Ronaldinha recorda início de namoro com Fenômeno: ‘Foi premeditado’

Conhecer o jogador – à época já tetracampeão do mundo com a seleção brasileira – foi o “pulo do gato” para Viviane, que sonhava ser famosa
Foto: Reprodução/Facebook
Ronaldinha e Ronaldo

Por Ivair Vieira Jr, Santos, SP, no Globo Esporte Santos e Região

Viviane Brunieri foi um nome bastante famoso na segunda metade da década de 1990. Com o apelido de Vivi Ronaldinha, graças ao namoro com o craque Ronaldo Nazário, a bela loira foi notícia em todo o mundo por conta do relacionamento com o Fenômeno. Hoje missionária evangélica em Peruíbe, na Baixada Santista, ela lembra com detalhes do início da história de amor entre eles e garante: foi tudo premeditado.

O namoro com Ronaldo durou cerca de 10 meses e aconteceu durante 1996. Se o relacionamento foi resultado de algo premeditado, a forma como Viviane conheceu o Fenômeno foi absolutamente por acaso. Em entrevista ao G1, no começo do mês, a ex-Ronaldinha já havia dito como se conheceram.

– Aluguei um flat na Barra da Tijuca. Coincidentemente, o Ronaldo estava hospedado neste flat, fazendo fisioterapia com o Filé (Nilton Petroni). Na época, ele jogava no PSV. Se eu visse o Ronaldo, eu não ia reconhecer. Eu não sabia quem ele era. Eu só sabia quem era Pelé e Romário. Daí o meu irmão chegou e disse: ‘Nossa! Conheci um jogador e tal e tal…’ – conta a loira.

Conhecer o jogador – à época já tetracampeão do mundo com a seleção brasileira – foi o “pulo do gato” para Viviane, que sonhava ser famosa.

– Pensei: Sou bonitinha, dinheiro eu tenho, mas preciso de fama. Na hora, lembrei de algumas famosas por terem namorado com homens famosos, e falei: é disso que eu preciso. Foi tudo premeditado – relata.

Pouco tempo depois, os dois já estavam namorando.

– Meu irmão disse que ele já estava de olho em mim, nos viu na piscina, perguntou se a gente era namorado e nos convidou para ir em um pagode. Em menos de um semana a gente já estava namorando – detalha.

Mas, assim como repentino ele chegou, repentino também se foi o amor. Pouco tempo depois, durante um dos encontros, Vivi confessou que havia trabalhado como acompanhante em casas noturnas japonesas. Ronaldo não teria aceitado o passado da namorada e terminado o relacionamento.

– Eu fui morar com ele na Holanda. Nós estávamos bem, eu estava renovando o meu passaporte para ir para a Olimpíada de Atlanta com ele. Mas eu queria voltar para o Japão, precisava fechar a casa noturna e resolver um monte de coisas. Os empresários dele começaram a pressionar, queriam saber como uma menina tão nova tinha relógio rolex, apartamento duplex e carro importado. O Ronaldo achava que eu era modelo, que o dinheiro vinha desse trabalho. Um dia, bebendo, eu falei tudo para ele, da casa noturna, do relacionamento com outra mulher, e foi aí o término – revela.

Hoje, Viviane atua como missionária evangélica em Peruíbe, no litoral de São Paulo, onde competia como atleta de bodyboarding e participava de concursos de beleza na adolescência. Em breve, ela deve lançar um DVD sobre a sua vida, contando parte das histórias sobre como se envolveu com drogas, prostituição, com a máfia japonesa e o mundo dos filmes adultos, esse último por dinheiro e vingança.

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