha. Ricardo nunca se conformou que o PT da cidade tivesse vergonha dos símbolos e das cores do partido. A alusão era à campanha de Onira a prefeita no ano passado. Onira, por ter fechado com o então vereador Emer Elias Abou Jaoude para ser vice, cujo partido era o PSC – e quem foi o principal financiador da campanha – acabou tendo que aceitar a predominância da cor verde – que é a cor do PSC – em seus comícios, carreatas e material de campanha.

Com uma bagagem forte junto à direção estadual e nacional do partido, e com também forte laços de amizades com deputados petistas, Ricardo não demorou para deixar claro que, na sua visão, estava mais que na hora do partido retomar a histórica bandeira de lutas em prol dos trabalhadores e das causas sociais, também em Peruíbe.

Zé Alves ou Damares?

O candidato do “novo PT” passou a ser José Alves, depois que o fundador do PT do município, Antonio Claret de Góes (Toninho Góes) se viu impossibilitado de sair candidato ao descobrir que se encontrava filiado ao partido somente a nível municipal. A atual direção jamais enviou a ficha de filiação de Toninho Góes para o diretório estadual, certamente preocupada com um possível embate futuro da dupla Márcio/Onira com o próprio Toninho.

Em recentes reuniões do grupo de apoio a José Alves tem-se discutido, no entanto, que talvez fosse melhor que a candidata fosse Damares de Oliveira Santos. Damares foi candidata a vereadora e é a primeira-suplente do PT à Câmara. A razão é simples: Damares já demonstrou ter mais cacife eleitoral que Júlio César Barbosa (Juca do Brasileirinho), que é o candidato a presidente do PT de Peruíbe apoiado por Márcio e Onira, nas eleições do ano passado, tendo mais votos que ele. Em tese, esta liderança poderia representar um motivo a mais a que os filiados votassem em Damares em novembro. Sempre lembrando que Damares debutou na política no ano passado, sendo sua primeira vez em que saiu candidata, ao passo que Juca já vem tentando se eleger vereador por três vezes já, sem contudo lograr êxito.

A disputa de novembro próximo promete tomar ares passionais, já que têm no páreo duas duplas de companheiros: Márcio/Onira e José Alves/Damares. Se Damares já demonstrou ter mais força política de seu opositor Juca (apoiado por Márcio e por Onira), é sempre bom lembrar que o próprio Márcio já perdeu no passado para José Alves numa disputa pela presidência do SINTRAPE – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Peruíbe.

Duas dúvidas, no entanto permanecem:

Primeiro, resta saber se os filiados históricos – e seus novos filiados – querem, afinal, um novo PT elegendo Damares presidente ou preferem a mesmice de uma diretoria sem autonomia – como acontece hoje com o atual presidente – e certamente aconteceria amanhã caso Juca venha a ser eleito, todos sabendo que seria Márcio e Onira a continuar “mandando” e decidindo os destinos do Partido dos Trabalhadores em Peruíbe?

Segundo, é preciso também saber se o próprio Zé Alves abriria mão para sua companheira Damares, ou se perderia a quebra de braço com ela no grupo que quer a renovação do partido. Zé Alves não esconde que gostaria mesmo de ser ele o presidente, mas seus próximos lhe têm mostrado que os novos tempos têm aberto bastante espaço para as mulheres na política, o que pode fazer com que acabe abrindo oportunidade a que Damares assuma o posto mesmo. A conferir.

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