Cláudia Dib desabafa: “Desisti por falta de calor humano da parte de Ana Preto”

Claudia Dib e Gabriel Chalita, candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo: “tentei trazê-lo para Peruíbe para uma palestra, mas até isso me boicotaram”.

Da Redação

Revoltada com as insinuações de que teria renunciado à sua candidatura por que estava interessada em dinheiro, ou porque se vendera para outra candidata a prefeito, a corretora Cláudia Bicudo Camargo, que ficou conhecida por Cláudia Dib em razão de seu relacionamento com o conhecidíssimo Antonio Carlos Dib (Gordo Dib), resolveu abrir o verbo e colocar para fora toda sua mágoa com relação à candidata do PTB, Ana Maria Preto.

Cláudia lembra que desistiu “porque eu não tinha o apoio que eu desejava da parte da Ana Preto”, para deixar claro que “não era dinheiro o que eu queria, mas sim calor humano”. Expondo o lado pouco simpático da candidata do PTB, a ex-candidata do PMDB afirma que “ela (Ana) não conversa com os candidatos, não olha nos olhos dos candidatos, não procura saber de suas necessidades e, quando conversa, é apenas nas reuniões”. E arremata: “Ela é muito fria”, lembrando também que “sua assessoria é péssima”.

Goiana, loira, olhos verdes daqueles de deixar qualquer homem sem jeito de olhar fixo para ela, Cláudia sabe que está sofrendo acusações de que teria se vendido, mas demonstra não se importar: “Claro que vão dizer que me vendi, mas não foi isso que aconteceu”.

Administrar comitê vs administrar cidade

Na visão de Cláudia Dib a desorganização do comitê eleitoral foi uma das coisas que mais a aborreceu. “Eu percebi que eles não conseguem administrar nem um comitê! Se não conseguem isso, como irão administrar uma cidade?”

“A Ana precisa aprender primeiro a gostar da gente, e a respeitar aqueles que a estão ajudando em sua campanha”, enfatiza, para dizer que “eu entrei na eleição para ganhar e não para ser cabo eleitoral da Ana ou para ser empregado dela”.

Cláudia Dib diz que pretende continuar trabalhando pela comunidade, independente de ser candidata ou não. “Percebi que o povo mais humilde, principalmente do Caraguava gosta de mim, tem um carinho muito grande por mim, e iria votar em mim, e eu não queria mesmo ter decepcionado essa gente; mas era preciso fazer o que fiz”, lamenta.

Para ela o mais importante é isso: dar a satisfação para aquelas pessoas que são suas amigas de verdade. E conclui: “Dinheiro não é tudo; sinceridade, amizade, calor humano, isso sim é importante”.

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