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Crítica: Surfistinha sem pimenta

Filme da ex-prostituta que virou ícone da Internet é bastante comportado

Deborah Secco como Bruna Surfistinha (Foto: Reprodução) ALLAN GOMES, no A Crítica

Nas estreias do fim de semana nos cinemas o filme que narra a história da ex-garota de programa Bruna Surfistinha era dos mais aguardados. Não sendo transposição fiel da biografia “O doce veneno do Escorpião”, a película dirigida pelo estreante Marcus Baldini altera alguns fatos da vida de Raquel Pacheco (nome verdadeiro de Surfistinha) e omite outros, como as incursões por cinema pornô.
A atuação de Deborah Secco como protagonista está impecável, com exceção da fase adolescente que não convence, mas que acaba sendo falha do roteiro. Além de Deborah os coadjuvantes também fazem bonito, com destaque para Cássio Gabus Mendes, como o primeiro cliente e futuro namorado e Fabiula Nascimento, a colega de bordel que “peita” Bruna.

Roteiro

Os grandes problemas do filme são, com certeza, por conta do roteiro, assinado por José de Carvalho, Homero Olivetto e Antônia Pellegrino, e que não consegue definir com clareza as motivações da protagonista, e seus altos e baixos, deixando alguns furos, como no momento em que Surfistinha chega ao fundo do poço após o auge da fama, fazendo programas “a preço de custo”, mas dando a entender que a protagonista ainda vive em um flat de luxo.
E para quem procura um filme picante, digno das sessões de madrugadas de alguns canais, Bruna Surfistinha será decepção. No filme, o sexo cumpre somente função narrativa.
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